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Review DC: Superman Nº 72 e Nº 73

Sinopse Panini: A imperdível estréia do arco Fuga do Mundo Bizzarro, escrita por Richard Donner (de Superman – O Filme), Geoff Johns (SJA) e desenhada pelo aclamado Eric Powel (criador de Goon)! O Homem de Aço parte para o planeta de um de seus mais populares vilões! Na conclusão de O Terceiro Kryptoniano, Superman, Supergirl, Poderosa, Krypto e Karsta unem-se contra Amalak! E mais: Supergirl reencontra Kal-El!

Superman – O Terceiro Kryptoniano, A Resistência – Conclusão: Uau, preciso admitir que não estava esperando um final tão bacana para esta saga. A penúltima parte tinha sido tão chata e monótona. A porrada come solta na conclusão da série e envolve todos os Kriptonianos na Terra, ou seja, Kara, Poderosa e até Kripton e Chris, já a saga passa antes do arco “O último Filho”, aparacem para a batalha contra Amalak, caçador e assassino de Kriptonianos. Batman também resolve brincar e corre para protegar a Fortaleza da Solidão, o morcego até que se sai bem contra um assassino de Kriptonianos. Uma coisa realmente interessante acontece antes da saga acabar. Amalak encontra a cidade engarrafada de Kandor e antes de quebrar o receptáculo onde a cidade está revela que aquilo dentro dele não é Kandor!! Mas hein? Por essa ninguém esperava. O que, supostamente, era Kandor, também não estava na garrafa, que era apena sum objeto, uma interface para uma dobra dimensional. No fim Superman se pergunta se aquilo não era Kandor, o que era? Onde está a cidade original? E com a destruição da interface, como saber se a dobra dimensional não destruiu a cidade engarrafada? Adorei no fim, Batman colocando Chris na linha de frente da batalha e Superman dando uma bronca no Batman depois. No fim, a tal terceira Kriptoniana deixa a Terra com Amalak preso e promete vasculhar o espaço atrás de sobreviventes de Kripton. Excelente final para uma saga que não tinha tanta pretensão assim.

Supergirl – Reunião, Conclusão: Supergirl realmente não consegue se acertar em seus enredos pela DC. A saga interligada com Contagem Regressiva e com fraca trama do Karatê Kid também não ajuda em nada. Interessante no enredo é ver que Kara recuperou a memória com suas aventuras com a Legião no século 31, que estavam sendo publicadas na extinta Melhores do Mundo. Porém, ao que tudo indica, Karatê Kid e Una viajaram para o passado desse período e por isso não sabem de nada. No fim, também é mostrado como Clark perdoa Kara por tudo que ela fez de ruim na saga das Amazonas e mostra como ela acabou entrando para os Titãs.

Superman – Fuga do Mundo Bizarro, Parte 1: Bizarro sempre foi, para mim, um personagem não muito interessante no universo da DC. Ele é burro, previsível e não dá para fazer uma saga com tanto conteúdo assim. Por isso quando comecei a ler Fuga do Mundo Bizarro não esperei tanto assim. Bizarro aparece, sequestra Jonathan, pai de Clark, leva-lo a um outro planeta, onde ele chama de mundo Bizarro. Superman via para lá e descobre uma outra Terra, com os mesmo personagens da DC, porém em formatos bizarros. Até há momentos realmente engraçados, como Bizarro disfarçado de Clark e os outros bizarros ficando surpresos com a revelação. O mais interessante de toda a primeira parte, e da segunda logo abaixo, será os efeitos de um Sol Azul causam tanto em Superman quanto em Bizarro. Bizarro ganhou um “raio bizarro”, podendo clicar pessoas Bizarros. A primeira parte termina com o velho clichê do Superman caído e dando a impressão que está tudo acabado.

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Sinopse Panini: No Mundo Bizarro, os piores vilões do Superman possuem suas contrapartes degeneradas. Conheça toda a fúria do Apocalypse Bizarro! Supergirl: o que a chegada de um inesperado presente pode ter a ver com Superman, Batman e a Tropa dos Lanternas Verdes? Uma nova fase começa para Kara! Superman: testemunhe o início da amizade entre Clark Kent e Jimmy Olsen! Participação especial do Homem dos Brinquedos!

Superman – Fuga do Mundo Bizarro, Parte 2 e Conclusão: Pequeno pause no enredo para explicar como Bizarro fugiu da Terra, criou um planeta chocando meteoros uns contra outros, fez uma Metrópolis de pedra e descobriu sem querer o raio Bizarro que cria pessoas Bizarras graças ao Sol Azul que está perto do planeta Bizarro. Na segunda parte temos mais personagens da DC em formato Bizarro, como Lex Luthor Bizarro, que é um pouco mais inteligentes que os outros Bizarros, mas ainda obcessivo e paranóico. Há também um Apocalypse Bizarro que dura apenas 4 páginas e a segunda perte termina com a Liga da Justiça Bizarra. Até aqui, a idéia é divertir o leitor com uma aventura descompromissada e sem tanto importancia a todo o clima de Crise Final que ronda a DC. O capítulo final mostra a Liga Bizarra. Uma coisa interessante aqui é que o Lanterna Verde Bizarro usa de verdade um anel de Sinestro e durante o fim da saga ele foge para Qward. Algo a ver com a Saga GUerra dos Anéis? Talvez. É cômico e hilário os heróis da DC em formato Bizarro. Mas enfim, a saga termina com Jonathan ajudando Bizarro a ser aceito em seu próprio mundo. Bah, nada demais. Legal ver que Superman sobre um sol azul pode dar seus poderes a qualquer pessoa sem perde-los. Jonathan teve os poderes do filho por algumas páginas.

Supergirl – Hipercubo, Parte 1: História interligada com Guerra dos Anéis da revista do Lanterna-Verde. Entretanto meio sem pé e nem cabeça. Kara é mandando numa missão espacial, onde ela vai, volta e não adianta nada. No fim a heroína tem uma epifania, e volta para o espaço. Sim é isso que acontece na HQ toda que é quase sem falas. O que vale a pena na história são as 4 páginas iniciais com Batman pregando uma peça em Kara.

Superman – Relação Sinal-Ruído: Uma história do passado do Superman envolvendo a relação de Jimmy Olsen e Superman, mostrando quando Jimmy ganhou o famoso relógio que chama o Superman. História feita só por causa da importancia de Jimmy para Contagem Regressiva, nada de mais e nem chega a ser interessante ou divertida. HQ feita para encher linguiça. O jeito é ver se a segunda parte melhora mais, ver novamente algo que estamos cansado de ver não é lá tão divertido assim…

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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