Não vi esse filme! Geral elogiou mas meus amigos ficaram de mimimi e não quiseram ir no cinema comigo, daí não vi. Mas verei sometime, com certeza. Clique com o botão direito do mouse na resolução desejada e selecione “salvar link como”!
Foi mais ou menos isso que escutei ontem durante a conferência de alguns…
Acho meio petulancia tentar comparar Halo e Metroid, mas essa conversa surgiu ontem durante a apresentação de Halo 4 na conferência da Microsoft e não fui eu quem trouxe isso a tona. São games com diferenças gigantescas, com legiões de fãs distintas e com propostas e sentimentos até mesmo conflitantes. Mas não dá para negar que há coisas entre estas franquias que se assemelham, principalmente se você pensar em Metroid Prime, a série em FPS de Metroid.
Talvez esse sentimento “Metroid” no vídeo acima seja pelo forte contraste da luz laranja dos novos inimigos do novo arco que a franquia estará estreando em novembro. Laranja é a cor da série Metroid. Outro detalhe que liga mais ainda esse sentimento à série Metroid Prime em específico é o visor da tela em primeira pessoa. Pela primeira vez num game de Halo eu finalmente sinto como se realmente estivesse jogando com um capacete sci-fi tecnológico. Esse apelo visual não tem de forma tão impactante nos games anteriores e eu gostei muito disso.
Mas as semelhanças param por aí acredito. Existe um abismo de discrepâncias entre estas séries. Coisas que odeio em Metroid Prime e que adoro em Halo. Já disse aqui no blog no passado que odeio do fundo do meu coração gêneros de games que obrigam o jogador a ir e vir pelos mesmos caminhos e cenários dezenas de vezes, culpa dos updates e coisas das roupas da armadura de Samus que se destravam aos poucos. Castlevania em 2D é outro gênero que passo longe e que não curto. Não tenho nada contra esse recurso usado em alguns games em menor evidência, mas acho chato quando se abusam disso para “alongar” o tempo de jogo. Me irrita mesmo, principalmente quando os mesmo inimigos retornam para as mesmas áreas “magicamente”. Enfim, enquanto Metroid Prime é mais exploração, Halo é mais shooter-ação em sua essência. Sem ficar indo e voltando, destravando updates, e apesar do caminho linear, ele é aberto o suficiente para estratégias de multiplas formas.
Metroid Prime também é um game mais solitário, com forte apelo em sua personagem principal, regra esta que Halo não segue a risca, apesar da importância de Master Chief. Halo é um game cooperativo, online e quanto mais gente jogando, melhor ele fica. Metroid se a minha curta memória de adulto não me falha até tentou uma vez brincar com multiplayer, lá numa versão do nintendo DS, mas que mais parecia um Goldeney 64 do que o que vemos hoje em dia nos FPS de X360/PS3.
Ambas as franquias tem suas semelhanças, seus positivos e negativos. Quem é fã de Halo talvez não veja graça em Metroid, e o mesmo vale para os fãs de Metroid, que também podem odeiar Halo (as vezes de birra, infelizmente, porque não é “Nintendo Feeling”). Mas não nego que adoraria ver a Nintendo colocar certos elementos de Halo em Metroid. Gráficos de ponta, multiplayer online cooperativo e até mesmo expandir ainda mais o universo de Samus. Metroid é uma franquia que eu sinto um certo abandono da Nintendo, que poderia ser muito mais do que a franquia chegou a oferecer no Wii, mas de fato há várias franquias que sinto abandonadas pela Nintendo (F-Zero e Star Fox só pra citar e cutucar feridas). Enquanto isso Halo parece que também pode aprender algumas coisas com Metroid e talvez Halo 4 tenha sim se inspirado um pouco na franquia da Nintendo. Por que, não? É um novo estúdio, um novo arco. O visor parece muito melhor, as cores alaranjadas trazem lembranças involuntárias e por que não dizer que fico extremamente grato que finalmente não trata-se de um jogo onde os inimigos serão os xaropes Covenants? Finalmente novos inimigos! Porque esse um zilhão de games de Halo e sempre lutando contra os não carismáticos Covenants é realmente um saco. Com um universo infinito, só há meia dúzia de raças alienígenas que não curtem a gente? Para com isso! Sejam bem vindos novos inimigos! (obs: eu sei que Covenant não é raça de alienígemas, mas o nome da organização de múltiplas raças que nos odeiam, mas a variedade não é lá grande coisa, sem falar que todos agem sobre uma mesma premissa, o que torna tudo óbvio e méh. Os novos inimigos não são Covenants!)
E o WiiU com potência gráfica está aí, será que alguém gostaria de um Metroid Prime 4 com gráficos de Halo? E um multiplayer?
O vídeo acima é um teaser, sobre a sequência do Ken’s Rage original de PS3/X360, que é na realidade só um smash buttons estilo Dinasty Warriors. Eu realmente passaria este jogo se não fosse o mangá que ele se baseia.
Hokuto no Ken é um dos mangás mais interessantes que já li até hoje. Ele tem uma aura muito diferente do que é visto em mangás no geral, e criou/usou vários conceitos que foram reproduzidos à exaustão esses anos todos. A história, muitas vezes não tem nem um pouco do aprofundamento dos personagens que muitos tem hoje, porém, é inexplicável a capacidade que (até pelo menos a primeira grande batalha) o autor teve de me cativar com aqueles personagens, mesmo num ambiente e background mais agressivo possível. O final então, é uma das mensagens mais lindas de amor de verdade que já vi.
Eu não tive a oportunidade de testar o primeiro, mas babo nas suas cutscenes todas as vezes que as vejo. è quase como um anime em HD. O me pergunto é aonde a história se encaixa, de que pontos do mangá. Pra mim o primeiro já tinha feito a grande batalha, ou não? De qualquer forma aguardo ansioso para ver um pouco mais de Hokuto No Ken!
Num mundo de DLCs ridículos, que saudade das verdadeiras expansões!
Finalmente mostraram Dawnguard! O E3 All Access da Spike no GameTrailers foi uma das melhores coisas da E3 até agora, e hoje começaram as pipocar no site, sem ser por stream, os vídeos das entrevistas, walkthroughs e debates com os desenvolvedores da indústria de games que vimos nos intervalos das conferências desde ontem. Entre eles, Todd Howard mostrando a primeira expansão de Skyrim, Dawnguard, foi um dos melhores. A primeira parte está logo acima, e é onde se vê o gameplay, e a segunda parte, com perguntas via Twitter sendo respondidas, vocês podem ver aqui. Algumas imagens também disponíveis aqui.
Detalhando como vai funcionar o mote principal do DLC (não deixa de ser “conteúdo por download”), explicou que iremos escolher entre entrar para o grupo Dawnguard para caçar vampiros, e aparece no vídeo o fortress deles, super bacana, com os novos NPCs, o uso de crossbows e tudo mais, ou nos transformarmos em vampiros, mas não os vampiros comuns existentes no jogo, e sim vampire lords. Tem até uma constelação de perks própria pra isso, e no gameplay vemos o jogador se transformando no bicho e matando geral em Riverwood, em plena luz do dia. Com a transformação, ganhamos a habilidade de andar flutuando sobre qualquer terreno, podemos nos teleportar para perto nos desmaterializando em pequenos morcegos (pessoal de Naruto, imagem o Itachi e seus corvos!) e rematerializando novamente, magias específicas da transformação e até um poder estilo a força de Star Wars, que manda geral pra longe.
Isso, claro, fora nos alimentarmos das pessoas. Mas Dawnguard traz outras coisas. Teremos 20 novas dungeons especialmente feitas pra expansão, não como as genéricas que parecem nunca terminar em Skyrim, e também alguns novos shouts. Entre eles, Todd mencionou um de seus favoritos, chamado Soul Tear, que suga a alma de uma pessoa, transformando-a em um undead sob seu comando. Oh, the crazyness! Fora que o update que possibilita batalhas em cavalos deve chegar junto com a expansão, então mais uma novidade. O beta pros usuários de PC começa já na semana que vem, e Todd afirma que se tudo sair bem, já teremos Dawnguard dia 26 de junho. Não citou a exclusividade temporal de um mês do Xbox 360, mas isso já tinha sido confirmado antes pela Bethesda, então não se esqueçam. Donos de PS3 e PC só devem jogar a valer em julho.
Agora falando de algo que achei interessante na entrevista e que não tem muito a ver com o jogo em si, gostei muito de ver o Howard comentando sobre como eles acham importante adicionar conteúdo denso,que tenha o feeling de um expansion pack, ao invés de “blablabla novos personagens e roupas” (isso ele não disse, é meu mesmo, haha). Eu não podia concordar mais, com a saudade que tenho dos tempos em que os “DLCs” eram tão significativos que até justificavam uma nova versão do jogo nas prateleiras. E o melhor foi o Geoff do GT concordando com isso. Howard fala ainda que agora, sete meses depois de Skyrim ter sido lançado, é a hora certa de lançar mais conteúdo, pensando também no que o público poderia querer a mais considerando o tamanho gigantesco de Skyrim, e que durante esse período eles decidiram que iriam dar suporte ao jogo (no PC, har har) com conteúdo gratuito e que ficou popular, como o Creation Kit ou o Steam Workshop.
Sinceramente, acho que a Bethesda não podia estar mais acertada com a estratégia de Dawnguard, e eu aqui estou roendo as unhas pro lançamento dessa belezinha. E pensar que tem gente que nem jogou Skyrim ainda! A única coisa que ficou mal resolvida pra mim foi em relação aos rumores iniciais de que essa expansão seria sobre os Falmer, suas origens quando ainda eram chamados de Snow Elves, antes da chegada de Ysgramor a Skyrim e o banimento da raça ao subsolo. Tinha achado muito interessante essa temática, então espero que não abandonem a ideia, se é que era verdadeira, e que lancem mais pra frente.
Uma novidade que a conferência da Microsoft esqueceu… (assista o vídeo!)
Não é bem Team Fortress, mas é baseado no sistema de classe que dá fama ao título da Valve. Na verdade é algo que segundo fofocas no fórum oficial da Epic Games seria algo que o próprio estúdio estaria tentando acrescentar em Gears of War 3 em forma de DLC e que não foi possível. A ideia partiu da própria comunidade, que começou a imaginar porque não existia um sistema de Horda vs Beast Mode.
Para quem não sabe, o modo Horda é aquele onde o jogador controla os COGs (os Gears, por assim dizer) contra 50 ondas de Locusts, com a maior variedade possível de inimigos e chefões. É um survival basicamente. O modo Beast surgiu no final da trilogia e consiste num sistema de invade e conquiste e mate tudo que se mexer. Mas em Beast o jogador controla uma porrada de Locusts, cada um com controles e mecânicas próprias. Mas é um modo curto, possui apenas 12 ondas. De fato o modo Beast foi algo que entrou em Gears 3 nos estágios finais de desenvolvimento, o que chegou até mesmo a obrigar a Epic Games e empurrar o lançamento do game de abril de 2011 para setembro do mesmo ano.
E agora surge a fusão destes dois modos: chamado Overrun. Os jogadores poderão formar times de 5 players de cada lado e escolher se querem atacar ou defender, se querem ser Locusts e suas classes ou COGs, que também passam a possuir classes. Cada personagem do esquadrão de Baird tem uma função própria, indo do engenheiro, sniper, soldado e médico. O sistema ainda está em desenvolvimento e pelo que li por aí ainda tem muita coisa cru que pode vir a mudar ou ser acrescida no sistema. Como o jogo só deve sair em 2013, a Epic Games e a People Can Fly ainda tem muito tempo para desenvolver a ideia desse novo modo, enquanto trabalha na campanha inédita e também nos modos clássicos de multiplayer (que apesar de não confirmados, fica difícil de imaginar que não existirão).
Durante a conferência de ontem, apenas pudemos dar uma olhadinha no teaser, dando o plot do novo game, que se passa 14 anos antes do primeiro Gears of War, e muito próximo do épico evento da série, o E-Day. É uma volta ao passado da mecânica do game. Veremos algo mais parecido com o primeiro Gears do que com o terceiro game, basicamente é o mesmo sentimento que muitos tiveram com o excepcional DLC RAAM’s Shadow lançado no final do ano passado.
Não duvido que Gears of War Judgment tenha surgido para ser uma expansão em DLC de Gears 3, mas sinceramente fico feliz que surgiu a possibilidade dele ser algo muito maior. Uma campanha completa, um novíssimo e bem vindo modo de multiplayer e um resgate histórico de quando os maiores inimigos eram realmente os Locusts (porque os Lambents não convenceram muitos gamers). Acho estúpido porém terem acabado com os DLCs de Gears 3. O jogo é somente para 2013, esta nas mãos da People Can Fly (de Bulletstorm), poderiam muito bem pegar um time pequeno para continuar mantendo o ritmo de maps packs em Gears 3, o que não falta é jogador querendo mais e mais mapas. Mas quem sabe, a pressão do pequeno nicho de fãs da Epic é forte nos fóruns oficiais. E o estúdio realmente se importa com o que se discute por lá. De toda forma, Judgment é muito bem vindo, ao menos pra mim, fã de carterinha. Minha franquia favorita nesta geração sem sombra de dúvida.
Saiu o trailer do game na E3 já com a HUD toda em inglês, e aí notamos que ao invés de dublagem, temo legendas! Não dá pra saber se é opcional ou se a única opção é essa, mas que me importa, hahaha, eu queria era assim mesmo! Trailer bacana, aliás, apesar de a gente já ter visto isso em outros trailers japoneses. E era só isso mesmo, dar a boa notícia pra vocês. Lembrando que data de lançamento certinha ainda não temos, somente que sairá nos EUA em novembro.
+ de 40 títulos já estão confirmados para o novo console.
Essa é a lista de jogos já devidamente confirmada para o Wii U. Como o console está previsto para ser lançado apenas no final do ano, durante os próximos meses a lista deve ficar mais encorpada, mas do jeito que está ela me agradou por oferecer uma boa variedade de jogos, atingindo desde o jogador que gosta de jogos mais simples até aqueles que se destinam a grupos de pessoas. De fato, de todos os consoles de mesa que a Nintendo lançou até hoje, essa é a maior e mais variada line-up de lançamento.
Nintendo Land – Nintendo
Pikmin 3 – Nintendo
New Super Mario Bros. U – Nintendo
Wii Fit U – Nintendo
Aliens: Colonial Marines – Gearbox Software
Assassin’s Creed III – Ubisoft
Avengers: Battle For Earth – Ubisoft
Batman: Arkham City Armored Edition – Rocksteady Studios
Em 1889 surgiu no Japão um pequeno negócio dedicado a fabricação de cartas de Hanafuda. A empresa idealizada por Fusajiro Yamauchi conseguiu se estabelecer como uma grande referência para aqueles que procuravam uma diversão. Fusajiro morreu em 1940, aos 81 anos de idade. Esteja onde estiver, deve ter acompanhado com satisfação toda a evolução da Nintendo. Mesmo centenária, sua criação continua a honrar seu legado e continua a divertir gerações de pessoas, agora liderada por Satoru Iwata, ainda que algumas pessoas discordem dos rumos da empresa nos últimos anos.
E no último Nintendo Direct, o atual presidente mostrou um quadro com a inscrição que ilustra a abertura desse post, com os caracteres japoneses para “Doku-so”, que na tradução para o português pode ser insterpretado como “criar algo único”. Esse lema tem guiado a Nintendo nas últimas décadas, principalmente depois que ela passou no ramo dos eletrônicos. E em seu mais recente produto, a palavra único encontra um lugar em seu nome: Nintendo Wii U. U de Único.
O novo console de mesa da Nintendo tem uma dura missão: resgatar os descontentes com os rumos da Big N na última década e não deixar escapar todos aqueles que o Wii alcançou. O console promete, mas tem que cumprir tudo e mostrar algo mais se quiser manter-se relevante nos próximos anos. A Nintendo precisa mostrar jogos e não só os seus, seus adeptos não podem mais ficarem sem os grandes jogos que fazem sucesso na concorrência. E isso vale também para o Nintendo 3DS, que vive um bom momento mas não tem como reinar absoluto como seus antecessores fizeram, diante das várias opções de entretenimento portátil de qualidade que temos hoje.
Acompanhe conosco a conferência que começará 13h, pelos seguintes links:
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