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Minipost | Aumente o som para Guardians of the Galaxy: The Telltale Series (Ep.1)

Miniposts são pequenos aperitivos em forma de imagens ou vídeos com pequenos textos compartilhados pelas redes sociais do Portallos. O feed (origem e ordem cronológica) destas publicações é nosso Instagram.

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Introdução

Aumente o som de seu fone de ouvido porque se tem algo que é excepcional na nova série narrativa da Telltale com Guardiões da Galáxia é justamente sua trilha sonora, elemento acertado com sucesso no filme da série, lançado em 2014.

O que se escuta aqui é Why Can’t I Touch It? da banda de punk rock Buzzrocks. Canção de 1979, atualmente encontrada no álbum A Different Kind of Tension (versão remaster de 2001). Este é justamente o primeiro minutinho do inicio do game, apresentando o Senhor das Estrelas (Star-Lord), com uma aparência mais original ao invés de se assemelhar ao rosto do ator Chris Pratt que interpreta seu papel nos filmes da Marvel.

E o jogo já dá de cara uma decisão importante a ser tomada. Negociar apenas seus crimes, os crimes de toda a tripulação ou até mesmo os… crimes futuros? E a resposta tem que ser sempre no calor do momento, na pressão antes que o tempo acabe…

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Elenco

Alguns minutos após o clip anterior, hora do game começar a apresentar o resto dos Guardiões. Enquanto a nave passa por algumas dificuldades técnicas…

O game segue a estética do universo cinemático, ainda que não siga a história ou exatamente os personagens criados para a adaptação de cinema. Tendo jogado a primeira hora, a impressão é que o game da Telltale parece contar uma história própria. Original e paralela aos filmes ou quadrinhos.

Também vale comentar que o trabalho de voz dos elenco principal não foi realizado pelo cast dos filmes, mas nem por isso diminui a competência de cada um dos atores escalados para dar voz ao elenco que conta com Scott Porter (Star-Lord), Emily O’Brien (Gamora), Nolan North (Rocket Raccoon), Brandon Paul Eells (Drax) e Adam Harrington (Groot).

Para quem não está acostumado, os games da Telltale é meio assim mesmo. Decisões que direcionam a narrativa da história, com momentos de Quick Time Events (nem sempre tão rápidos assim) e momentos de investigação (mostrarei futuramente essa parte).

É quase como um Point & Click moderno, sem tanta tela estática e muito mais dinâmico. É um gênero de jogo mais narrativo ao mesmo tempo que cinemático. Os gráficos nem sempre são incríveis, mas fazem o trabalho de entreter e tornar a aventura divertida e instigante.

A forma como as decisões, linhas de diálogos e rumos da história acabam sendo decididas pelo jogador.

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Cheiro de aventura

No último clip da rodada (de três) eis o começo da jornada. Os Guardiões da Galáxia irão cair em um planeta na qual devem investigar o motivo pelo qual Thanos também se encontra, aparentemente em busca de um certo artefato misterioso.

A chacoalhada que cada um dá quando a nave acelera não é muito bizarra? É uma coreografia muito certinha para cada um, junto com o corte que a cena faz. A animação nem sempre é incrível, mas ainda assim acaba sendo divertida.

Por fim, achei muito maneiro como o jogo faz a transição da história para seu título oficial. Esse é um detalhe que muita gente não liga, mas eu sempre me amarro quando jogos ou filmes fazem de forma bacana essa transição.

Pode aguardar que haverá mais vídeos e comentários em torno do primeiro episódio do game por aqui nos próximos dias! Vai ter review no site também!

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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