Minipost | Apresentando Enter the Gungeon…

Miniposts são pequenos aperitivos em forma de imagens ou vídeos com pequenos textos compartilhados pelas redes sociais do Portallos. O feed (origem e ordem cronológica) destas publicações é nosso Instagram.

Introdução

Estou preparando para esta semana o review de Enter The Gungeon, título desenvolvido pela Dodge Roll e distribuído pela Devolver Digital. Disponível para PS4, Xbox One, PC e em breve para Switch.

O game foi lançado agora em abril e trata-se de um shoot’em up com um sistema roguelike em seu DNA. O desafio é sobreviver em cinco masmorras geradas em forma de labirinto proceduralmente, sem saber quais os tipos de inimigos virão a cada sala e quais armas irá encontrar no caminho até o chefe de cada masmorra.

Ah sim, o Balabirinto é composto de inimigos que parecem balas portando armas! Parece estranho, mas é realmente algo que torna-os realmente divertidos e interessantes. O game tem toda essa atmosfera de balas e armas e o quanto elas são importantes dentro da história e das mecânicas de jogo. Então, tudo meio que representa isso, incluindo os inimigos!

Batalha de Chefe

Aqui o encontro com um dos primeiros chefes que normalmente aparece para os jogadores: a Metralháguia (é ótimo que o game esteja localizado em português e todos os nomes tenha se mantido bem fiéis as suas referências a balas e armas dos nomes originais em inglês). Enter The Gungeon tem várias situações na qual o jogador irá encontrar aquilo que muitos chamam de “bullet hell”, ou seja, a tela se enche de tiros para todos os lados e é preciso escapar e desviar deles com certa precisão para se manter vivo. Os tiros da Metralháguia são mamão com açucar em comparação com outros chefes que aparecem mais a frente do game.

Não é um chefe difícil. É só mesmo para esquentar o jogador na primeira masmorra. Ainda que nem sempre seja esse o chefe de tal masmorra. O game colocar diversos chefes aparecendo de forma aleatória, ainda que guarde alguns bem cabeludos para ter maiores chances para surgirem apenas nas últimas masmorras.

Essa versão da Metralháguia é um pouco mais complicada porque não há onde se esconder no cenário. Tem uma variação dela em uma biblioteca na qual há pilastras para se esconder, o que ajuda bastante.

E essa arma que toma uma musiquinha quando está carregando? Pois é, o jogo tem várias armas estranhas (esta parece ser uma referência a uma arma que aparece em um episódio de Futurama). E pensar que eu já matei esse chefe com uma arma que ficava atirando camisetas… Review esta semana no site!

Isso também pode lhe interessar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo

Adblock detectado

Dê uma ajuda ao site simplesmente desabilitando seu Adblock para nosso endereço.