Jogando

Mais uma sequência de Naruto?

You Don’t Say?

Eu já estava prevendo isso quando falei do Ultimate Ninja Storm Generations aqui no blog. A Namco Bandai realmente não sabe quando parar, DragonBall Kinect é a maior prova que nós temos disso no momento, um jogo reaproveitado do ano passado que vai ser vendido novamente, mas dessa vez para todos aqueles que nem sequer tomaram conhecimento da bomba que foi o Ultimate Tenkaichi. Se bem que nenhuma produtora da atualidade sabe realmente quando parar ou apenas pausar as suas melhores franquias afim de preservá-las.

Seqüência em cima de sequência é o que vende, ou pelo menos é o que parece que vai seguir vendendo até que essa geração atual de consoles termine. Logo, se tem alguém por aí indeciso sobre comprar ou não Ultimate Ninja Storm 2 ou Generations (ainda), talvez seja melhor segurar a vontade e esperar por mais 1 ano, ou 2, 3 ou quem sabe a virada dessa geração como eu acabei de dizer. Porque apesar do anime já dar sinais de cansaço há tempos e o derradeiro final parecer cada vez mais próximo eu duvido muito que esse aí seja o jogo definitivo para a série.

Do que vi até aqui, ainda acho o Ninja Storm 2 de longe o melhor, ele é o jogo perfeito pra reviver os melhores momentos do anime e com surpresas muito boas por conta tanto do dinamismo no gameplay quanto no jogo de câmeras. Aliás o jogo é tão bom que chega ser impossível não se emocionar em emocionar. Quem jogou essa parte aqui sabe do que estou falando e com certeza não vai esquecer tão cedo.

Mas talvez e SÓ TALVEZ esse terceiro jogo recupere tudo aquilo que o Generations pecou em não nos dar com aquela desculpa esfarrapada de unir passado e presente dos personagens. As imagens do anúncio na Jump mostram a Kyuubi tomando conta do cenário, o que deve indicar que as Boss Battle e os melhores e mais bem aplicados quick time events que eu conheço finalmente voltaram.

E isso vai de encontro ao que um leitor (desculpe, esqueci nome) falou nos comentários do post sobre Generations que rolou meses atrás. Sobre o fato da equipe da CyberConnect2 ter se dividido na época pra cuidar de Asura’s Warth e o último jogo ao mesmo tempo. Não que isso justifique o fato de Generations ter ganho um modo história meia boca, porque podiam muito bem segurar o projeto afim de fazer coisa melhor. Mas quem jogou Asura sabe que tudo o que faltou no Generations foi colocado ali, um esforço que pra mim não compensou muito quando lembro do quão pobre ficou o gameplay.

Mas é isso, Naruto seguindo a mesma trilha nos games de Dragon Ball. A franquia ainda não deixou de ser interessante, mas na minha opinião se continuar nesse ritmo vai cansar logo logo e repetir o filme do seu antecessor. Mas eu nem sei porque ainda me surpreendo com isso, a frase ”eu já sabia” estava escrita na minha testa desde o momento em que pus as minhas mãos no jogo mais recente. São as empresas de vídeo game e a sua insistência em repetir os mesmos erros sempre.

Pode não ser agora, mas no próximo…

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K o n S a m a

Do ser sem razão a essa explosão de emoção, do preguiçoso leitor ao (meia-boca) escritor, do tímido calado ao ator inquieto, do caminho já traçado à esquina do destino incerto. Tentei me definir, mas sem sucesso. Games, filmes, música, animes, são só o começo desse quebra-cabeça sem nexo.
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