A maior coleção de games do mundo? Quase!

Clássico nem tão lembrado assim de fim de ano repaginado no Portallos EXP

Foi no dia 25 de dezembro do ano de 2010 que este post saiu. O ano novo estava chegando assim como está chegando agora e o pessoal mais veterano do blog estava relaxando mais nas postagens. Disse veterano porque 2010 foi o ano da minha entrada para o Portallos, o meu ritmo não era lá dos melhores e as dúvidas sobre o que escrever eram enormes. Quando comecei a escrever aqui achava que para um post sair eu precisava abrir no mínimo 5 links na aba do navegador como material de pesquisa sobre o assunto para dizer que havia escrito algo que realmente fosse merecedor de um comentário. Mas o espírito do EXP já estava em cada um de nós desde aquela época sem sabermos, ele só aparecia com menos intensidade do que agora. Eu nunca achei que usaria isso como exemplo, mas o EXP naquela época era como o poder oculto de algum protagonista num shonen qualquer. Ele carrega um potencial maior dentro de si o tempo todo, mas às vezes precisa abrir os olhos com ajuda de outro personagem secundário para perceber isso. Clichêzão, mas se encaixa perfeitamente.

E foi naquela noite de natal que topando com uma postagem na Kotaku fiquei super empolgado em compartilhar os vídeos da coleção do Bryce com o resto do pessoal. O EXP foi subir a cabeça justamente às 23:00 hs da noite sendo que a somatória das horas de todos os vídeos dava pelo menos 02 horas. Problema? Apenas um, eu simplesmente precisava postar aquilo no blog e não podia ficar para depois. Então preparei o café e fiz aquele assalto esperto na geladeira, a comida não durou nem 1 hora, mas a viagem pela coleção e as minhas impressões a cada vídeo terminado levaram a noite inteira. Nem a Sessão de Gala e o Corujão foram páreo pra mim naquela noite. Devo ter terminado tudo por volta das 06, talvez beirando as 07 horas da manhã. Sei, sei, maluquice mesmo (tá, nem tanto), mas a recompensa veio no mesmo dia com toda a galera se reunindo no tópico para invejar (inveja boa, claro) e comentar a coleção do Bryce. Hoje eu voltei a ver os vídeos e acabei invejando de novo não só a coleção, mas também o tamanho da casa dele. Tô mesmo precisando de um lugar assim para as minhas quinquilharias, daqui a pouco minhas caixas de jogos vão para debaixo da cama nesse ritmo. Mas é isso, já enchi linguíça demais explicando o porquê desse revival. A quem marcou presença na época compareça de novo e quem não viu ainda aqui está a chance de ver o post, só que mais encorpado e sem os meus erros escrotos de português. Bem… talvez algum escape, mas divirtam-se.

Ah… coleções, eu sempre quis ter uma quando pequeno, mas nunca deu certo. Tentei colecionar peões, mas eles não duravam muito e toda semana tinha uma farpa de madeira entrando no meu dedo, tentei colecionar bolinhas de gude, mas perdi todas elas em disputas, tenho tanta sorte no jogo quanto a Tsunade. Tentei também colecionar todas aquelas figurinhas de animes que surgiram no final de 99 e início de 2000. Tinha Digimon, Pokémon e até o tempo de Yugi-Oh eu cheguei a pegar. Infelizmente todas elas acabaram centrifugadas pela máquina de lavar roupa da minha mãe, aquela manhã foi muito dolorosa. Daí cheguei a considerar a hipótese de colecionar pedras exóticas, mas desanimei ao descobrir que não havia muita variedade aonde eu morava. Ah sim, você deve estar se perguntando: e os vídeo games? Destes eu desisti logo no início, pois na época dificilmente tinha grana para comprar os cartuchos, era tudo na base do aluguel mesmo e ainda tinha que chorar bastante para convencer meus velhos a gastar com vídeo game na época. Depois de tanta tentativa frustrada ficou a lição de que manter uma coleção não é algo muito fácil, por isso sempre admiro quem consegue montar um bom acervo de tudo aquilo que realmente gosta. Deve dar um orgulho e tanto poder mostrar o que se gosta para uma galera que curte as mesmas coisa que você. E como nerd que sou eu jamais poderia ignorar a possibilidade de trazer de volta o que vi no fim do ano passado. Não sei se algum de vocês já viu algo igual antes, eu mesmo nunca havia visto. É praticamente toda a história dos vídeo games retrô concentrada num único lugar, um verdadeiro santuário dos jogos antigos, verdadeiras relíquias. A coleção pertence a um francês que atende pela alcunha de Brycecorp3 no YouTube, o vídeo é praticamente um filme dividido em 10 partes, a viagem pela coleção do francês leva mais de 150 minutos, portanto desde já eu sugiro que você prepare a pipoca e um bom refrigerante para apreciar tudo com muita calma. É sério, depois não diga que eu não avisei.

O vídeo já começa muito interessante, não dá para mostrar tudo nos mínimos detalhes porque ficariamos um dia inteiro olhando, mas o Bryce passa com a câmera bem lentamente, com muita calma nos principais destaques das primeiras prateleiras. O foco desse vídeo inicial são vários games de Neo Geo, Neo Geo CD e Neo Geo Pocket (esqueci alguém?), e reparem em quantos jogos tem aí, todos em versão japonesa. Me pergunto quantos deles chegaram a ver a luz do dia aqui no ocidente, mais da metade de tudo apresentado aí deve ter ficado restrito ao Japão. Também não conheço nem metade do que vi ali, até porque a minha experiência com o Neo Geo ao vivo a cores é quase zero. das pérolas maravilhosas que estão ai alguns vi na casa de colegas na época em que meu sonho de consumo era um PSOne, outros conheci nos fliperamas da vida. Destaque para o eternamente divertido Metal Slug, Samurai Shodown, The King Of Fighters (nem em sonho isso podia faltar) e por ai vai. Joguei exaustivamente todos eles, grande parte em emuladores de PC também.

Nessa segunda parte dá para notar o quanto o Mega Drive era forte, principalmente no Japão. Vários jogos baseados em animes que estavam bombando na época aparecem no vídeo. Slam Dunk, YuYu Hakusho, Sailor Moon, Patlabor e até o Shin Chan estava no meio, isso sem falar nos que eu nem conhecia. E reparem no tal do Game&Watch da Nintendo, relíquia total, muitos antes de trabalhar com games esse aparelhinho veio para virar febre no Japão e encher os bolsos da Big N e anos depois inspirar na criação do Nintendo DS. Destaque também para aquelas lindas caixas de Zelda e Super Mario Bros, essas box duas vezes mais gordas que as atuais com DVD e Blu Ray eram muito bonitas, mas ocupavam um espaço e tanto na prateleira, fico feliz delas serem mais encorpadas nos dias de hoje, mesmo sentindo saudade dos cartuchos. E fala sério, tem coisa mais gratificante que ter um item desses na sua coleção? E uma casa grande para caber tudo isso? Fechadinho? Bonitinho? Eu fiquei me rasgando de inveja aqui, simplesmente demais a coleção desse cara e olha que estamos só no começo ainda.

Bah… que demais, o cara fez questão de apresentar a coleção toda no maior estilo, adorei as prateleiras móveis (ou tinha alguém atrás empurrando?). Será que é ele quem limpa ou ele deixa alguém de confiança limpar para ele? Eu mesmo ficaria paranóico, odiaria só imaginar que algum espertinho (a) poderia levar algo da minha coleção, por outro lado dar uma faxina nesse lugar sozinho é praticamente uma guerra, eu quase não consigo manter a ordem no meu cafofo que mais parece um cubículo, imagine então um lugar desses. Voltando aos consoles, temos o Mega CD, outro que eu também não tive a oportunidade de conhecer, mas o acervo de jogos para a plataforma mostra claramente a força que a Sega tinha antes de largar a produção de hardware e se focar apenas em software. Muito jogo de animação japonesa que eu gostaria de ver rodando ao vivo passou aí. Lodoss War, Ultraman, Ranma 1/2, nem Urusei Yatsura escapou da supremacia da empresa em seus tempos mais áureos. Aliás posso estar errado, mas isso é uma coisa rara de se ver hoje em dia, eu não costumo ver muitas notícias sobre games baseados em animes saindo no Japão. Com exceção dos animes mais mainstream e que ainda assim as produtoras fazem corpo mole para entregar algo que realmente preste. Em contrapartida elas costumam abusar bastante dos portáteis, Rurouni Kenshin e Fairy Tail por exemplo no PSP que o digam e o que dizer do pecado de Jump Ultimate Stars estar disponível apenas no DS? Às vezes parece que essas produtoras tem algum receio de colocar a mão na massa e entregar um trabalho de qualidade nos consoles HD, porque ano após ano PlayStation 3 e Xbox 360 continuam sendo a última opção na hora de se produzir algo do gênero.

Não fosse o ”crash” que infelizmente as vendas do Dreamcast deram à SEGA, provavelmente veríamos muito mais produções focadas em animes menos badalados sendo lançados para os consoles dela na atual geração. Pelo catálogo do Bryce, a empresa não pestanejava em investir nessa área, o que seria bom e ruim ao mesmo tempo para nós. Bom porque seria e continua sendo muito legal ver a animação da qual se gosta tanto ganhando uma adaptação para os vídeogames, mas ruim porque dada a popularidade de muitas delas fora da sua terra de origem, esses games talvez nunca chegassem de forma oficial por estas bandas. Seguindo em frente, olhem ali a box original do Sonic CD com o ouriço partindo pra cima do Metal Sonic, muita linda a capa, inclusive o game saiu esses dias na XBLA e PSN. O Sega Saturn também dá as caras nesta segunda parte, destaque para a primeira versão de Metal Gear que depois saiu também para os consoles da Nintendo. Nights também aparece nesse video e aí está um jogo que sigo na curiosidade de jogar um dia e ver o que o criador do Sonic fez de tão diferente nesse game. Reparem também numa relíquia da franquia Dragon Quest na mesma prateleira do Metal Gear e mais uma tonelada de games japoneses, muitos baseados em animes só para variar. O Saturn era o console do momento no Japão no começo da geração dos 32 Bits, pena que o mesmo não aconteceu em outras parte do mundo. Esse eu também não pude ter em casa, mas como eu tinha camaradas morando com adultos mais flexíveis que os meus, não foi dificil experimentar a primeira versão do Resident Evil que tempos depois acabou estourando mesmo no PSOne. De Sonic, não me lembro de nenhum jogo inesquecível na plataforma para ser lembrado. Consigo me lembrar vagamente de Fighting Vipers e de um jogo de Dragon Ball que dava de dez a zero em qualquer game lançado para o PlayStation na época. Tinha de me lembrar de mais coisas, mas as idéias não param de fluir ao mesmo tempo em que o meu cérebro já se mostra cansado com a revisão dessa bíblia. Vamos logo para o próximo vídeo.

E dalhe mais Sega Saturn, viram o Hokuto No Ken logo no início? O Dragon Ball que eu falei agora pouco também apareceu ali. E olha quanto J-RPG ocupando essa parte do vídeo, poucos reconhecidos por mim. No máximo vou me lembrar de Grandia, babei muito por esse jogo na época, mas hoje? Hum… méh. Agora abram alas para o finado Dreamcast, o Bryce fez questão de focar o que parece ser o seu xodó quando o assunto é o console de 128 bits da SEGA. Vários bundles temáticos de Sonic, Resident Evil Code Veronica e de Shenmue. Essse último tem a caixa mais linda de todas já mostradas até agora e assim como Nights, Shenmue é um jogo muito curioso para mim. Sei que vou repetir o que já está virando bordão nesse post e vai parecer até que eu passei vontade a minha infância toda, mas o fato é que também não tive um Dreamcast para chamar de meu, porém mais uma vez não faltaram amigos comprando o console novo para me fazer babar em jogos como Sonic Adventure.

Shenmue é um caso a parte porque é realmente um jogo curioso pra mim, outro dia me peguei pensando nele e em vez de visitar o Wikipédia para pesquisar, fui dar uma olhada nos vídeos de walkthrogh no YouTube e nem vi tanta ação como eu esperava, tampouco os elementos que geralmente denunciam um RPG em menos de 1 minuto de jogatina. Acho que foi quase meia hora de conversa e andança pelo mundo do jogo que tem cara de sandbox em certos momentos, mas não é. E o mais interessante pra mim é que a minha sede por ação e batalhas por incrível que pareça não me fez achar o jogo parado, mas sim fascinante por mostrar um pouquinho da cultura japonesa de uma forma muito bacana mesmo com gráficos de geração passada. Deu mesmo vontade de tocar aquela história pra frente e conhecer mais a fundo aqueles personagens, e isso não é algo que eu costumo sentir com qualquer jogo e de forma assim tão rápida. Tinha algo mais ali, mas como nunca joguei, continuo sem saber dizer o quê. Muito me admira a SEGA não ter feito ainda uma versão remasterizada dos 2 jogos para a geração atual. Tanta coisa do Dreamcast e Sega Saturn já saiu na atual geração, até Daytona USA que ninguém pediu deu as caras na Live e PSN esse ano. O que a SEGA está esperando para fazer a alegria de curiosos como eu? Já passou da hora não?

Mais um pouco de Dreamcast e vários jogos que eu fiquei curiosíssimo para ver, legal ver tantos acessórios fazendo parte da coleção também. Logo em seguida, entra em cena o PC Engine, outro console que só conheço por nome, nas imagens dá para ver que ele teve diversas versões e uma line-up bem vasta no território japonês. Por aqui não faço a menor idéia se fez ou não sucesso. Isso se é que o material chegou para gente nesse lado do globo, nunca ouvi falar que fulano já teve ou testou o console para contar história, enfim.

Aqui a coleção do Bryce dá uma escorregada por ser 90% japonesa e 10% americana. Faltou muito jogo de PlayStation 2 e Gamecube que foi sensação por um bom tempo em ambos os consoles. Cadê Max Payne, Crash Bandicoot, Tekken, Shadow Of The Colossus, ICO, Dead Or Alive, algum Call Of Duty, Battlefield, Medal Of Honor, Viewtiful Joe ou… ah, melhor parar por aqui antes que eu me perca em divagações. Interessante é notar que mesmo depois do fim da carreira da SEGA na confecção de consoles ela continuou mais presente do que nunca no mercado, principalmente no console da Sony com os games da linha SEGA AGES. Como o Bryce não deu muita atenção para o PlayStation e resolveu mostrar apenas o quanto é apaixonado pela franquia Metal Gear, o jeito é a gente pular para o Super Famicon (o Super Nintendo no Japão). Difícil esquecer os tempos em que eu me via obrigado a fugir de casa às escondidas para jogar na casa dos colegas. Lembro até de um amigo em especial que tinha o cartucho do Donkey Kong Country 2: Diddy’s Kong Quest (indiscutivelmente o melhor jogo dos 3 primeiros) que veio com defeito e não salvava o seu progresso de jeito nenhum, fazendo a gente marcar hora bem cedo no domingo para tentar salvar o jogo em um dia só. Joguei tanto isso nos meus tempos de moleque que tenho boa parte das fases e da trilha sonora mais do que grudadas, simplesmente eternizadas na minha mente. Algo de uma qualidade tão linda e tão bem feita que vou levar para o resto da minha vida na memória. Uma pena mesmo a parceria entre a RARE e a Nintendo ter acabado.

Mas esse jogo não foi o único a marcar aquela época obviamente. Antes dos campeonatos de Call Of Duty online, a turma aqui do bairro organizava campeonatos dominicais de Bomberman quase que todo fim de semana. A gente nem oficializava aquela bagunça toda de campeonato, mas com 3 controles na disputa e o PC fazendo o resto do trabalho, não dava para deixar passar uma corrida pelos troféus no modo multiplayer. E quem aí se lembra daqueles joguinhos de carrinho que vinham naqueles minigames vendidos na feira? Eu adorava aquele com carrinhos de fórmula 1, até que num belo dia me apresentaram Top Gear e a graça dele acabou. Depois veio F-Zero, mas esse eu acabei achando um saco o jeito como aqueles carros do futuro escorregavam fácil demais pela pista, toda hora eu batia naquele maldito muro. Pra compensar, Super Mario World foi magia a primeira vista, certa vez até pedi emprestado o cartucho de um amigo para testar no Master System, tamanha era a minha vontade de agarrar um Super Nintendo. Acabei tendo de esperar um pouco mais, mas ele acabou vindo não muito tempo depois. Mortal Kombat 3 Ultimate foi mais um que rendeu muito na minha mão, eu tive de sacrificar as aulas de matemática para me dedicar a descobrir sozinho os Fatalities de cada personagem, até um caderno eu enchi de anotações só minhas, mas se eu soubesse que as revistas de games já faziam todo esse trabalho árduo, provavelmente eu não teria jogado tanto quanto joguei. Também tenho boas lembranças de jogos dos Power Rangers, Spawn, O Máscara, Super Street Fighter II e mais uma enxurrada de jogos que não vou conseguir puxar do fundo do baú agora.

No Nintendo 64 então, o que dizer das horas e horas perdidas com Pokémon Stadium? E o Zelda Ocarina Of Time que comecei e recomecei tantas vezes e até hoje ainda não terminei? Desse console também carrego apenas boas lembranças, principalmente pelo fato de não ter gasto quase nada com ele. Praticamente tudo o que eu joguei foi emprestado de algum colega. Depois veio o Gamecube, mas esse eu simplesmente não o vi passar, só vim conhecer o arquirival do PlayStation 2 no final de 2009 graças a retrocompatibilidade do Wii. Sem muito a comentar sobre ele a não ser o fato de que larguei Wind Waker para começar Uncharted 3 e até agora não retomei a minha viagem pelos mares. Super Mario Sunshine é outro que está na minha lista de desejos, mas ela é tão extensa que acho que só vou completá-la quando estiver bem velho, quem sabe aposentado e livre para jogar o dia todo sem medo de me interromperem no meio de uma cutcene importante. Na minha casa isso é constante.

Ops… onde nós estávamos mesmo? Ah sim, mil perdões Bryce, hora de entrarmos mais e mais no coração dessa coleção. A propósito é tanta prateleira dando espaço para outra que o lugar virou um verdadeiro labirinto com passagens secretas e tudo mais. Verdadeiras relíquias, bonecos e pôsters de animes. Acho que falo por todos quando digo que este quarto é o recanto dos sonhos de qualquer gamer ou mesmo um fã de anime vivo na face desta Terra. Fechando essa parte a gente vê alguns títulos do Virtual Boy, aquele console (?) que precisava de um capacete para funcionar e prometia jogatina sem controles muito antes do Kinect. Acabou desencadeando fortes sessões de enchaqueca nas cobaias e foi limado das lojas.

Agora o Bryce resolveu mergulhar nos portáteis. Bastante jogos do Nintendo DS, Game Gear e Wonderswan que era da Bandai se não me falha a memória. Nada a comentar sobre esses aqui, nem do DS posso falar muito, adquiri o 3DS a pouco tempo e tenho vontade explorar a line-up do portátil anterior, até mesmo para conferir pérolas como Jump Ultimate Stars que citei ali em cima. Muito embora eu ande achando que a trava por região desse jogo vai acabar me forçando a coisas que eu não queria fazer, mas vamos mudar de assunto.

Olha um pouco de justiça sendo feita o PSOne, quase não vi nada dele lá atrás, mas pelo menos na prateleira dos RPG’s não faltaram os Final Fantasy que mais joguei até hoje. Destaque mais do que merecido para Chrono Cross, o primeiro RPG que consegui fechar nessa carreira nem tão brulhante de RPG gamer. Nunca fui muito de gostar do gênero, tive todas as oportunidades de jogar os Dragon Quest mais antigos bem como os Final Fantasy mais clássicos no SNES, mas acabei dispensando todos, só vindo a me reecontrar com o gênero mais tarde no console da Sony. Hoje eu estou mais uma vez afastado ou só um pouco indeciso em mergulhar no gênero de novo com o meu Final Fantasy XIII bem longe de ser terminado no PlayStation 3.

Rá! Olha ele aí, chegou a hora do Master System, ele nunca foi o sistema mestre de verdade, mas deixou muita saudade, inclusive em mim que tive ele como o meu primeiro console. Como na época eu era pequeno demais para me importar em conservar os meus brinquedos, hoje só tenho o velho controle preto simples de 2 botões + direcional, guardado aqui com muito carinho. Adorei as boxarts japonesas, mas gostei mais ainda de ver as americanas com aquele fundo branco cheio de quadros ao fundo, era essa a versão que povoava a locadora que ficava a 15 minutos da minha casa. Destaco ali o Golgo 13, depois dele prometo não duvidar mais quando alguém disser que tal anime super desconhecido das cavernas fora do Japão recebeu alguma adaptação para os vídeogames, principalmente se o vídeogame for da SEGA. Também achei interessante a box com Spy Vs Spy da revista MAD aparecendo rapidinho ali. Será que o jogo é bom?

E por essa eu não esperava, o Bryce resolveu no mesmo vídeo apresentar outra paixão sua além de toda (ou quase) line-up de tudo o que a SEGA já lançou até hoje, Metal Gear Solid ou Final Fantasy. Esse cantinho Resident Evil é coisa de apaixonado mesmo, acho que não faltou nada aí, até as réplicas das armas estão estampando as paredes. Destaque para aquela artwork lindassa de 5 anos da franquia. E vejam só que engraçado, esse ano ela comemorou seus 15 aninhos, o tempo voa mesmo.

E chegamos ao fim da coleção, sobraram as dúzias e mais dúzias de artworks e action figures para mostrar, mas essa parte da coleção é tão linda que eu definitivamente fiquei sem ter o que comentar. Fiquei só me perguntando mais uma vez como ele limpa esse pedaço, tem de haver algum jeito mais simples do que este que estou tentando imaginar agora, mas qual? O Bryce bem que podia fazer um vídeo explicando, quero um dia encher uma sala com esses bonecos, mas não quero limpar um por um toda semana. Como faz?

E é isso pessoal, essa ainda não é a maior coleção de vídeo games do mundo, mas deve estar sem dúvida entre as melhores colocadas. Na época da postagem o Bryce prometia mais vídeos inclusive da suas coleção de action figures, então credito que eles já estejam disponíveis no seu canal no YouTube. Quem quiser surfar por lá é só clicar aqui e prolongar essa viagem.

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5 Comentários

  1. Realmente, é como viajar na história dos vídeo games. Não chego a ter inveja, da coleção de Bryce, mesmo assim, como qualquer gamer, admiro-a muito.

    E sobre o Jump Ultimate Stars sair apenas para DS, não acho que isso seja tão ruim, pois é no formato do portátil da Nintendo que ele melhor se adapta à sua proposta, na minha opinião. Em outras plataformas até poderíamos formar os decks ( sem eles o jogo não seria o mesmo ), mas não teriam a mesma praticidade que duas telas podem nos oferecer. Torço para que tenha uma segunda versão, do game. 3DS? Wii U? Tanto faz, desde que seja tão bom quanto o primeiro! ^_^

  2. eu lembro desta matéria.Nunca senti tanta inveja na minha vida XD.O que mais me intriga é pensar a grana que esse cara gastou nessa coleção.

    1.  @clebson Haha, esse tá bem empoeirado mesmo, inclusive ele precisava de uma SENHORA revisão. Mas textos longos são inevitáveis Clebson, a única coisa que eu posso te garantir é que vc não verá outro desse tamanho absurdamente exagerado por aqui.
      Grande abraço! =D

  3. Dependendo do assunto eu curto os textos enormes. Como aquele de Assassin’s Creed: Revelations 😀 Quando o assunto me interessa eu fico é triste quando o texto acaba huahua

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