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Minipost | Saiba onde enfiar sua cabeça em Headlander

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Futuro setentista

Voltei a jogar essa semana Headlander, um indie game desenvolvido pela Double Fine e distribuído pela Adult Swin Games, lançado ano passado para PlayStation 4, Xbox One e PC, e resolvi soltar mais alguns clips do game.

O jogo segue um estilo Metroidvania (mas bem mais simplificado), na qual o jogador é uma cabeça humana sem corpo, que desperta em meio a um mundo de robôs.

É preciso voar por tubulações, desviando dos perigos, enquanto domina outros corpos robóticos. Qualquer robô pode ter sua cabeça removida para que o jogador assuma o controle do corpo.

O destaque fica pela direção de arte, que apresenta essa atmosfera de ficção científica meio anos 70, com robôs meio hippies, hipnotizados por luzes coloridas, salas com grandes carpetes entre outras coisas estranhas.

Só é uma pena o game não estar localizado em português. Idiomas e legendas estão apenas em inglês.

Robô cão

O grande lance de Headlancer é que para abrir as portas das salas do game é preciso estar em um corpo. Apenas sua cabeça voadora não é suficiente para essa tarefa.

Só que as portas possuem níveis de segurança, baseada em cores. Enquanto há também outras pequenas entradas, como esta na qual somente no corpo de um cachorro é possível entrar.

Todas estas entradas “quase” secretas são meios para adquirir novas habilidades e recursos que fortificam o personagem do jogador. Aumenta a barra de saúde, de estamina, dá mais energia que lhe permite comprar habilidades, entre outros segredos que surgem mais a frente do game.

Nova habilidade

Eis um exemplo, um pouco mais adiante dos clips anteriores, de uma nova habilidade adquirida pelo jogador.

Após uns efeitos irados de luz em uma estranha máquina a cabeça voadora ganha uma espécie de turbo, que permitir dar um booster nos foguetes de locomoção. Assim é possível passar por uma espécie de prensa que surge nas tubulações.

Um pouco antes disso, uma das primeiras habilidades do game é uma espécie de campo de força que pode ser ativado em 360 graus ao redor da cabeça, segurando o analógico da direita para o local em que o jogador apontar.

A sensação de progressão de Headlander é bacana. A cada alguns minutos o jogador parece estar sendo recompensado com alguma coisa que o torna mais e mais forte. Seja máquinas que apenas dão mais energia ou saúde na barra principal, seja habilidades secretas (como a mostrada no vídeo) ou que podem ser compradas dentro de um dos menus do jogo.

Estou achando Headlander um excelente game, um tanto mais linear do que esperava inicialmente, mas ainda assim o charme do game conquista muito fácil o jogador, é um de seus pontos fortes sem dúvida.

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e criador do saudoso (e extinto) Fórum NGM. Tenho 35 anos, sou formato em Direito, e vivo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Gosto de escrever e sempre estou sem tempo.
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