Assistindo

Papo de Série: Compilação especial dos meus últimos meses! [44 Séries] [PdS] [3 Anos de Portallos!]

Faz um bom tempo que não faço um PDS, não é mesmo? Sabem, eu realmente adoraria sentar no PC cada vez que assisto um episódio de uma série. Toda semana, cada episódio, cada série e escrever um Papo de Série aqui no blog. Mas infelizmente descobri que humanamente é impossível. Estar casado, trabalhar 8 horas por dia, ainda ter tempo de assistir, jogar e blogar sobre dezenas de coisas não é fácil E no PdS me sinto dividido. Quando é o melhor momento para fazer um, quanto tempo devo levar, qual série devo fazer já que não consigo escrever sobre tudo. É um processo mental cansativo, bem diferente do Conversa de Mangá. Ora, neste projeto são apenas 4 histórias, enquanto séries, fazendo as contas, são mais de 40 que acompanho atualmente. E quando me sinto dividido, não consigo no final das contas escrever nenhuma. Não quer dizer que vou abandonar o PdS, estou apenas dizendo que se pudesse, faria todo dia um ou mais, mas não consigo, pelos motivos rascunhados acima. Talvez algum dia, eu consiga blogar em tempo integral, talvez no recrutamento (no meio do ano), ache um maluco maior do que eu por séries americanas que só faça isso aqui no blog. O futuro é uma estrada de oportunidades.

Mas hoje é o aniversário de 3 anos do Portallos! Que melhor oportunidade para dar ao leitores algo totalmente maluco da minha parte. Meu presente para vocês é este PdS que provavelmente você não terá coragem de ler por inteiro! Rá! Uma conversa sobre 44 séries americanas que acompanho atualmente! Terá série velhas, séries novas, animações, episódios em que estou atrasado, enfim, é uma bagunça que só essa minha lista. Leia tudo por sua conta e risco. E peço desculpas pela poucas imagens ilustrativas, mas se fosse colocar imagens de todas as séries, pode ter certeza que este post não iria sair antes de 2013! XD

É isso, boa leitura e diversão! E não fiquem chateados pelo PdS não ser mais regular ou frequente aqui no Portallos. E se faltou alguma série! Por favor diga, quem sabe eu não passo a acompanhar também? Quem vê 40, vê 50, 60, 70… até cair os glóbulos oculares do rosto. Rá!

Obs: O post especial de aniversário irá ao ar daqui algumas horas, mais para o período da tarde. E para quem acompanha a gente no twitter, vou lembrar alguns posts memoráveis que o blog teve ao longo destes três anos por lá!

Vapt-Vutp! Não acompanha tudo? A lista está em ordem alfabética (só se comi bola em algum lugar), veja apenas o que você acompanha se for o caso. E não brigue porque escrevi pouco sobre determinada série. Não dá pra fazer um livro sobre todas as séries abaixo, senão não terminaria nunca!

Spoilers? Veja bem, eu tomei cuidado em algumas séries, principalmente as que ainda não acabaram. Mas séries já com temporadas encerradas (Dexter e Weeds por exemplo) ou as que estou em atraso com alguns episódios, rolou spoilers sim. Mas se você ler com cuidado, dá para parar no momento em que a coisa ficar perigosa se você ainda não souber o que vai acontecer em alguma série que acompanhe.

American Dad

Último episódio que assisti: 5×10 (Don’t Look a Smith Horse in the Mouth)

American Dad é uma série animada feita pelo criador de Family Guy e Cleveland Show. Até um tempo atrás eu tinha muita curiosidade de acompanhar esta série, mas ver pela Tv por assinatura não dá. O FX é uma mistureba de episódios e temporadas, e a coleção em DVD nunca foi lançada no Brasil. Não é a toa que American Dad não é muito famoso por aqui, afinal é quase que impossível assistir a série em sua ordem cronológica. A solução que encontrei foi assisti-la pela internet, baixando desde a primeira temporada. Trabalhoso, mas valeu a pena.

American Dad não é tão debochada quanto Family Guy e também trabalho muito mais com o tema de patriotismo americano, sendo que muitas piadas e situações, talvez não faça mesmo sentido aos brasileiros. Mas ainda assim é uma sitcom familiar, em animação, muito engraçada e naquele estilo do Seth MacFarlane de comédia. Tem piadas escatológicas, animais falantes, situações sem noção, zomba de religião, governo, da sociedade em si e até dos EUA. Nada é tabu para as animações de MacFarlane e American Dad não foge desta regra.

É verdade que as primeiras temporadas demoram para encrenar, mas com Familu Guy foi a mesma coisa. Os personagens ainda soam estranhos nos primeiros anos, suas personalidades ainda estão sendo aprimoradas, o humor do programa também acaba sendo refinado, os personagens secundários vão ganhando mais destaque para reforçar as histórias. Acredito que já lá para o final do segundo ano é que a série realmente entra nos eixos. O personagem Alien, Roger, é um dos maiores destaques da série pra mim, sempre com suas múltplas personalidades, falta de caráter e disfarces. Roger funciona tão bem quanto o bebê Stewie, em Family Guy. No começo da série isso não acontecia, mas com o evoluir do show, Roger ganha essa importância. Gosto também do Stan, pois ao contrário de Peter Grifin, ele não é tão retardado, é sim burro em algumas histórias, mas no geral, é um patriota americano que se acha o rei da cocada. Vê-lo ser demoralizado pela família e se ferrar em vários episódios é o maior barato. Seu jeitão de resolver as coisas também dá o tom a série, que mistura comédia familiar com histórias do FBI e suas conspirações.

Atualmente estou na quinta temporada, exibida ano passado, tentando colocar ela em dia para poder ver a nova temporada de Family Guy, Cleveland Show e Simpsons. E é por esta razão que não tem um espaço para estas três ultimas séries nesta compilação especial. Eu dei um pausa nelas, para poder colocar American Dad em dia. Ainda não vi nada temporada recente delas e só verei quando terminar o ano 5 de American Dad.

Um episódio show? Rapture’s Delight (5×09) com o dia do juízo final chegando, e Stan e Francine são condenados a permanecer na Terra porque transaram dentro da Igreja. Jesus chega para combater o Anti-Cristo! Hilário! Também gostei bastante do episódio DeLorean Story-An (4×16) com o Stan contruindo um DeLorean, o carro famoso de De Volta para o Futuro! É genial!

Battlestar Galactica

Último episódio que assisti: 2×19-20 (Lay Down Your Burdens)

Comecei a assistir Battlestar de farra, estava precisando de uma série de 40 minutos, de qualidade, para assistir em meu horário de almoço durante a semana. Não curto muito série de Sci-fi espacial, ainda mais aquelas que existem desde sempre, como Jornada nas Estrelas, pois possuem uma carga histórica gigantesca e não suporto começar a ver algo pela metade, e bem, ver Jornada nas Estrelas desde o começo? Não tem como! Séries assim são para quem realmente crescendo assistindo, já a acompanham também desde sempre. Para novatos, é muito difícil criar um vínculo.

A vontade de ver Battlestar Galáctica veio depois de terminar de ver a já cancelada Caprica, spin-off da série, que é meio que um prequel de tudo. Caprica me interessou por causa disso, uma história antes da história principal. A chance de ver algo desde o começo. Vi Caprica, achei interessante a mitologia do universo da série, e aí resolvi ver Battlestar. Vi que existe uma versão antigona da série. Não deu coragem de baixar e ver. As séries dos anos 70 tem efeitos especiais toscos demais, e fico incomodado com isso. Para a época era genial tais efeitos, hoje em dia ficam toscos (não é algo proposital é claro). Comecei então pela versão criada em 2003 pelo canal Scy-Fi nos EUA. Comecei errado até, pois baixei o primeiro episódio da primeira temporada e logo perecebi que existe um filme que antecede a série e que mostra o ataque Cylon as 12 colõnias da humanidade. Baixei o filme. Viva a internet, né?

E estou curtindo mesmo Battlestar Galactica. O universo criado para a série é rico em detalhes e reflexões filosóficas a respeito do caráter do próprio ser humano. A forma como os Cylons atacam e quase extinguem a raça humana e a forma como os humanos tratam os Cylons, com ódio e preconceito, é muito impactanto ao telespectador. A simpátia pelos personagens conseguem ultrapassar essa barreira de preconceito e as vezes faz quem assiste questionar que nenhum dos lados está correto. Sem contar aquele friozinho na barriga de que um futuro onde Inteligencias Artificiais se revoltem contra os humanos, não é tão improvável assim já que nós mesmo admitimos que somos seres auto-destrutivos.

Terminei ontem o segundo ano da série, sendo que estou assistindo a mesma faz só duas semanas. Admito que este ano 2 caiu um pouco a qualidade da história, lá pela metade da temporada, focando-se demais em dramalhões de certos personagens, e perdendo aquele elemento sci-fi que tem nos primeiros episódios, como o fato de viver no espaço com poucos recursos ou o suspense de conspiração e de que qualquer um pode ser um inimigo em potencial. Ao menos a coisa se recuperou no final da temporada, que terminou de forma espetacular! E lá vou assistir neste fim de semana, o terceiro ano.

Pena que a série já acabou, com 5 temporadas! Mas não venham com spoilers por favor! Felizmente tem mais um spin-off deste universo em planejamento, que irá mostrar a guerra contra os Cylons, antes deles desaparecerem por 40 anos! Show!

Um episódio show? Tem um monte, por exemplo, 33 (1×03) é genial, mostrando os Cylons atacando a frota dos últimos humanos sempre a cada 33 minutos, como um relógio. O efeito psicológico da trama nos personagens é genial. A forma como a primeira temporada termina em Kobol’s Last Gleaming (1×13) também quase me fez cair do sofá, com uma reviravolta espectacular, um dos maiores personagens sendo baleado e as cenas foram sensacionais. Se eu estivesse vendo a série em tempo real, ia ficar maluco sabendo que teria que esperar 1 ano pra saber o que aconteceu. Mas o que  gostei mesmo foi de Downloaded (2×18), mostrando um outro lado da história, as das agentes Cylons, que foram importantes para a trama. Episódio genial e que definiu o fim do segundo ano da série. Melhor mesmo que até o próprio final da temporada 2.

Being Human (EUA)

Último episódio que assisti: 1×01-02 (There Goes the Neighborhood)

Um das estréias de 2011 nos Estados Unidos. na verdade parece que é uma série baseada numa série, de mesmo nome, que existe no Reino Unido. Mas como não sou muito fã das produções britânicas, não me interesso em ver a versão original, e acabei dando uma olhada apenas na versão americana.

Não é ruim, mas como só vi os dois primeiros episódios, ainda é cedo para dizer que é imperdível. Tem alguns momentos de tédio e alguns outros momentos mais interessantes. As vezes o drama acaba maior que o elemento sobrenatural da série. A história gira em torno de um vampiro, lobisomem e uma fantasma, dividindo um mesmo teto. Todos frustados com o que são, desejando que tivessem uma vida normal, como qualquer pessoa.

A história obviamente será refinada ao longo da temporada, os vampiros tem um grupo, e parece que são os vilões da série e azucrinam o vampiro que tenta ser “do bem”. O lobisomem tem medo de si mesmo em noite de luas cheias, de matar pessoas, e de ser descoberto pelo mundo, sem mencionar que apesar de sua maldição, ele não tem super força e não se pode proteger muito dos perigos que lhe cercam, apesar de ter um faro aguçado, como de um lobo. A garota fantasma morreu recentemente e não sabe como controlar suas habilidades. O passado de todos é mostrado superficialmente no começo da história, o que é normal.

No geral, diria que vale ficar de olho e ver se a série vai ficar mais madura, menos dramalhão, mas mais divertida. Potencial tem sim.

Um episódio show? Ainda não dá pra dizer né? Mas a forma como a primeira parte do piloto termina, com a irmã do lobisomem se trancando na jaula (quarto sem maçaneta) e o carinha prestes a se transformar foi de impressionar. Não esperava isso por isso. Deu o ponto certo de climax para o próximo episódio. Realmente achei que ela fosse morrer, o que não rolou por muito pouco. Continuarei assistindo eventualmente, se ficar xarope, eu simplesmente paro de ver.

Better With You

Último episódio que assisti: 1×12 (Better with A Cat)

Outra estreante da temporada 2011. Na verdade não achei Better With You sensacional, ela é apenas boa. Uma sitcom normal de casais/família, as vezes engraçada, as vezes sem muito atrativo. A história mostra a vida de uma geração de família, que se divide em três casais centrais, duas irmãos e seus pais. Tem um foco diferente de mostrar as várias diferenças que cada casal possui, de acordo com o tempo em que estão matendo a sua relação. Um casal jovem, um já com meio caminho andado e um já com toda a estrada percorrida. As histórias são normais, de cotidiano, e não tem nada especial mesmo. Vale para assistir de vez em quando e rir. Atinge mais um publico mais adulto, que se identifica com as histórias de relação e cotidiano.

E não vou fazer indicação de um episódio nesta série, não tem nenhum episódio memorável que me lembre agora.

Bones

Último episódio que assisti: 6×11 (The Bullet in the Brain)

Bones já está ficando velhinha, estando no ar a mais de seis anos. A série nunca foi algo extraordinária, com um diferencial acerca de outras séries do gênero, mas nunca foi ruim ou tediosa a ponto de me deixar com vontade de parar. É uma daquelas séries que você assiste de vez em quando, e faz o suficiente para lhe diverir. A idéia de descobrir assassinos por meios dos ossos da vítima é interessante, mas a alma da série com certeza são seus protagonistas e o bom humor que a mesma possui.

Na temporadas mais recentes, a série perdeu um pouco do pique que tinha no começo, ficou meio dramalhão e apresentou alguns casos um pouco sem graça. Talvez o maior problema seja o envelhecimento da história. Os personagens já não tem mais para onde percorrer. Já foram baleados, enterrados vivos, tiveram um parceiro de laboratório psicótico, amaram, ficaram doentes, enfim, Booths e Brennan e todos do instituto já tiveram seus momentos e história. Depois de tudo isso, ainda fica difícil criar histórias interessante.

Talvez por isso o ano 5 termina com a separação do grupo e o fechamento do Jeffersonian. O ano 6 está atualmente trabalhando com isso, como se a série estivesse recomeçando tudo de novo. A novelinha Booth ama Bones deu uma refrescada ao colocar uma namorada para Booth, já que o casal não deve ficar junto tão cedo (isso geralmente acaba sendo feito em finais de série). Mas ainda assim a personagem de Brennan teve um excelente episódio onde isso foi explorado ao limite. Sweets também é outro personagem que gosto bastante e andou ganhando alguns bons momentos na série. Até mesmo os ajudantes rodízio do laboratório retornaram nesta temporada, com suas personalidades alteradas, mostrando que nem todo mundo é o mesmo pra sempre. Gostei mesmo.

Um episódio show? Nesta sexta temporada já teve dois episódios que achei sensacionais! Me prenderam do começo ao fim. Um deles foi The Doctor in the Photo (6×09) onde Bones passa o episódio achando que a moça morta no caso da semana é ninguem menos, ninguém mais do que ela mesmo (filosoficamente dizendo). Sensacional os devaneios de Bones e o impacto emocional do episódio no fim, com ela se declarando ao Booth. E outro episódio excelente foi exatamente o último que assisti, The Bullet in the Brain (6×11), com Sweets sendo atormentado pelas palavras da serial killer que enterrou Bones e Hodginstemporadas pra trás. Parece que ando gostando mais dos episódios que mexem com a psicologia dos personagens do que os casos em si. Mas fala sério! O tal tiro de sniper no começo do episódio foi muito loucão! O cara estava a trilhões de quilometros de distância!

Californication

Último episódio que assisti: 3×12 (Mia Culpa)

Pois é, a quarta temporada de Californication começou e ainda não consegui assistir, apesar de estar já com os episódios no PC pronto pra ver na TV (pelo X360). Gosto de Californicaton, alias gosto de quase toda a série do canal americano Showtime, pois são séries que abordam temas sem pudores. Os personagens usam drogas, transam em qualquer lugar, falam palavrões, são pervertidos de forma generalizada, enfim, mostra uma realidade mais censurada em outras séries produzidas pelos canais de TV aberto nos EUA.

E eu achei que o ator David Duchovny nunca iria deixar de ser o eterno Mulder de Arquivo X. Isso até ele estrear esta série alguns anos atrás. Hank Moody é um personagem perfeito para o ator. Californication também andou apresentando um desgaste na história lá pelo meio do segundo ano, sem ter muito para onde correr, e o terceiro ano tinha teve uns dramas meio desnecessários. O melhor desta série com certeza é seu primeiro ano, onde a personagem Mia Lewis tem um papel importantíssimo na trama e no sucesso da série.

Não é a toa que o final da temporada traz a personagem de volta a trama, e revira todo o universo de Hank novamente, que andou dando uma de professor e “pegando” alunas e professoras, enquanto tentava cuidar da filha, que finalmente chegou na adolescencia. Foi uma temporada divertida no geral, e o final, com Hank sendo preso, ficou aquela sensação de que depois de toda a canastrisse do personagem, talvez ele tenha merecido isso mesmo, ainda que estivesse tentando se acertar nos últimos tempo.

Eu não faço ideia do que o 4º ano terá como foco, mas se a série continuar divertida, com certeza vou continaur acompanhando. Até porque ela é curtinha, são feitos de 12/13 episódios por ano.

Um episódio show? Na terceira temporada ficou muito engraçado o episódio The Apartment (3×08), com todas as garotas de Hank chegando em seu apartemento e ele tentando esconde-las pelo comodos do lugar para que uma não encontre a outra, enquanto toda a teia de mentiras vai desabando sobre o teto do personagem. Rá!

Castle

Último episódio que assisti: 3×12 (Poof! You’re Dead)

Castle é o mesmo tipo de seriado americano que descrevi ao mencionar Bones, mais acima. Não é uma série de alto calibre, mas também não é ruim, e se for assistida ocasionalmente, diverte e entretem o suficiente para não dar vontade de parar de acompanhar.

Tem seus altos e baixo. Em comparação com Bones, tem menos personagens secundários, e a história dos mesmos praticamente não é aprofundado na trama. O negócio da série é ter um crime maluco por episódio, e deixar o bom humor dar o ritmo do episódio. Claro que já teve alguns momentos de climax, em parte relacionados ao passado de Becket. Também gosto daquele momento da série onde o apartamente de Becket explode e castle chega para salvar. O fim da segunda temporada termino bem clichezão e meloso, dando a entender que Castle e Becket acabariam ficando juntos, mas não ficaram por um mal entendido entre eles. Tática bem batida para afastar personagens que gostam um do outro. Achei que a temporada não precisava desse gancho besta para ter um terceiro ano. Podia ter deixado rolar algo mais interessante.

Mas fora isso, Castle fica nesse chove e não molha entre a dupla de casal da história, tal qual Bones. Porém Bones tem mais drama, e análise forense. Castle usa um ritmo mais de histórias de detetive, com interrogação de suspeitos e o pessoal do homicídio segundo pistas e caçando o assassino por pistas e palpites. Eu não ligo pra nada disso, o que curto mesmo são as piadinhas, brincadeiras e bom humor do personagem do ator Nathan Fillion.

Um episódio show? Gostei bastante do recente episódio Nikki Heat (3×11), com participação especial da atriz Laura Prepon, mais conhecida pela personagem que ela fez em That’s 70th Show, a eterna Donna. No episódio ela interpreta uma atriz que irá fazer o papel de Becket num filme baseado no livro que Castle escreveu. Ela passa o episódio inteiro imitando Becket e ajudando na investigação, além de tentar dormir com o Castle. Bom humor, é assim que Castle torna-se uma série boa. Pois os momentos mais sérios realmente deixam a desejar pela falta de melhor construção da trama dos personagens em si. Apesar de que isso parece estar sendo aperfeiçoado para dar novos rumos a série. Mas ainda está devagar demais.

Chuck

Último episódio que assisti: 2×04 (Chuck Versus the Cougars)

O que me levou a acompanhar Chuck foram indicações de outras pessoas e sites na internet, que viviam elogiando a série, e depois teve aquele rolo de quase cancelamento. Isso acabou despertando a minha curiosidade pelo programa, que sempre foi chamado de nerd e tal. Mas talvez haja algo errado comigo, porque não consigo me simpatizar com Chuck. Citei mais acima como Castle e Bones são programas legais de ver de vez em quando e não tiram o pique para parar de ver, mas no quase de Chuck, eu já assisto alguns episódios querendo largar mão. Acho que só não desisti de vez ainda da série porque a minha esposa tem uma simpatia maior do que eu pela mesma. Tanto é que estou ainda vendo a segunda temporada, e olha que comecei a série lá pro meio de 2010, mas não bate a vontade de continuar, e acabo sempre dando prioridade a outra coisa e muito ocasionalmente rola um ou outro episódio.

Porém, do piloto até onde assisti, a série tem sim uma considerável melhor, tanto no trabalho da história, quanto das missões de espionagens em que Chuck se envolve. Até mesmo os personagens nerds que trabalham com Chuck deixam de ser apenas esquisitos e passam a ser esquisitos engraçados. Mas ainda vejo a série como algo batido e previsível, faltando um pouco com um enredo e humor mais inteligente, sem tantas piadas cliches e bobinhas.

Veja bem, não estou dizendo que Chuck é ruim, mas tento em vista o oceano de séries que acompanho, esta é uma que não consegue me prender, e pela forma que o pessoal gosta da série, realmente gostaria de curtir mais a mesma. Um dos últimos episódios que acompanhei, foi com um pouco do passado da personagem Sarah, mostrando como ela era no colegial. Gostei bastante deste episódio e de mostrar esse lado mais frágil da personagem. Cassey também teve uns episódios para trás desses onde comenta mais sobre seu passado. E até que as cenas de ação melhoraram bastante, tem uma que Chuck está no alto de um apartamente e cai na piscina, depois de muito esforço para não cair, ficou uma cena bem montada. O draminha do romance entre Chuck e Sarah também não me chega a incomodar como algumas outras séries que acompanho e usam do mesmo artifício, até gosto do vai e não vai deles, e da forma como Chuck vai ganhando outras namoradas nestes episódios iniciais que assisti. Mas é isso. Será que algum leitor consegue me dar um ânimo para voltar a ver Chuck?

Como estou bem atrasado na série, nada de “episódio show”, por aqui. Talvez num futuro, se conseguir me adiantar na história, posso voltar a tentar comentar sobre Chuck aqui no blog.

Community

Último episódio que assisti: 2×14 (Advanced Dungeons and Dragons)

- Cena do episódio Advanced Dungeons and Dragons! Chang fantasiado de Elfo Negro! XD

Olha, não sei como Community está indo nos EUA, pois tem toda aquela história de ser uma série com orçamento barato, que surgiu como tapa buraco na programação, teve baixos indices de audiência no primeiro ano, mas ainda assim, parece que está criando uma assustadora legiões de fãs, devido ao humor escrachado, as paródias e roteiros com originalidade e criatividade. Particularmente, acho que não tem série mais engraçada em exibição atualmente, acho ela ridicularmente hilária. E quando a série começou na temporada passada, não dava tudo isso para a mesma. A propoção da qualidade só foi crescendo.

Esta segunda temporada está sensacional, com episódios realmente geniais. Adorei o episódio de halloween com zumbis, bem quando The Walking Dead estava explodindo pelos 4 cantos da internet. Adorei o episódio da caneta perdida, acho demais estes episódios que rolam numa única sala, quase sem história, só metralhando piadas e humor non-sense. Me lembra muito Seinfeld, série que sou fã de carterinha. O especial de natal, feito em stop motion também foi genial, algo bem ousado mesmo. Não vejo uma série de comédia americana ousar e diversificar tanto seus episódios assim a muitos anos. Arrisco até a dizer que se os produtores não deixarem a bola cair, é muito capaz de que Community vire mesmo uma espécia de Seinfeld desta geração.

Preciso elogiar especialmente o ator Chevy Chase, que retornou das cinzas, depois de muito tempo desaparecido e esquecido e a cada participação que ele tem na série, ele consegue me fazer passar mal de tanta risada que dou com o personagem Pierce. Também achei ótimo que Chang nesta temporada passou a ser um aluno, deixando de ser professor de espanhol, e está fortemente se solidificando no grupo principal da série. Chang é realmente um personagem hilário. Isso acabou meio que deixando o Abed meio de lado nesta temporada, sem uma história para o personagem fluir, mas como ele teve bons momentos no ano passado, acho que dá para relevar, até porque ele teve seus momentos nesta temporada, no próprio especial de natal e contra as “garotas malvadas” de Greendale. Quanto a Jeff e Britta, o casalzinho da série, gostei da ideia de tirar um pouco do foco dos dois e colocar mais ácido nos episódios e  maior atenção no grupo de estudo em si. A série se aperfeiçou nesta temporada.

Muita gente comenta que The Big Bang Theory é a série mais nerd na TV atualmente, mas eu discordo. Community dá de 10 a zero em Big Bang, que está dando sinais de cansaço, mas isso eu converso mais abaixo, quando chegar na turma de Sheldon. Community conseguiu uma fórmula de ser nerd, através de paródias e estilo jovem, sem precisar de um Sheldon, e sem aqueles draminhas de quem vai ficar com quem, um casalzinho meloso para atrair telespectadores. A série anda apostando em um efeito mais Family Guy de ser. O que acho ótimo. E Big Bang nessa comparação, está mais Simpsons, está mais comum a cada episódio. Séries precisam de atrativos e diversidade, senão as pessoas cansam. Talvez seja injusto a comparação, Community está apenas em seu segundo ano. Talvez.

Um episódio show? Apesar de ter citado alguns mais acima, preciso elogiar o brilhante episódio Advanced Dungeons and Dragons (2×14) na qual tiver o prazer de assistir, por duas vezes, esta semana. Simplesmente genial o clima Senhor dos Anéis durante uma partida em tempo real de Dungeons & Dragons feito pelos personagens da série. A trilha sonora, os efeitos, as piadas. Tudo estava perfeito. A maquiagem de Chang como Elfo negro? UAU! Pierce como o vilão? UAU em dobro! E até eu me simpatizei com Fat Neil! Coloco esse episódio num pedestal mesmo, junto com aquele clássico do Seinfeld com a competição de masturbação (Master of my Dominion). Genial!

Cougar Town

Último episódio que assisti: 2×13 (Lost Children)

E acho que não consigo dar uma explicação que faça sentido de porque diabos eu assisto Cougar Town. Talvez seja simplesmente o fato de que um dia, num passado distante, era fã de Friends. Aí como a atriz Courteney Cox é a protagonista da série, cá estou assistindo a mesma. Não que a série seja ruim, ela é engraçado até certo ponto, mas é uma série tosca em certos sentidos. Você acha graça num bando de adultos jogando moedas em uma lata? Eu não consigo. Tem certas atitudes que os protagonistas de Cougar Town possuem que acho muito forçado.

Basicamente não há história, é apenas uma comédia onde a cada semana, os personagens, vizinhos entre si, estão fofocando e sacaneando uns aos outros. Não me leve a mal, até consigo rir nos episódios, mas não vejo como uma série assim pode ter uma duração longa na TV. Em seu segundo ano, já sinto certo marasmo em alguns episódios. Ao menos Jules e Grayson não ficaram naquele cliche de chove e não melhor de casais em séries, e estão juntos. Isso não estragou o ritmo da série. Ufa!

Gosto da personagem Ellie, gosto de personagens sarcáticos e com ego lá no topo. A Ellie é assim. Também gosto dos momentos entre Laurie e Travis, seria legal se os dois tivessem um relacionamento. Talvez por isso o personagem do Travis pareça ter dado uma espichada nesta temporada. Cougar Town é uma daquelas séries que dá para assistir enquanto se esquenta o almoço, toma café na cozinha vendo a TV lá da sala, ou quando está usando o PC em frente a TV. Uma série que você assiste assim, passando o tempo enquanto faz alguma coisa. Não é ruim, mas tem muito o que melhorar, ou melhor, tem que parar com algumas coisas bobinhas que os roteiristas colocam os personagens para fazer. Este último episódio que assisti, Jules propõe que o grupo de amigos, todos adultos barbados, brinquem de esconde-esconde. Fala sério! Toda a cena que ela propõe isso é ridícula, ainda que a execução do episódio, deixa a coisa adulta e engraçada. Mas a cena inicial é forçada demais.

Um episódio show? Realmente só fazendo muita força para lembrar de algum memorável, mas acho que um bacana e não tão bobo desta temporada é No Reason to Cry (2×11), onde Jules fica matando animais acidentamente durante todo o episódio. Dei boas risadas nesse episódio, até mesmo na cena com o veterinário e um esquilo.

Dexter

Último episódio que assisti: 5×12 (The Big One)

Inicialmente tinha planejado criar um PdS solo para tratar da quinta temporada inteira de Dexter, uma das melhores séries da atualidade na minha opinião, mas contratempos e falta de tempo acabaram me fazendo perder o momento oportuno para o post. Mas não podia deixar de incluir Dexter nesta compilação, mesmo que a série tenha terminada em dezembro passado.

O Théo (se minha memória não falha) comentou no forum da equipe uns tempos atrás dizendo que não curtiu esta quinta temporada da série. Eu já gostei, tanto quanto a temporada anterior. Acho que o ano 4 só vence mesmo, pelo climax final que teve, que conseguiu ser muito mais tenso e impactante para o universo da série, do que esta temporada que já se encerrou. Mas no geral eu curti demais como o quinto ano percorreu, com Dexter no começo da série bem humano, sentido pesar pela morte de Rita, se culpando pela tragédia que ocorreu. Achei meio conivente a forma como os produtores tiraram os filhos de Rita de cena de boa parte da temporada, deixando apenas o bebê Harry em foco. Gostei da ideia de colocar um novo interesse romantico para Dexter, a Lumen, assim como achei excelente a ideia de uma seita de torturadores/assassinos de mulheres e da Lumen descobrir o segredo e quem realmente Dexter é, coisa que os produtores não puderam fazer com a Rita. Consegui ter um verdadeiro ódio pelo grupo vilão da temporada e fiquei com pena de Dexter no final da temporada, sacanagem Lumen não ficar com ele, estava torcendo por isso.

Claro que a temporada teve alguns baixos, como as histórias paralelas com alguns personagens da Delegacia, como Batista e Laguerta, a babá que Dexter arranjou para Harry estava achando ela um porre, e faltou um pouco mais de emoção aqui e ali ao longo da temporada. Mas no geral, achei que a série manteve a qualidade, mesmo perdendo a personagem Rita. Estava torcendo para a Rita aparecer mais vezes como um fantasma na cabeça de Dexter, mas pelo visto, por causa da atriz estar como protagonista na nova série No Ordinary Family, não tenha sido possível fazer isso.

Um episódio show? Esta temporada tem alguns episódios ótimos. O primeiro, My Bad (5×01) mostrando Dexter enfrentando o luto pela morte de Rita, Take it! (5×08) com Dexter e Lumen caçando no semitário do vilãozão da temporada, e Teenage Wasteland (5×09) com Astor retornando a série, mais madura do que quando saiu no começo da temporada. Uma boa temporada, com vários momentos marcantes. E fiquei com a pulga na orelha no final da temporada, com Debra e Dexter cara a cara, escondidos apenas por uma cortina branca. Será que isso indica que os roteiristas pretendem em breve desmascarar o verdadeiro Dexter para Debra? Ho ho, seria legal!

Episodes

Último episódio que assisti: 1×04 (Episode Four)

Outra série estreante desta temporada e mais uma com um ex-Friends. Também é outra série do canal Showtime, o mesmo canal de Dexter, Californicaton e Weeds. Estes foram os dois motivos que me levaram a dar uma olhada na série. E até que não achei ela ruim, me simpatizei com a história, que mostra os bastidores da criação de uma série nos EUA, através de um casal de roteiristas britânicos. Até onde o programa que eles criaram se mantém fiel a concepção original, onde os executivos do estúdio modificam, e a dia a dia da vida em Los Angeles. História de bastidores sempre são legais, apesar de ser difícil diferencia o que é verdade e o que é armação nesse tipo de história. A série ainda conta com o reforço do ator Matt LeBlanc, o eterno Joey, interpretando uma versão de si mesmo.

Como tudo está começando, ainda é cedo para analisar com profundidade a qualidade da série, particularmente, gostei mais de assistir os dois primeiros episódios de uma só vez, do que acompanhar semanalmente os outros dois. Parece ser uma daquelas séries que fica mais divertido se deixar acumular uns dois ou três episódios e deixar para ver tudo de uma única vez. A série é engraçada? Eu pelo menos achei, daquele humor negro e sensasionalista das estrelas de L.A., mas ainda assim, gostei do bom humor, principalmente dos dois personagens britânicos que são os protagonistas da história. Como os hábitos deles são muito diferente do estilo de vida americana, cria-se um excelente contraste de cultura, enquanto ainda é possível mostrar os bastidores de criação de um seriado para a TV americana. Matt LeBlanc também me parece bastante confortável em seu personagem, interpretando uma versão arrogante e metido de si mesmo, sem perder aquele humor que fazia sucesso em Friends.

Como assisti apenas 4 episódios, ainda é cedo para recomendar um episódio. O ideal mesmo é que aos que ficaram interessados, que vejam desde o começo para entender a história e a construção de cada personagem.

Fringe

Último episódio que assisti: 3×11 (Reciprocity)

Já foram feitos alguns PdS desta temporada atual de Fringe, não por mim, e realmente não tenho muito a acrescentar. Gosto de Fringe, gosto da forma como ela trata sci-fi com seriedade e como alguns conceitos de tecnologias que não existem, parece que realmente existem segundo a visão da série. No começo Fringe era uma série meio monótona, parecia sem foco, mas a coisa realmente melhorou da segunda temporada para cá. O conceito de realidade alternativa e até mesmo a viagem para esta realidade são um dos grandes méritos da história até agora. Tem um toque de originalidade e criatividade no formato.

Quanto ao terceiro ano, quando tudo começou, cheguei a ficar cansado em alguns episódios com a Olivia do bem e do mal revizando toda a semana. A Olivia presa no universo alternativo teve histórias melhores do que a Olivia do mal na nossa realidade, sem mencionar que a Olivia original tinha uma meta em seus episódios, que era retornar a realidade original, enquanto a Olivia falsa ficava me soando falso demais nestes episódios em que a historia retratava. Mas felizmente essa dança de dois mundos não durou toda a temporada, pois eu achei que iria. A Olivia voltou a sua realidade e tudo melhorou bastante, tenho curtido muito os episódios atuais, apesar de que o Peter as vezes me soa xarope demais, como neste episódio Reciprocity, o último que assisti. Achei forçado a forma como os roteiristas fizeram para que ele saisse matando os transmorfos da outra realidade.

Fringe é atualmente uma das minhas séries favoritas, mas ainda tenho um medo de que ela caia na mesmisse ou enrole demais nos mistérios que a mesma propõe. Assisti com um pé atrás, pensando até quando ela será divertida. A série não deveria passar uma confiança maior pra mim? Não sei explicar porque penso assim.

Um episódio show? Desta terceira temporada, gostei muito do episódio The Firefly (3×10), com os observadores e viagem no espaço-tempo, já naqueles da realidade alternativa, achei original o episódio Amber 31422 (3×05), com os gêmeos e toda aquela história em volta do ambar que impede a destruição do mundo. Mas os meus episódios favoritos até o momento são dois da segunda temporada: Jacksonville (2×15) com um prédio viajando entre dimensões, foi neste episódio que percebi que jamais iria deixar de ver Fringe, a série entregou a minha carterinha de fã neste episódio. E Brown Betty (2×20), que muita gente não curtiu, mas eu gosto quando séries brincam com episódios musicais e apesar de não contribuir para a historia geral, foi um episódio bem divertido de assistir.

Futurama

Último episódio que assisti: 7×13 (The Futurama Holiday Spectacular)

A única série que mantive PdS nesta temporada. Foram três PdS, aqui, aqui e aqui englobando 11 episódios da temporada atual. Só não fiz os últimos dois episódios, 12 e 13, porque demorei para assisti-los e quando o fiz, já tinha terminado a janela oportuna para fazer o post. No momento Futurama encontra-se em hiato nos Estados Unidos, devendo retornar com sua temporada atual em algum momento deste ano. Estou aguardando ansiosamente, pois é a minha série animada favorita do momento. Pra mim, Futurama superou Simpsons desde o seu primeiro episódio, acho simplesmente sensacional a visão que Matt Groening tem do futuro da humanidade. Tem o mesmo impacto que Os Jetsons teve no passado para outra geração, quando as pessoas pensavam que hoje em dia já teríamos carros voadores.

Me entristece ver que muitos no Brasil nunca deram chance para Futurama e que a mesma não faz o mesmo sucesso dos Simpsons por aqui, até mesmo nos EUA o sucesso não é igual. Já tive alguns membros da equipe que se tornaram fãs da animação de tanto que enchi o saco no forum, elogiando e dizendo que eles deveriam assistir. O ideal para quem não conhece a série, é procurar os DVDs completos com os primeiros anos e assistir na ordem correta, pois a história tem sim uma certa cronologia e fica bem mais divertido ver desta forma. Quem assiste episódios avulsos muitas vezes não consegue ter afinidade com o show.

Um episódio show? Putz, são dezenas. Da temporada mais recente, achei fenomenal o episódio The Late Philip J. Fry (7×07), onde o Professor, Bender e Fry viajam até o fim da tempo-espaço, vendo a evolução da humanidade e sua extinção através dos milenios. É genial esse episódio. Lethal Inspection (7×06) com Hermes e Bender também merece elogios, pelo final inteligente e tocante. Um dos clássicos do passado, adoro Roswell That Ends Well (4×01), onde Fry descobre que ele é descendente dele mesmo. Rá! Outro episódio hilário é Amazon Women in the Mood (3×05), com as Amazonas requerendo fazer sexo com toda a tribulação masculina da Planet Express, um dos mais engraçados episódios com Zapp Branningan. São tantos episódios clássicos…

Glee

Último episódio que assisti: 2×11 (The Sue Sylvester Shuffle)

Sabe uma coisa que funciona muito bem em Glee e em geral vira um ponto negativo em outras séries? A falta de profundidade na história. Glee não tem complexidade nos dramas, as histórias dos episódios, quando possuem alguma história, funcionam exclusivamente para que os musicais continuem acontecendo. Soma-se isso aos personagens bizarros e anormais, que geram um excelente tom de humor, e pronto, Glee é um sucesso na TV Americana. Sei que é um resumo incompleto, mas é assim que vejo Glee.

Alguns episódios são legais, outros são chatos, as vezes tudo depende do repertório, muito mais do que a história em si. E pior que não sei dizer se a segunda temporada teve uma melhora na série em geral, mas arrisco dizer que sim, estou achando os episódios atuais mais consistentes, as vezes temáticos, mas vezes mais engraçados, inclusive a Sue Sylvester está mais engraçada no mesmo patamar que está mais bizarra a cada episódio. Mas em compensação ainda sinto um pouco de falta de emoção. Deveria rolar mais campeonatos de coral em Glee, maiores duelos e tal.

Um episódio show? Dá para citar três momentos bacanas desta temporada: Britney/Brittany (2×02), Duets (2×04) e também adorei a brincadeira em A Very Glee Christmas (2×10) com Sue imitando o Grinch e roubando o natal!

Gossip Girl

Último episódio que assisti: 4×12 (The Kids Are Not Alright)

OK, talvez essa seja uma série bobinha para um cara como eu assistir. O público dela obviamente são adolescentes. Mas essa é uma das outras séries que uso para passar o tempo, entre almoços e quando não tem nada melhor para ver. Até algumas semanas atrás eu ainda estava estagnado lá para o fim da segunda e terceira temporada, aí resolvi ver tudo de uma vez e ficar acompanhando junto com os americanos, acumulando um ou dois episódios por vez.

O que me levou a conferir Gossip Girl foi quando ela foi lançada, aquela propaganda de ser uma série dos criadores de The OC, outra série juvenil que nesse caso, gostava demais, até ficar xarope lá no final de tudo. O primeiro ano de GG até que dá para ver e se divertir sem compromisso, quando ainda está sendo apresentado esse universo de jovens da altíssima sociedade de Nova York, e gosto do final do primeiro ano, com o grande segredo de Serena sendo revelado e tal, bem naquele clima dramático que gostava em The OC. Depois disso, a série não teve muitas mudanças. Ela está no quarto ano de exibição e continua com os mesmos temas, os personagens ficam naquele troca troca de interesse romantico, as mesmas fofocas, as mesmas intrigas. É uma série que não tem nada a acrescentar. Isso é ruim? De forma alguma, para o público que ela visa, não precisa de algo complexo ou grandes acontecimentos que mudam a vida de todos os personagens. Ela continua explorando e sendo fiel a sua proposta original, só meio com receio e medo de ousar e diferenciar e perder publico caso faça algo assim.

Uma personagem que é semi-regular da série e que sempre me divirto quando aparece é a tal Georgina. A atriz, Michelle Trachtenberg, é a mesma que fez a irmã da Dawn em Buffy A Caça Vampiros nos anos 90, uma série que sou fã de carterinha, apesar de hoje em dia ser taxada de trash por alguns (o que acho meio injusto). Um personagem que me irrita é o Chuck, não sei porque, mas acho o personagem um porre, até melhorou quando colocaram para se relacionar com Blair, mas ainda assim, continua sendo um completo canastrão, apesar de que obviamente, é assim que os produtores querem que ele seja mesmo. Curiosamente o Dan, que tinha um papel mais importante no primeiro ano da série, foi perdendo destaque ao longo destes anos de série, assim como uma certa identidade pessoal e agora parece meio perdido e dispensável dentro da trama, o que é uma pena, até que estava gostando dele namorando a personagem Olivia, a personagem da atriz Hilary Duff fez no terceiro ano da série. E agora colocaram Dan novamente enrolado com a Serena, mas putz, isso já não rolou na primeira temporada? O que Gossip Girl anda precisando é de novos personagens fixos, podia até matar um ou outro, só pra justificar algo assim.

E sem episódio show nesta série. Apesar de ter vários momentos divertidos nestes 4 anos, não sei apontar um único episódio em si que valha a pena assistir avulsamente.

Grey’s Anatomy

Último episódio que assisti: 7×13 (Don’t Deceive Me (Please Don’t Go))

Não sou grande fã de séries médicas. Nunca gostei de Plantão Médico (ER) por exemplo. Dito isso, não sei explicar justamente porque gosto de Grey’s Anatomy. Talvez pelo conceito de médicos-estudantes me atraia. Como não assisti muitas outras séries médicas, não tenho como comparar essa diferença entre elas. Só sei que gosto e continuo assistindo. O que torna Grey interessante também, na minha opinião, é o rodízio de personagens que a série teve ao longo destes sete anos. Uns morreram, outros foram embora, novos surgiram e tornaram-se fixos. Essa constante reformulação no time do programa, deixa as histórias sempre novas e divertidas.

É verdade que as vezes a série parece meio como uma novela, com dramas exagerados, com melação demais de certos casais, e até mesmo o foco médico se perde as vezes. Mas ainda assim, a série teve seus excelentes momentos ao longo dos anos, até mesmo jogadas ousadas dos roteiristas, devido a atrito de atores que queriam sair da série de sopetão. A história sempre trabalhou bem com estes acontecimentos na vida real, adaptando-se e improvisando com os personagens que tinha em mãos.

Em relação a esta temporada sete, não tenho muita coisa a acrescentar. Gostei do excelente final da sexta temporada, um dos melhores finais de séries em 2010, e gostei da forma como a série voltou e de um ou outro episódio que explorou os traumas sofridos pelo personagem deste acontecimento. É verdade que estava meio cansado do dramalhão da Cristina não querer mais ser médica e estava com medo de que isso fosse enrolar até o fim da temporada, felizmente uma preocupação que não existe mais, já que tudo voltou ao normal. Fico na espectativa para o final da temporada deste ano da série, já que tem um baita peso de ser melhor ou ao menos equilibrado com o final da temporada passada.

Um episódio show? Simplesmente emocionante o episódio Disarm (7×11), mais uma vez explorando um medo real da sociedade e do setor de traumas do hospital Seattle Grace. Em contrapartida odiei o episódio documentário These Arms of Mine(7×06), achei que a narrativa não combinou com a série, a história ficou xarope e tudo saiu forçado e falso demais. Mas Grey’s Anatomy é assim mesmo, com seus altos e baixos, mas sempre com uma boa qualidade de histórias que prendem os fãs da série.

House M.D.

Último episódio que assisti: 7×11 (Family Practice)

Bem, como o Pedro retornou a escrever sobre House aqui no blog, não vou me extender muito, pois a minha opinião sobre a série não é uma das mais positivas e sei que ela tem um monte de fãs que ainda gostam da mesma. Pra mim, House acabou faz tempo. A série perdeu o ritmo, ficou desinteressante, os produtores tiveram que apelar chamando a velha equipe médica do House de volta, a história está noveleira e os casos medicos não são tão intererssantes quanto eram quando tudo começou. Nem mesmo a finalmente relação assumida de Cuddy e House está me entretendo mais. Depois de tanto enrolar, o efeito do relacionamente deles não teve o mesmo impacto que achei que teria. Wilson também ficou desinteressante ao longo da série e nem mesmo as brincadeiras de House ou o decaso dele com seus pacientes é tão emocionalmente quanto no passado.

Então por que diabos eu ainda assisto House? É uma boa pergunta que não sei qual deveria ser a resposta. Vejo tanta coisa, talvez ainda tenha esperanças que a série melhore, ou fique esperando alguns episódios de qualidade que pipocam as vezes na temporada. Sim, ainda existem episódios maneiros, estava comentando no parágrafo acima de uma forma geral da série, mas ainda temos bons momentos em House. São raros, mas eles existem.

As novidades no sétimo ano da série foram o relacionamento de House e Cuddy, que até agora não teve nada demais na minha opinião, a saída da Treze e a entrada da mocinha do Joan of Arcadia. Foi uma troca interessante? Não sei, depois de alguns episódios, a nova personagem, já começa a me cansar, já que suas atitudes são previsíveis dentro da sua própria personalidade.  Nem o divórcio do Taub me convenceu, já que o personagem meio que merecia isso, e faz muito tempo. Sei lá, acho que House sempre se sustensou em seu protagonista principal e no caso médica da semana, se o caso não é realmente interessante, com reviravoltas e surpresas que o telespectador não consiga prever, 80% da graça da série vai para o ralo.

Um episódio show? Infelizmente nesta temporada não consigo lembrar de nenhum memorável. Talvez o episódio A Pox on Our House (7×07), que achei o caso médico muito criativo e fiquei preso no enredo do episódio.

How I Met Your Mother

Último episódio que assisti: 6×15 (Oh Honey)

How Met é uma das séries mais injustiçadas no Brasil. Uma tremenda sacanagem, porque ele é de uma qualidade fabulosa, engraçada e inteligente. Nem sei se passa ou já passou alguma temporada na TV aberta, mas na TV por assinatura até um tempo atrás ela se escondia num canal, passando de madugrada uma vez por semana. Ridículo! Pra mim esta série está no mesmo nível de um Friends. Uma das minhas séries favoritas da atualidade. Ah, e nada de DVDs da série por aqui também, que tristeza. Para quem quiser assistir How Met, recomendo baixar tudo pela internet. Foi a única forma que encontrei de ver tudo em ordem cronológica.

A série mostra um grupo de amigos, sendo narrada pelo protagonista, 30 anos no futuro. Ou seja, a série está em contagem regressiva. Vai durar 30 anos? Duvido. O personagem principal é Teddy Mosby, que sonha com a mulher dos seus sonhos, tem esse desejo de casar, ter filhos e ficar seu feliz para sempre. Sabemos que ele terá tudo isso, afinal, a história é narrada pelo Teddy do futuro, para seus filhos, e até o nome da série, deixa claro que Teddy encontra seu amor. A série se preocupa com a jornada.

O grande mérito da série são seus personagens únicos, cada um com suas histórias, problemas e personalidades, assim como Friends tinha estas mesmas qualidade. O diferencial da série é realmente a narrativa, muitas vezes a história é contada de uma maneira original, com várias versões, com nomes trocados, com historias paralelas que se cruzam, com detalhes que só vão fazer sentido depois de alguns episódios. Como este último que assisti, onde ao contar a história, Teddy não se lembra do nome de uma garota, então todos os personagens a chamam de “Oh Honey”. Claro que se ela acontecesse em tempo real, não seria assim, mas como é um conto, os roteiristas permitem essa liberdade criativa. Assim como muitas vezes o Teddy diz, “olha, não sei ao certo se foi isso que realmente aconteceu, mas é como nós lembramos” e o episódio segue com a história nessa linha diferente de narrativa.

Depois de seis temporadas, admito que alguns elementos começam a ficar cansativos, e até mesmo o recurso de como contar a historia da semana, começa a perder um pouco da originalidade. Cheguei a pensar em algum momento da quinta temporada, que o show iria cair de qualidade, mas a temporada atual conseguiu levantar a moral dos fãs. Modificando algumas coisas, deixando alguns episódios mais divertidos e parando de enrolar em alguns pontos chaves da história (Robin por exemplo, que não saia de lugar a muitas temporadas). Eu gostei de vários episódios da temporada atual, assim como a emoção que rolou nos últimos episódios, com a morte do pai do Marshall. A série estava precisando de um momento assim.

Um episódio show? Subway Wars (6×04) foi o maior barato, com o grupo apostando corrida em Nova York! Cheguei a fazer um PdS deste episódio, mas não tive tempo de terminá-lo e acabou indo para a lixeira, mas foi um episódio realmente hilário. Blitzgiving (6×10) com a participação do ator que fez Hurley em Lost ficou também bem engraçado, assim como me rachei de rir com The Mermaid Theory (6×11) com Ted com medo de morrer no navio do capitão! Por último, Bads News e Lost Words (6×13-14) foram os mais emotivos até o momento, ainda com um bom toque de humor de forma apropriada, algo realmente dificil de se conseguir numa série de comédia.

Memphis Beat

Último episódio que assisti: 1×05 (One Night of Sin)

Gosto do ator Jason Lee (My Name is Earl) e só por isso resolvi conferir Memphis Beat. Uma série da TNT americana. Geralmente evito assistir muitas séries de crimes e policiais, mas como era o Jason, deu vontade de dar uma olhada. Tudo bem que só vi 5 episódios ainda, mas até que é uma série realmente divertida. Dá para ver sem compromisso, algo mais ocasional.

Um dos méritos dos poucos episódios que assisti foi a trilha sonora da série, que mescla sucessos do Elvis Presley, já que o pessoal da cidade tem essa grande atração pelo cantor. Fora isso, não sei realmente apontar outros méritos que a mesma possui. Jason fez o personagem Dwight, detetive dessa cidadezinha, resolve o caso criminal da semana e pronto. Não é uma série dramática, ela usa o bom humor, assim como Castle e Bones, comentados mais acima. O elenco de apoio de Jason Lee não fica para trás também: DJ Qualls, Alfre Woodard e Sam Hennings.

Vi muito pouco para poder escrever mais, assim como recomendar um episódio marcante, mas recomendo que cada um dê uma olhada por si próprio e digam o que acharam da série. A primeira temporada tem apenas 10 episódios, exibidos ano passado, mas a mesma não foi cancelada, então novos episódios devem ser produzidos e exibidos ainda em 2011.

Modern Family

Último episódio que assisti: 2×13 (Caught in the Act)

Modern Family é atualmente um dos grandes sucessos das séries. E parece ser muito apreciada aqui no Brasil também. E admito que tem todos os méritos para tal, com roteiros engraçados e várias histórias por episódio, dividindo pelo três núcleos familiares do show. Acho que todos os personagens são realmente engraçados, mas admito que me divirto mais com Claire e Phil, pois são os que mais entram em situações constrangedoras nas histórias. Gloria também tem alguns excelentes momentos em vários episódios, onde as piadas ficam impagáveis.

Achei que esta segunda temporada está indo bem melhor do que a primeira temporada, não que ela tenha sido ruim, mas a segunda está superando as situações da primeira. E é exatamente isso que devemos esperar de uma série, que ela se supera a cada episódio e a cada temporada. Adorei o episódio de halloween, aquele que Claire passa quase o episódio inteiro preso no banheiro com o encanador, aquele que os filhos de Phil e Claire os flagam transando, com a mãe do Cameron passando a mão no Mitchell e por aí vai. Um episódio mais maluco do que o outro.

Modern Family está se esforçando para se tornar a sitcom familiar da atualidade. E merece isso!  E vindo desse genero televisivo, realmente não há o que esperar mais do que ela já é. Tem que ser divertida, sem soar forçada demais, e com personagens que as pessoas possam se identificar e trazer temas atuais. Por exemplo, aquele que o Phil quer o novo Ipad de aniversário e a Claire fica encarregada de conseguir um. Isso demonstra que os roteiristas estão ligados ao mundo atual.

Um episódio show? Nesta temporada teve vários, conforme mencionei acima, como Earthquake (2×03), Halloween (2×06), Mother Tucker (2×09) e Caught in the Act (2×13).

Mr.Sunshine

Último episódio que assisti: 1×01 (Pilot)

Mais uma série estreante desta temporada e mais uma protagonizada por um ex-Friends, desta vez o ator Matthew Perry. Como assisti apenas o episódio piloto, ainda não dá para dizer muito sobre o show. A história gira em torno desse personagem do Matthew, chamado Ben, que cuida de um estádio arena, onde são realizados espetáculos e partidas esportivas. O piloto mostra o 40º aniversário de Ben, enquanto tenta apresentar toda a galeria de personagens da série.

Quem consegue roubar a cena é a personagem da atriz Allison Janney, chamada Crystal, dona da arena. Ela passa todo o episódio meio chapada pelos remédios que tomou e a personagem parece ser bem extroverdida e engraçada. Também gostei da participação de Jorge Garcia, o Hurley de Lost, neste episódio. Espero que ele continue aparecendo na série, já que fez o papel de um dos empregados do estúdio. Seu personagem, Bobert chega a perder um elefante nos corredores da arena Rá! O personagem Ben também não ficou ruim, apesar de que achei a interpretação de Matthew bem similar ao que ele já fazia em Friends, ficando dificil não pensar no Chandler.

Não me convenceu totalmente, mas foi o suficiente para que continue assistindo a mais alguns episódios de Mr. Sunshine.

No Ordinary Family

Último episódio que assisti: 1×11 (No Ordinary Friends)

Cheguei a escrever um PdS sobre o episódio de estréia desta série, lembram? Foi neste link. Cheguei a tecer bons elogios a respeito da premissa da série, que parece uma versão meio live-action de Os Incríveis. Meio nerd, meio familiar. Uma formula que tem de tudo para ser um sucesso, ainda mais com um elenco de peso, como a Rita de Dexter e o Coisa de Quarteto Fantástico (Julie Benz e Michael Chiklis).

Passados 10 episódios desde a estréia, os elogios sobre a série permanecem? Hum. Não consigo afirmar 100%, pois as séries americanas com suas temporadas com mais de 20 episódios tem o péssimo hábito de ao chegar lá pelo meio da temporada, a deixar a história se arrastar um pouco e tudo ficar meio desinteressante. Com No Ordinary Family parece que isso não fugiu muito a regra. Se passaram 10 episódios e nada mudou muito desde a estréia. Jim ainda tenta ser um super-herói, Sthepanie ainda tenta entender os poderes da familia, e os filhos ainda vivem seus dramas juvenis. O vilão supremo da série apenas anda comendo pelas beiradas, os grandes efeitos especiais que pareciam que iam rolar não rolaram e depois de 10 episódios, a série já parece cansativa na trama geral. Achei que andou faltando um pouco mais de ousadia no roteiro. Os personagens tem super poderes! Deveriam colocar situações mais malucas para eles e não deixa-los morrer de tédio no dia a dia da vida familiar.

Eu ainda aposto num final de temporada alucinante, com a adrenalina que este tipo de série precisa ter. Meu medo é que eu não aguente esperar até as coisas esquentarem ou ficarem interessante novamente.

Um episódio show? Difícil, com 10 episódios apenas, não tem um que ainda considere memorável, mas um que quase me fez colar na tela foi em No Ordinary Sidekick (1×10), quando o namorado da Katie pega a Daphne no final do episódio. Achei que algo mais hardcore iria acontecer, mas que nada, ela só perdeu a memória, e no episódio seguinte já arranjaram um solução meio bléh, para este problema. Uma pena. Se fosse numa revista em quadrinho, o vilão tinha deixado a garota em coma e a família ia caçar o cara atrás de sangue! Falta esse tipo de drama de super herói na série na minha opinião. Heroes tinha isso. Alias, por mais que se diga que Heroes tinha um péssimo roteiro (e tinha mesmo), os efeitos e personagens que a série criou eram ótimos. A série tinha uma dinamica de efeitos especiais bem maior que a No Ordinary Family, apesar de serem algo bem diferente no genero e proposta.

Outsourced

Último episódio que assisti: 1×13 (Training Day)

Uma das melhores e mais engraçada estréia da temporada. Outsourced mostra um serviço calll center para americanos situado na India. No começo me lembrava um The Office americano, mas depois de alguns episódios, dá para perceber que ela é bem mais engraçada e original do que tal comparação. Os personagens são hilários e diferentes. Talvez se brinca muita com a cultura indiana, como eles se comportam, o que comem, suas crenças. Tudo num bom humor, sem chegar a se ofender realmente. E isso é um mérito, porque é realmente uma linha tenua, entre a brincadeira e a ofensa cultura, mas Outsourced manda bem e não traz este tipo de problema.

Acho que esta é uma série que é bem complicada para se descrever assim do nada, num postão como este. Eu teria que fazer um post só para ela, apresentando os personagens e suas personalidades. Recomendo que os leitores do blog assistam alguns episódios para ver como ela é. Não é como Community que tem uma pegada jovem, mas é tão escrachada e debochada quanto. É uma série que se não perder o ritmo, pode durar por muitos anos com este excelente elenco.

Um episódio show? Bolloween (1×06) foi o especial de halloween do ano passado e foi hilário. O episódio piloto (1×01) também é obrigatório para entender a história e seus personagens e tam ótimas piadas. Homesick to My Stomach (1×10) também é hilário, o personagem Charlie começa a ganhar atenção na comédia da série, o que é mais do que justo. A Sitar is Born (1×11) dá destaque ao Gupta, um dos personagens mais engraçados da série. Mas na boa, quase todos os episódios até agora foram ótimos. Virou uma das minhas séries favorita.

Parks and Recreation

Último episódio que assisti: 3×02 (Flu Season)

Gosta de séries como The Office? Se a resposta for sim, com certeza você deve dar uma chance para Parks and Recreation! A história gira em torno de Leslie Knope, interpretada pela atriz Amy Poehler, famosa pelo seu trabalho em Saturday Night Live. Leslie é a segunda em comando num departamento de parques e recreação de uma cidade (ficcional) que localiza-se em Indiana nos EUA. Assim como The Office, a série mostra o dia a dia desse órgão do governo e do pequeno grupo que trabalha com Leslie, satirizando o governo, a burocracia, as pessoas como uma sociedade e aos próprios personagens. E não podia ser diferente, já que ela foi idealizada também por parte do grupo que produz o The Office americano.

A série está em sua terceira temporada, porém a primeira foi bem curtinha, com apenas seis episódios. No começo, Parks não parecia grande coisa, sofreu dos mesmos problemas que a série de Steve Carell tinha quando começou. Roteiros fracos, personagens mal definidos e história muitas vezes perdia seu sentido. Mas com o tempo Parks vai entrando nos eixos e torna-se uma comédia inteligente sobre a burocrácia do governo americano, e os personagens ganham força e forma definitiva. Por exemplo, o personagem Jerry Gergich, mal aparecia no começo da série, até que os produdores perceberam o grande potencial que o mesmo tem para ser aquele personagem chacota da série. Depois que o grupo de Leslie começa a sacanear Jerry, ele passa a ser bem amis frequente na série. A personagem April é outra que foi ganhando a simpatia do publico, pois no começo era ela bem apática e sem qualquer carisma. Um personagem que sempre gostei, desde o começo é o Ron Swanson, pois de alguma forma estranho ele me lembra uma versão da vida real do Mario (de Super Mario Bros), apesar de não ter nada a ver com o personagem do videogames (é só o visual mesmo). Ron é o chefe de todo o departamente, mas que não tem interesse em chefiar, preferindo apenas ficar na sua mesa o dia todo, apesar de que sempre que um de seus empregados precisa dele, contra os burocrátas do governo, Ron sabe como defende-los. É um personagem muito importante na série na minha opinião.

No começo achava meio desncessário os personagens Ann Perkins e Chris Pratt, pois eles nada tinham a ver com o tema da série, mas os produtores conseguiram na seguinda temporada integrar a motivação deles a história principal. Inclusive a história do buraco gigante, que Leslie queria transformar num parque, que foi o foco da primeira e parte da segunda temporada, deixou de ser necessário depois de um tempo e os produtores resolveram colocar um fim nesse elemento da série, para ver como a estrutura e carismas dos personagens vai melhorando conforme o tempo. Em relação a terceira temporada, ainda é cedo para dizer alguma coisa, afinal, assisti apenas dois episódios, mas ambos foram engraçados e bacanas, no mesmo nível da temporada anterior, então vale a pena continuar assistindo e ver o que os criadores do show prepararam para este ano.

Um episódio show? Rá! Achei hilário o episódio Woman of the Year (2×17) onde Ron ganha o troféu de mulher do ano! Sister City (2×05) contou com a participação especial do ator Fred Armisen, de Saturday Night Live e foi um excelente episódio.

Pretty Little Liars

Último episódio que assisti: 1×15 (If At First You Don’t Succeed, Lie, Lie Again)

Outra série recente da temporada atual, que alias fiz um PdS sobre os primeiros 10 episódios e dando uma introdução para quem nunca viu nada sobre a mesma (Leia aqui). Foi uma indicação de um leitor aqui do blog, que resolvi dar uma olhada e fiquei contente de ter encontrado uma série divertida, ainda que bem juvenil, mas com uma mistério que prende a atenção querendo sempre ver o próximo episódio.

Na verdade eu gosto desse tipo de história, de assassinado em uma cidade pequena, onde qualquer pessoa pode ser o real assassino, tem segredos espalhados por todos os cantos da cidade, uma pessoa misteriosa que chantagia e manipula os personagens principais, enfim, é uma fórmula que dá certo numa série de TV. Me lembra muito o primeiro ano de Desperate Housewives, com todo aquele mistério de quem matou (não lembro mais o nome da mulher) a tal vizinha. Quem nunca viu Desperate, digo que ao menos o primeiro ano vale a pena assistir, pois é bem divertido. Depois disso a série perde seu propósito e fica chatinha. Espero que Pretty Little Liars não siga o mesmo caminho, ao menos agora nesta primeira temporada, as coisas tem sido divertidas, apesar de que as vezes acho que os produtores poderiam levar algumas coisas mais séries, tipo, matar algum personagem secundários ou colocar um foco policial, já que quase não se tem isso na série. Entendo que é uma história baseada em uma série de livros e tal, mas hoje em dia dá para ter uma liberdade criativa em séries de TV e mudar certas coisas. Mas talvez as coisas mudem mais a frente, pois isso, não dá para reclamar de certas ausenciais de elementos na série ainda mais porque foram apenas 15 episódios que assisti.

Os 10 primeiros episódios eu comentei no link que passei mais acima, porém a série retornou em janeiro, continuando a história. O retorno não comprometeu a qualidade da história, pelo contrário, as coisas estão tão divertidas quanto estavam antes da pausa de alguns meses. A personagem misteriosa “A” parece mais ousada, manipulando mais ainda as meninas, alguns outras respostas e revelações foram feitas, mas ainda é cedo para qualquer conclusão. Achei importante que não mataram a personagem Hanna, pois do grupo das meninas, acho que ela é a mais bacana atualmente. Pretty Little Liars é uma daquelas séries que atiçam a curiosidade, e atualmente falta um pouco mais de séries assim na TV. Me divirto com ela e não tenho problemas com o toque adolescente que a mesma possui.

Um episódio show? Antes da série entrar em hiato, foram três episódios que seguraram bem a trama a ponto de não fazer me fazer desistir ou esquecer a série: There’s No Place Like Homecoming (1×06) e a sequencia The Perfect Storm (1×09) e Keep Your Friends Close (1×10). Episódios ótimos com aquele toque de suspense e reviravoltas que prendem o telespectador em frente a TV. No episódios novos até o momento não teve nenhum com um climax sensacional, mas a história vem andando, sem ficar dando voltas ou aquela sensação de que os produtores estão enrolando demais quem assiste a série.

Rules of Engagement

Último episódio que assisti: 3×05 (Lyin’ King)

Mais daquelas séries que entrou no meu rodízio gigantesco de séries assim sem motivo especial, meio sem querer, num momento em que estava sem séries de comédia para assistir e resolvi dar uma chance. Ela nem é nova, estando em sua quinta temporada atualmente, enquanto ainda estou vendo o terceiro ano. É mais uma série de amigos/casais sem grandes atrativos originais. É apenas divertida e engraçada, com um bom elenco e personagens distintos.

Admito que os personagens que mais me agradam na série são interpretados pelos atores Patrick Warburton e Megyn Price. Acho o personagem Jeff bem engraçado e seu jeitão anti-social combina com o estilo do ator. Mas não desmereço o resto do elenco, Adam é um tapado e isso gera boas piadas, já o Russel é meio que um peixe fora d’água na história, que trata de casais e o Russel é uma versão sem graça de Barney (de How I Met Your Mother), mas talvez sem esse personagem, parte do público perderia interesse pela a série. Mas sem dúvida o Barney dá de 10 a zero no Russel.

Os episódios de Rules of Engagement trabalham com velhos temas batidos e clichês de séries de relacionamento. Não há nada muito original então. Assisto mesmo ocasionalmente, quando já assisti os episódios de comédias de outras séries mais bacanas, ou enquanto estou fazendo alguma outra coisa no PC. Um entretenimento passageiro apenas. Mas ainda dá para dar boas risadas com a série, ainda que foque mais no publico adulto. A galera mais jovem pode não ver tanta graça assim.

Um episódio show? Desta terceira temporada que estou acompanhando gostei bastante do episódio Jeff’s New Friend (3×03) com a participação do ator Orlando Jones. Ficou bacana a participação do mesmo, que faz um personagem gay que vira amigo do Jeff por frequentarem a mesma academia. A série tem outros bons momentos, mas fico apenas com esse aqui. Futuramente quando chegar aos episódios mais atuais, fica melhor para fazer um balanço geral.

Running Wilde

Último episódio que assisti: 1×07 (Mental Flaws)

Uma das estreantes desta temporada 2011 que já foi cancelada. Realmente faz sentido seu cancelamento, mas quando comecei a ver a série, achei que ela tinha potencial para ser muito mais. A história junta um cara milionário, filhinho de papai, com uma mulher que luta em causas em pró da ecologia. Parecia bacana no começo, mas depois dos primeiros episódios a coisa começa a perder o sentido e o que poderia ser uma comédia bacana a respeito de uma ecologista que muda o pensamento de um milionário meio que deixa tudo invertido, a causa do meio ambiente mal tem destaque decente e as piadas muitas vezes não eram grande coisa. Gostava da personagem Truddy, interpretado pela atriz Stefania Owen. A garota que se intrometia no relacionamento entre Emmy e Steven, e que narrava os episódios as vezes. Um pena que a série não conseguiu audiencia para se aguentar por mais alguns episódios e com isso poder ter a chance de melhorar um pouco sua qualidade em personagens e na história. E já que a mesma já foi cancelada, não compensa ficar escrevendo muito sobre a mesma. Vale a pena assistir? Só se você não tiver nada melhor pra ver, e quiser alguma série para passar o tempo. Ao menos não é uma daquelas série insuportáveis de assistir. É meio bobinha as vezes, mas dá para relevar. Mas não vai fazer falta alguma se você também nunca a assistir.

Smallville

Último episódio que assisti: 10×12 (Collateral)

Uma das séries que muitos assistiam quando ela estreou há 10 anos atrás, mas que muitos largaram mão com o tempo, devido a enrolação, a descaracterização de certos elementos da mitologia do Superman e outras farofadas que os roteiristas fizeram com a série ao longo desta década. Mas eu continuo assistindo, parei por um tempo, depois voltei a ver o que tinha perdido e hoje estou em dia com Smallville. Cheguei inclusive a fazer um PdS a respeito do episódio 200 da série (leia aqui). É verdade que lá pelo sétimo e oitavo ano, as coisas ficaram bem fracas e sem rumos, mas acho que os produtores conseguiram acertar muita coisa na nona temporada e esta última, de numero dez, estão vindo mais episódios bons do que que ruins. Apesar de que este último que assisti, chamado Collateral, achei incrivelmente besta e ridículo, meio que uma paródia trash de Matrix, com Chloe meio que fazendo algo parecido com a Trinity de Matrix. Por pouco não larguei mão do episódio pela metade. Justifica imbecil de mostrar Clark voando com Lois em seu colo. Fraco.

Mas no geral, a décima temporada tem me agradado. Mostrando mais super-heróis da DC, Clark tomando as formas do Superman, com o uniforme inclusive aparecendo, Lois já ciente do segredo do Clark, sem aquele drama de “você não confia em mim?”, com um vilão que parece problemático (Darkseid), apesar de estar achando ele bem descaracterizado dos quadrinhos, quase que um pastelão o que fizeram, mas limitação de efeitos especiais é assim mesmo. Até mesmo o sumiço da Chloe no começo da temporada foi um alivio, pois não suporto mais a personagem. Uma pena que ela voltou, mas Smallville está em reta final, então vou relevar isso, mas sou da opinião que a Chloe já tinha que ter morrido a muito tempo atrás e deixar as coisas mais parecida com os quadrinhos do Superman.

Mas certamente Smallville não mais para onde correr. Está mesmo na hora de criar um final para a série e deixar outra série de herói sugir ou transforma-la mesmo numa série do Superman. A história do jovem Clark já deu o que tinha que dar. Ou ela é concluida ou deveria se transformar e reinventar em uma nova série, com novos personagens e novos dramas e vilões. Eu gostaria de uma série do Superman. Pula aí uns 5 anos na cronologia e traz Clark como o Homem de Aço, Lex Luthor de volta, vilões de verdade e muitos uniformes com cuecas acima da calça. Tentar algo mais ousado nesse sentido.

Um episódio show? Nesta temporada? Gostei bastante de Lazarus (10×01) com a participação do Jonathan Kent, do episódio Supergirl (10×03), do episódio 200 chamado Homecmoing (10×04), Luthor (10×10) que coloca Lionel Luthor de volta a série e Icarus (10×11) com a morte do Gavião Negro! Uma temporada final cheia de bons momentos, homenagiando bastante os pontos altos que a história recebeu em todos estes anos de exibição. Claro que se fosse apontar aqui episódios show das temporadas passadas, ia precisar de mais uns 5 parágrafos gigantes, pois Smallville apesar dos altos e baixos, teve fabulosos episódios ao longo dos anos.

Supernatural

Último episódio que assisti: 6×12 (Like a Virgin)

Muitos devem discordar do que vou dizer, mas é a minha opinião. Esta temporada de Supernatural está um tremendo porre. Com certeza a série não deveria ter continuado depois da excelente e perfeita quinta temporada. Não me entendam errado, essa nova temporada teve alguns poucos episódios fenomenais, mas no contexto geral, ela realmente não faz o menor sentido. Série renovada por pura pressão dos fãs e na tentativa da emissora ganhar mais alguns trocados com seu sucesso, mas não dá para ignorar que a qualidade dos episódios e das histórias ficou bem fraquinho. Esse último episódio mesmo que assisti, com o tal homem dragão, virgens sendo caçadas e a “espada excalibur” foi uma tremenda farofada, horrível demais.

Nada contra quem curte ainda Supernatural, afinal, é direito de cada um gostar, ainda mais se for fã. Mas eu sinto que perderam uma excelente oportunidade de encerrar a série com chave de ouro. Talvez pudessem ter feito um filme para TV ou cinema, concluindo algumas coisas soltas na história e tal. Porém este sexto ano parece estar enrolando com tudo, não há um propósito e nem mesmo personagem do Sam me passa simpatia e não duvido nada que ele não vá morrer novamente no final deste ano, caso o canal onde ela é exibida nos EUA resolva terminar de vez com a série.

Um episódio show? Apesar dos pesares, gostei bastante do episódio Appointment in Samarra (6×11) com o retorno do Cavaleiro da Morte, um episódio realmente sensacional. Também achei bem criativo o episódio Clap Your Hands If You Believe… (6×09) que mexeu com a mitologia das fadas, um episódio realmente engraçado. Original também o episódio Weekend at Bobby’s (6×04) focando a história inteira no Bobby. Por fim, Caged Heat (6×10) também conseguiu um ótimo climax e tensão ao longo de todo o episódio. Episódios como estes valem a continuidade da série por mais uma temporada, mas ainda assim, a história precisa de um foco maior, porque ficar nesse vai e não vai no plano geral, enquanto ano passado estávamos vendo o verdadeiro apocalipse na Terra, é meio desinteressante mesmo. Até para o retorno do Castiel para a temporada atual os produtores apelaram para não deixar a coisa sem graça demais.

Sym-Bionic Titan

Último episódio que assisti: 1×06 (Shaman of Fear)

Uma das mais recentes produções do Cartoon Network, feito pelo mesmo produtor de Samurai Jack. Inclusive já estreou aqui no Brasil, apesar do péssimo horário (quinta) e depois mudou para o domingo, só que começou a reprisar tudo novamente.

Sym-Bionic Titan é uma animação que mescla robôs gigantes, seres espaciais, humor e tem um toque juvenil. Parece uma mistura estranha, mas funciona bem mesmo. Não chega a ser tão escraxado como Megas XLR, tem o toque de seriedade que Samurai Jack tinha. Conta a história de uma princesa de um planeta que sofreu um golpe de estado, um soldado que tem a tarefa de protegar essa princesa e de uma robô com inteligencia artificial que serve como apoio para que estes dois personagens se adaptem a vida na Terra, refugiu que o rei deste planeta os enviou para se esconderem do vilão da série. Claro que esse vilão descobre, e começa a enviar seres enormes para a Terra, tentando encontrar a princesa e matá-la, para assim acabar com a monarquia do planeta. A premissa não tem nada de extraórdinario, mas funciona. Alias parece até uma ideia que poderia muito bem servir para qualquer enredo de animê. As batalhas também lembra um pouco de Meninas Superpoderosas, com seres gigantes e batalhas onde predios são destruidos e devastados, mas ninguém parece se indagar quantas pessoas morrem se um monstro derruba um edifício, desenho animado tem disso mesmo.

Mas as batalhas são legais mesmo. O visual do Titã Simbiônico é fenomenal! E todos os episódios tem batalhas diferentes, histórias interessantes e cenas de ação bem montadas. Vale a pena dar uma olhada nos primeiros episódios e depois voltar aqui no blog dar sua opinião. De preferência assista na ordem cronológica, já que a história é continua. Talvez a unica coisa realmente diferente de uma animê, é que como é uma produção americana, você percebe que existem certos cuidados com cenas aqui e ali, de forma que a animação ainda seja classificada como infantil e que não tenha problemas de censuras como os animes as vezes possuem quando são exibidos nos EUA. Isso estraga o desenho para adultos? Até onde vi… não.

Um episódio show? Elephant Logic (1×03) quando Octo, o robô, usa a lógica que ele vê num programa para criancinhas e aplica nas constantes brigas entre Llana e Lance, episódio engraçado, enquanto o trio principal tenta se acertar e trabalhar em equipe, um tema recorrente em animês. Roar of the White Dragon (1×05) tem uma cena sensacional em meio a uma perseguição motorizada, uma brincadeira inteligente com Veloses e Furiosos, que ficou muito bem animado e a ação sensacional no episódio, e sem perder o bom humor da série.

The Big Bang Theory

Último episódio que assisti: 4×14 (The Thespian Catalyst)

Caso você não esteja lendo essa gigantesca matéria desde o começo, recomendo que volte um pouco e leia o que disse sobre Big Bang lá onde comentei sobre Community. Se você já leu, tranquilo, é só continuar.

Já cheguei a comentar aqui no Portallos em raras ocasiões que não morro de amores por The Big Bang Theory. Quando a série estreou a quatro temporadas passadas, era inteligente, original, divertida e um sucesso. Mas passado algum tempo, caiu na mesmisse. Os mesmo personagens, as mesmas piadas, as mesmas situações clichês. Perdeu-se a originalidade e a cratividade. A draminha Penny e Leonard fica no vai e vem, que já me cansou a tempos. Raj e Howard também não mudaram nada. Sheldon continua sendo a estrela do programa, mas chega uma hora em que cansa, já que até Sheldon anda previsível. Não estou dizendo que Big Bang perdeu a graça, a série continua engraçada. Mas tem mais a mesma emoção que tinha no passado. Eu fico bem mais animado para ver o que Community vai fazer a cada semana do que Big Bang.

Nesta quarta temporada, personagens como Amy Farrah e Bernadette são as principais responsáveis pela ótima refrescada que alguns episódios possuem. Ver Amy e Sheldon se relacionando foi uma ótima ideia, assim como trazer a Bernadette de volta a namorar Howard. Pena que os produtores ainda não sabem o que fazer com o Raj ou Leonard, que ainda permanecem a mesma coisa desde a primeira temporada. Até mesmo a Penny anda com piadas batidas e correndo em volta do próprio rabo, sem uma meta na história. The Big Bang Theory precisa de uma reformulada e episódios mais originais e diferentes. Mas é claro, é só a minha opinião, sei que a série tem uma montanha de fãs que não ligam para nada do que eu disse.

Um episódio show? O melhor da temporada até onde assisti: The Zazzy Substitution (4×03), The 21-Second Excitation (4×08), The Alien Parasite Hypothesis (4×10) e o melhor da temporada até agora: The Justice League Recombination (4×11), simplesmente quase fiquei sem ar de tanto rir com a fantasia de Aquaman do Raj. Genial! Se toda a temporada fosse como estes episódios que citei, The Big Bang estaria sensacional.

The Cape

Último episódio que assisti: 1×02 (Tarot)

Mais uma série nova, que assisti só de fanfarra, pois estava achando que ia ser uma porcaria. Me enganei. Na verdade The Cape é bem interessante, totalmente fantasiosa, mas ainda assim, é uma série que tinha tudo pra ser horrível e os produtores conseguiram criar elementos que deixam a história convincente. A história de um policial que passa a ser um super herói, com direito a vilão do mal e uniforme!

Até o momento assisti apenas os dois primeiros episódios, o primeiro mexe com a criação desse herói, o Capa, com o policial Vince Faraday sendo incriminado por um crime que ele não cometeu, virando um fugitivo, encontrando uma organização criminosa circense, uma hacker (Summer Glau) que luta conta tal vilão supremo da história. A história segue uma linha bem parecida com as histórias de herois dos quadrinhos. Se você levar tudo muito a sério, provavelmente não vai curtir The Cape, mas se levar sem se preocupar com maiores detalhes, como, “isso não é real”, a série entretem e cumpre seu objetivo.

Comentei mais acima, quando falei de Smallville, que os produtores deveriam levar a série para um outro nível, com personagens de uniformes e capas. The Cape faz exatamente o que Smallville até hoje não teve muita coragem. A série parece tosca? Parece, mas isso não é uma coisa totalmente ruim. Ainda é cedo para dizer se The Cape vai se tornar um sucesso a ponto de continuar para uma próxima temporada, mas certamente é uma série nerd que vale a pena ficar de olho e ver como será a qualidade dos próximos episódios.

The Defenders

Último episódio que assisti: 1×11 (Nevada v. Riley)

A lista de série que assisti é gigantesca, como vocês podem ver. Não vejo tudo isso toda a semana, não fico maluco para ver um episódio logo que ele cai na internet. Há semanas que nem ao menos vejo série alguma. Enfim, de toda essa lista enorme, The Defenders é a única série com a temática de advogados e mundo jurídico que assisto. Pode até soar estranho isso, vindo de algo formado em Direito, não? Na verdade séries de advogados realmente não é a minha praia. No geral quando assisto séries assim, me bate um depressão em relação aos sistema judiciário brasileiro. A burocracia, o sistema diferente, e a forma como lá nos EUA a lei pode ser interpretada e aqui não. Lá ser advogado parace um espetáculo vindo destas séries. No Brasil é tudo robótico, sem alma, sem emoção. Talvez seja a visão do sistema judiciário pela TV, talvez na verdade lá não seja nada assim, de qualquer forma, não gosto realmente de ver, porque me lembro dos problemas e das fraquezas que o nosso sistema possui.

The Defenders é a primeira série desse gênero que vejo em muitos anos. A última série que assisti neste formato foi Ally McBeal, e só assisti Ally porque adorava o bom humor que a série possuia, seja nos casos mostrados ou nos personagens, todos com um parafuso a menos, com efeitos especiais que me lembram o filme do Máskara, com uma belíssima trilha sonora com as maiores canções dos anos 90. Ally McBeal era fenomenal. The Defenders não chega nem aos pés de ser como Ally, e nem acho que a série almeje isso. A diretrizes de Defenders é bem diferente, ainda que o toque do bom humor e do cenários de Las Vegas, deixe a série divertida, e não tão séria como outras séries do gênero são.

Um dos méritos de sucesso de The Defenders é sem sombra de dúvida a duplo de atores que protagonizam a série: Jerry O’Connell e James Belushi. Gosto de ambos os adores, que sempre trabalharam com comédias. A série combina com seus personagens. Ainda é cedo para dizer se estamos na frente de um sucesso de muitos anos e temporadas, mas eu apostaria numa renovação tranquila da série para a segunda temporada.

Um episódio show? Vou recomendar apenas um, ok? Porque séries de advogados são quase sempre previsíveis em torno do processo que os advogados participam, mas teve um episódio nesta leva inicial que achei o máximo: Whitten v. Fenlee (1×09), que mostra a dupla Nick e Pete num processo impossível de ser vendido e ainda assim, os caras vencem! Previsível? Talvez, mas forma como o roteiro foi feito para que a vitória acontecesse no final do episódio é uma das tacadas certeiras deste caso semanal. Adorei a cena com Nick e Pete no prédio da empresa que estavam contra, numa sala repleta de advogados, e o Nick ainda tira com a cara deles! Rá!

The Event

Último episódio que assisti: 1×10 (Everything Will Change)

Outra série nova desta temporada na qual arrisquei alguns PdS (este aqui foi o último) então não irei me extender muito por aqui. E se tivesse que apostar, apostaria que The Event será cancelado muito em breve. Uma série como ela, no estilo de 24 Horas e Fastforward, que mescla mistério e ação sem parar, ter sido pausada em novembro e só retornando em março? Quem até lá ainda estará interessado na história? Eu já nem me lembro mais como é que parou tudo.

Séries assim precisam ser exibidas sem interrupção, ou no máximo, algumas semanas pausadas durante as festas de final de ano. Com esse hiato, The Event tem de tudo para fracassar. Até onde me recordo a série continua parada nas mesmas questões que abriu a história. Quem são os tais seres, porque diabos estão aqui, o que governo vai conseguir com eles, quem são os corruptos, o casalzinho vai conseguir se safar, etc etc etc. A história mesmo depois de 10 episódios, parece que continou andando em círculos. A série precisava de maior ousadia, mais criatividade, mais inovação, ao invés disso, ficou aquela salada de frutas de coisas sem sentido, ação sem parar e tentativas pífias de reviravoltas em cima de reviravoltas. Pra mim, o maior erro da série foi não ter seguido com a ideia de blocos de intervalos separando os personagens, como ocorre no episódio piloto. A tática de flashbacks também não caiu bem nos últimos episódios, as vezes, deixando tudo totalmente sem equilibriu entre passado e presente. Meio sem necessidade deste recurso que tanto vez sucesso em Lost.

Quando retornar irei continuar assistindo? Com certeza, mas se o meu ânimo hoje com a série diminuiu, imagino como estará em março, quando ela recomeçar. Espero que esse tempo pausado tenha servido para que os roteiristas tenham reajustado o formato, a história e a divisão de personagens da série.

The It Crowd

Último episódio que assisti: 3×04 (The Speech)

Passei a acompanhar It Crow por uma recomendação do Théo. Afinal não sou lá um grande fã de séries britânicas. Mas dei uma chance e gostei. Quer dizer, a série tem uma produção meio tosca, se for ficar comparando com o formato de séries norte-americanas, mas ela é realmente engraçada quando se deixa esse fato de lado. É uma série de nerds que trabalham num departamento de IT (Information technology) de uma grande empresa. Eles não sabem se relacionar com outras pessoas, um deles é meio maluco (o outro também não se sai melhor), e a série é uma pilha de gags por minuto. A história fica em segundo plano, a ideia é fazer rir, e funciona muito bem. No primeiro episódia, a série introduz a personagem Jen, que é mandada para o IT, chefiar o departamento deste dois nerds, Moss e Roy. É uma série curtinha, com seis episódios por temporada, sendo que atualmente está em seu quarto ano.

Um episódio show? Quer entender direito como é The It Crowd? Recomendo o episódio Calamity Jen (1×02). Me lembrou dos tempos em que eu rachava de rir com o Mr. Bean. Se você assistir este episódio e não curtir, não precisa nem continuar vendo os outros.

The Office

Último episódio que assisti: 7×14 (The Seminar)

O último ano de Steve Carell em The Office. Estou mais ansioso para ver o que vai acontecer com o próximo ano na série ou qual o final que os produtores irão dar para o personagem Michael Scott. A série entra em seu sétimo ano, depois de excelentes temporadas, muitos personagens criados para dar apoio a sete anos de série, muitas reformulações e memoráveis episódios.  Olhando apenas para esta temporada, ainda não vi nada realmente especial. Continua tudo divertido, mas nada extraordinário.

The Office é uma série divertido no final das conta. Talvez nem precise de tantas reformulações, ela é boa do jeito que é. Mas não consigo deixar de ficar animado com o que os produtores farão com a saida de Carell da série. Não que eu queira a saida do ator, pois ele é a estrela principal da série, mas nem por isso acho que The Office deva acabar, pois seu elenco de apoio também tem muito talento. Os únicos que acho que perderam força ao longo desta temporada é o casal Pam e Jim. Depois de tantos anos, de um vai e não vai entre temporadas, um casamento e uma filha, era de se esperar que Jim e Pam estariam mais desgastados mesmo. Agora Andy e Erin também anda chamando a atenção, será que irão ficar juntos algum dia? Andy ficou bem mais engraçado ao longo destas temporadas sem dúvida.

Um episódio show? Nesta sétima temporada ainda não consigo me lembrar de nada memorável, se for recomendar alguma coisa, recomendo a excelente sexta temporada. Gostei demais da temporada anterior, com o casamento do Jim e  da Pam no especial Niagara (6×04-05) e do toda história em torno da falência da Dunder Mifflin’s até a compra da mesma pela Sabre. Uma temporada cheia de surpresas e reviravoltas. Talvez seja por isso que esteja achando o sétimo ano meio parado, depois de tanta coisa que aconteceu ano passado.

The Vampire Diaries

Último episódio que assisti: 2×11 (By the Light of the Moon)

Quando The Vampire Diaries foi anunciado ano passado foi inevitável a comparação com o sucesso que Crepúsculo vem exercendo na juventude atual, mesmo que a série seja baseado em uma série de livros bem anterior ao filmes da série Crepúsculo. Mas acredito que neste ponto atual, VD conseguiu sum lugar sem comparações com qualquer outra série ou filme de vampiros. A trama é realmente divertida, cheia de reviravoltas, mitologia de vampiros, personagens que morrem, viram vampiros, o passado dos vampiros tem um peso no rumo da história. Adicione ainda outras criaturas sombrias como bruxas e lobisomens e The Vampire Diaries ganha uma segunda temporada bem mais dinamida e interessante que a temporada de estréia.

A ideia de colocar a personagem Katherine na série foi boa, criando um contraste com a santinha da Helena. Os vampiros históricos e mega fortões também tirou um pouco aquela coisa de vampiro bad-boy que tem a primeira temporada, assim como a história do lobisomem é uma boa para quebrar a superexposição dos vampiros. A história até onde assisti mantém um equilibrio bacana, não está aquela histórinha boba demais de Helena ama Stefan e todo o dramalhão em cima apenas do casalzinho. Existem outros dramas e problemas maiores na cidade da série, e todos os personagens acabam participando dos episódios e estamos num ponto onde qualquer um pode vir a morrer ou virar vampiro. A personagem Caroline mesmo, gostei do que fizeram com ela nesta temporada, ao contrário daquela outra garota que virou vampira no primeiro ano e morreu logo em seguida porque não conseguia se controlar. A ideia de dar maiores poderes a bruxinha também veio a calhar para aumentar os pontos sobrenaturais da série.

Um episódio show? Não sei recomendar um episódio único neste segundo ano. Acho que ela teve vários bons momentos. Aquele vampiro doutorado em vampirismo foi uma boa ideia, a busca pela pedra da lua, o passada da Katherina, algumas das emboscadas dos irmãos Salvatore para com a vampira,  o surgimento pela primeira vez do lobisomen (e que boa ideia ele virar um lobo mesmo, caso contrário o efeito homem-lobo deixaria a coisa toda bem tosca). Para tão poucos episódios foram muitos momentos climax e de ação para uma série que poderia muito bem estar dramalhona com o casalzinho principal. O segundo ano veio para ser emocionante com certeza. Esta uma temporada bem gato e rato.

Two and a Half Man

Último episódio que assisti: 8×14 (Lookin’ for Japanese Subs)

Eu sou da opinião que de uma certa forma, Two and a Half Man regrediu nesta temporada e isso é algo que uma série não deveria deixar acontecer. Estava realmente curtindo a ideia de Charlie e Chelsea se casar na temporada passada. Depois que eles terminaram veio aquele momento em que Charlie quis ir para o fundo do poço e tal e ainda assim a série fazia sentido. Aí esta temporada começou, ainda nessa ideia de Charlie ainda meio afogando suas mágoas, mas depois de quase metade da temporada, ainda não acredito que a série largou mão da Chelsea e regrediu o personagem do Charlie para o que ele era lá no começo da série.

“Ah, mas o Charlie lá do começo não era ruim!” Sim, não era. Talvez era até mais engraçado, mas ainda assim, uma série, mesmo de comédia, tem que seguir sempre em frente e não regredir para um momento lá do passado, onde ela funcionava sem reclamações. Two Man não precisava disso. Outros personagens também parecem meio perdidos, como o Jake que cresceu e perdeu aquela proposta inicial da série, com dois adultos, cuidando de uma criança. O Jake atual não é tão engraçado assim, ainda que continue burrinho. Tirando algumas situações, também estava gostando do Jake na temporada passada. Esse amigo que ele conseguiu nesta temporada, não casou legal com o personagem. Preferia que os produtores arrumassem uma nova namorada para Jake. Quanto ao Alan, ele não tenho do que reclamar, continua engraçado e se ferrando, como sempre. Ainda não fiquei convencido com essa sua nova relação, mas ao menos parece que o personagem se esforça para continuar seguindo em frente e ainda manter sua personalidade hilária de sempre. E até a mãe do Charlie anda meio desaparecida nesta temporada e apesar de ter curtido a ideia do retorno da Rose em alguns episódios, de forma alguma achei a ideia do Charlie ficar com ela legal. Não curti. Rose era legal como perseguidora, babá do Jake, as suas conversas com Alan e Berta, mas sei lá, ela ficou meio sem graça nestes episódios em que participou, meio que previsível.

Veja bem, a temporada não está ruim, apenas acho que ela perdeu seu rumo e os produtores estão tentando resgatar algo que já foi, tentando voltar no tempo e deixer os personagens como eles eram no passado. Se isso é algo ruim numa série de comédia que está a tanto tempo no ar? Sinceramente não tenho uma resposta final para isso.

Um episódio show? Gostei de alguns episódios, como Springtime on a Stick (8×08), A Good Time in Central Africa (8×09), Hookers, Hookers, Hookers (8×04) e Chocolate Diddlers or My Puppy’s Dead (8×12). Todos bons episódios, com participações de personagens secundários bacanas e histórias diferentes da mesmisse que a série depois de 8 anos inevitavelmente tem em outros episódios.

V (Visitors)

Último episódio que assisti: 2×03 (Laid Bare)

Estou um pouco atrasado com os episódios de V, então não vou me extender muito, mas gostei da forma como a série retornou nesta temporada. Parece mais interessante, mais num clima de tensão entre a quinta coluna e os visitantes. Gostei da entrada do personagem Bret Harrison que fazia aquela série Reaper. Ele é um ator engraçado e seus personagens tem um toque mais cômico mesmo. Achei uma boa ideia a entrada dela para a quinta coluna como um cientista, o terceiro episódio já mostra a importancia dele na história.

Achei meio desnessário a ideia de colocar mãe de Anna na série, como uma prisioneira que todos os visitantes acham que está morta a tantos anos. Anna ficar ir buscando conselhos dela ou jogar na cara da mãe que seus planos estão funcionando… bléh. Sem graça. Apesar de que entendo que este recurso está sendo usado para demonstrar que Anna está reagindo emocionalmente, assim como os humanos e isso é um problema para ela e seus planos de dominação mundial.

V é uma excelente série sci-fi de alienígenas. A primeira temporada deu um enrolada na história, mas essa segunda temporada parece mais dinamica e divertida de assistir. E como os personagens já estão com suas personalidades bem definidas, o roteiro de cada episódio flui de forma bem melhor. Tirando algumas coisas forçadas na história, que também não é nenhuma surpresa deste tipo de série, como essa coisa da personagem Erica ter sido meio abduzida pelos visitantes no passado e disso Tyler ter nascido com seus genes esburacados. Mas ficção é assim mesmo. Tudo é possível.

Warehouse 13

Último episódio que assisti: 2×09 (Vendetta)

Estou meio atrasadão nos episódios de Warehouse 13, afinal a segunda temporada começou e terminou em 2010 mesmo e ainda não terminei de ver tudo. Mesmo assim Warehouse 13 é uma série divertida, meio no estilo de outras já tratadas acima, cmo Castle e Bones. Mas ao contrários destas duas, Warehouse é uma série de ficção, que brinca com artefatos sobrenaturais. Nada que você não tenha visto em outras séries do genero sci-fi, mas é divertida pelos personagens e universo criado dentro do contexto da história.

Existem alguns momentos de emoção, mas no geral, os episódios focam realmente na comédia e em acontecimentos absurdos. Até existe um mistério por conta dos verdadeiros responsáveis do galpão que guarda todo os artefatos e tal e alguns dos melhroes episódios são aqueles em que o próprio deposito em si sai do controle por conta de algum artefato. A idei apor trás da série é boa, e os produtores vem refinando a hsitória, colocando mais elementos e complexidade aos personagens.

Vale a pena dar uma olhada e ver se você não acha tudo tosco demais. Se não achar, com certeza vai se divertir.

Um episódio show? Time Will Tell (2×01) foi um excelente retorno da série, fechando o gancho da temporada passada e adicionando um personagem que volta a aparecer ao longo da temporada. 13.1 (2×05) é um daqueles episódios em que o Warehouse sai do controle, gosto desses episódios. Around The Bend (2×06) um episódio mais sério e tenso, ficou muito bem montado. E em 2011 chega no canal americano Sy-Fy a terceira temporada! Preciso terminar o segundo ano o quanto antes.

Weeds

Último episódio que assisti: 6×13 (Theoretical Love Is Not Dead)

Weeds estreou e teve sua temporada finalizada ano passado mesmo, assim como Dexter, mas não podia deixar de fora da lista, já que é mais uma das séries do Showtime que curto bastante. Na verdade desde a quarta temporada, a série anda perdida, seu rumo e descaracterizado da ideia inicial. Mas nem por isso deixou de ser divertida, cheia de reviravoltas e acontecimentos imprevisíveis. Também sinto falta enorme da abertura que tinha no começo, meio que era parte da alma da série. Ver a personagem Nancy escapando de qualquer confusão, independente da grandiosidade da mesma, temporada após temporada, continua divertidíssimo.

Pra ser sincero, achei que o sexto ano conseguiu ser muito melhor que a quarta e quinta temporada. Parece que os produtores estavam tentando colocar as coisas nos eixos e amarrar algumas pontas que estavam soltas na história para que numa temporada posterior tudo pudesse voltar ao que a série era no começo ou concluir a série muito em breve. Dá para seguir estes dois caminhos. Gostei da metamorfose que o personagem Shane passou, agora um adolescente e quase que um psicótico. A série precisava desse tipo de reação de alguem do grupo de Nancy e Shane ficou perfeito no papel.

A temporada termina com um gancho para a próxima. Nancy finalmente irá ficar atrás das grades? Não sei. Depois de tantas fugas, não duvido mais nada desta personagem. Fico me perguntando se no final da série, os roteiristas podem realmente matar Nancy. Não consigo vê-la como uma vilã, mas no começo da série, a personagem era algo meio que em cima do muro, não era certinha, mas não era realmente incorreta e imoral, algo que ela meio que se distorceu ao longo das temporadas. mas julgar Nancy é algo complexo demais para fazer num post como este.

Um episódio show? A Yippity Sippity (6×03) com Nancy e Andy trabalhando num hotel, tentando viver a vida corretamente. Este episódio e o seguintes que trabalham nessa ideia foram divertidos. Mas a fuga não podia parar, uma pena. Outro excelente episódio da temporada foi A Shoe for a Shoe (6×06) com o dilema no restaurante e Shane tendo importancia enorme na historia. Além do excelente final de temporada com um bom gancho para a próxima.

Worst Week

Último episódio que assisti: 1×04 (The Truck)

Esta é uma série de 2009, que nem foi renovada para uma segunda temporada, mas já faz algum tempo que vi alguns clipes dela no canal Sony e fiquei curioso. Vi os primeiros 4 episódios e achei excelente. Sabem aquele filme do Ben Stiller Entrando Numa Fria? Worst Week é praticamente uma versão em série do filme. Um casal, Sam e Melanie, é o foco da história. Ambos acabaram de ficar noivos e Melanie está grávida. A moça resolve ir visitar a família e apresentar Sam para os mesmo, além de contar a grande notícia do noivado e gravidez. Chegando lá, tudo começa a dar errado.  Gafes atrás de gafes, do tipo mijar na cozinha, matar passarios de estimação, quebrar a cama dos futuros sogros, dar o sogro como morto num engano telefonico e assim por diante. É realmente uma série engraçada, bem no estilo do filme para o cinema. E olha que só assisti 4 episódios.

Não é uma série imperdível, mas é altamente divertida. Não faço ideia de porque foi cancelada logo em seu primeiro ano, talvez fique mais chata depois de alguns episódios, mas só assistindo para saber. Eu vou continuar, quem sabe num futuro não volto aqui para contar.

Young Justice

Último episódio que assisti: 1×01-02 (Independence Day/Fireworks)

Última série dessa lista gigantesca, abri a lista com uma animação, fecho a mesma com uma animação. Na verdade não tenho muito o que dizer de Young Justice, ou Justiça Jovem, na qual acredito que será o nome da animação quando chegar no Cartoon Network em algum ponto deste ano. Dei uma olhada apenas no episódio especial duplo da estréia, mas realmente curti do que a DC fez em sua nova série animada. A anterior, Batman Os Bravos e Destemidos, achei que perdeu a graça depois de alguns episódios, e pra mim, nenhuma animação da DC supera as clássicas Batman A Série Animada dos anos 90 e Liga da Justiça. Young Justice segue essa ideia de uma traço mais maduro, não limite o universo da DC a poucos heróis, parece quase como se fosse uma continuação da Liga da Justiça sem Limites, agora com foco nos parceiros mirins dos grandes super heróis da casa. No primeiro episódio temos Batman e outros herois levando estes jovens aprendizes (Robin, Aqualad, Kid Flash) para se tornarem membros da Liga da Justiça e conhecer a sede na Terra. A trama gira e logo temos o trio invadindo o Cadmus e libertando o Superboy. É uma série de animação de qualidade e vale a pena ficar de olho quando estrear no Brasil! Pretendo fazer uma matéria mais especial sobre a mesma futuramente, quando tiver visto mais episódios. Podem esperar isso por aqui com certeza.

Obs: Eu pretendo com o tempo, acrescentar imagens e pequenos clipes em algumas séries acima. Pois este é um PdS que espero que fique por aí rolando no blog por um tempo. Se ver interesse dos leitores na matéria, com certeza vou atualizá-la, colocar esse conteúdo visual, revisar algumas parte do texto, acrescentar outros pontos que gostaria de ter feito. Enfim, é um post que pretendo atualizar sempre que tiver um tempinho extra, pois não pretendo fazer um PDS a parte para cada uma destas séries.

Curte do nosso conteúdo? Saiba que é possível ajudar o Portallos!
Siga-nos em nossas redes sociais: Facebook | Twitter | Instagram
(Novidade) Estamos começando, dê uma força: YouTube | Mixer
— Entre e participe do nosso Grupo de Leitores no Facebook!
Seja um apoiador no Apoia.se e tenha acesso a conteúdos exclusivos!
Etiquetas
Isso também pode lhe interessar

Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
Botão Voltar ao topo
Fechar

Adblock detectado

Por favor, considere apoiar-nos, desativando o seu bloqueador de anúncios