Checklist do lançamentos da Aleph em 2018, até este mês de julho

Em fevereiro fiz um post aqui no site trazendo todos os títulos da Editora Aleph de 2017. Resolvi não esperar um ano inteiro para fazer outro parecido nos moldes daquela postagem. Já ultrapassamos a metade de 2018 e a Aleph já lançou diversos novos livros que merecem uma atenção, e que ao longo dos próximos meses devem também ganhar suas respectivas resenhas por aqui, juntamente com outros títulos mais antigos do catálogo da editora.

Sei que as impressões de livros entraram em um pequeno recesso no site há algumas semanas, mas estou me preparando para retornar com vários textos sobre livros cuja a leitura consegui justamente concluir nesse intervalo de tempo. A meta é retornar com todo gás as resenhas literárias, com o primeiro texto já para sair daqui alguns dias. Aguardem.

E tem sido uma jornada bacana esse descoberta pelo mundo, dimensões e viagens além do tempo espaço para conhecer muito daquilo que a Aleph tem lançado no Brasil nestes últimos anos. Sempre abordei muito sobre o mundo dos games e a experiência que essa mídia nos transporta e tem sido uma grata surpresa descobrir o quão semelhante é também o mundo dos livros de ficção científica, sejam as obras clássicas quanto às atuais obras modernas. Não é surpresa o quanto games também se inspiram atualmente neste segmento para criar novas histórias originais ou até mesmo inspiradas.

Para este primeiro semestre de 2018, já foram lançadas (com os dois últimos desta lista em pré-venda para serem lançados em alguns dias) diversas obras que instigam o leitor e aguçam a curiosidade de saber mais sobre premissas e os universos criados. Obras que já viraram produtos em outros tipos de mídias ou que possuem projetos para se tornarem futuras séries ou filmes nos cinemas.

Pra mim é até difícil citar os que mais me despertaram a atenção. Encarcerados, do John Scalzi, foi o primeiro lançamento do ano e que assim que coloquei as mãos foi apenas uma questão de dias até devorá-lo. Um texto a seu respeito saiu quase que instantaneamente a este evento. Outra surpresa foi a revelação de que Calamidade, da trilogia Executores, estar para chegar as livrarias agora em julho. Estava esperando o terceiro livro dessa trilogia para mais perto do final do ano, por isso estava segurando um pouco a leitura do livro II, Tormenta de Fogo para começar a sua leitura lá para meados de agosto ou início de setembro. Já subi o segundo livro para o próximo da minha lista de leitura. Lembrando que Coração de Aço já teve suas impressões também publicadas aqui no site.

Atualmente tenho lido outro dos lançamentos dessa primeira fase de 2018, Justiça Ancilar. Ainda estou terminando suas primeiras 100 páginas, confuso e admirado com a proposta inusitada do livro. Nem quero falar muito a seu respeito no momento, pois ainda tenho muito a entender sobre o formato narrativo da obra e para onde a trama quem me levar. Espero ter algo a dizer a seu respeito antes de julho terminar. Enquanto isso, outro dos lançamentos que também despertam a minha curiosidade é O Enigma de Andrômeda, que é uma obra do mesmo autor do grande fenômeno Jurassic Park, Michael Crichton, que também tenho um apreço e estou devendo um texto sobre minhas ponderações finais sobre os dois livros jurássicos do autor. Saiba que não me esqueci destas obras.

Na área dos clássicos, estou maluco para me aprofundar mais em tornos das obras de Philip K. Dick e Arthur C. Clarke. Do primeiro terminei o icônico Androides sonham com Ovelhas Elétricas? (conhecido por ser a base para o universo de Blade Runner) e comecei a assistir a série Sonhos Elétricos (disponível no Brasil pela Amazon Prime). Na fila de leitura estão justamente o livro que reúne os contos que se tornaram base para a série produzida em 2017, e que leva esse mesmo nome, Sonhos Elétricos, e também a clássica compilação Realidades Adaptadas, com obras de Philip K. Dick que inspiraram outras produções nos cinemas norte americanos. Já em relação a Arthur C. Clarke, o conheço por sua obra mais notável, 2001: Uma Odisseia no Espaço, mas admito que nunca li tal obra. Entretanto, vou aproveitar o lançamento de Poeira Lunar, para começar por uma obra menor, para então posteriormente conhecer sua icônica obra.

Perceba que acabei citando quase todos os lançamentos da Aleph neste primeiro semestre de 2018. Acabei deixando de fora um título de Star Wars, ainda que também estou para iniciar um de seu universo (Dívida de Honra) e o Flores para Algernon, que preciso admitir que o desconhecia por completo e só foi saber mais a seu respeito agora, em seu recente anúncio de lançamento e um pouco mais aqui, para colocar os detalhes da obra na listagem abaixo. Mas veja como é interessante essa versatilidade da Aleph para lidar com seus lançamentos, apostando em clássicos, obras modernas (e muito bem premiadas lá fora) e em aguardadas continuações.

Há opções para todos, e quanto mais se lê esse gênero, mais existe essa sensação de querer conhecer mais de suas vertentes, seus mais diversos autores e universos. Volto a pensar na correlação com videogames, em como gêneros e propostas puxam novos jogadores pra lá e pra cá, nos instigando a conhecer coisas a qual à distância talvez não nos interessasse. Ficção Científica, e o o trabalho gráfico, da experiência com livros e obras muito bem editados aqui no Brasil pela Aleph, tem causado esse mesmo efeito em mim. Não tenho do que reclamar. E por isso essa vontade de continuar indicando e falando mais e mais a respeito por aqui.

Fiquem com a lista dos lançamentos e aguardem por novos textos e conversa a respeito de tais obras!

Lançamentos de 2018 (até julho) da Editora Aleph

Sinopse da Editora: Um assassinato ocorre em um quarto de hotel em Washington. Junto à vítima está um homem banhado em seu sangue, que alega não ter sido responsável pelo crime. O caso logo se torna da alçada do FBI, pois envolve uma nova e especial classe de indivíduos. Os hadens são pessoas que, devido a uma síndrome, tiveram sua mente encarcerada em um organismo imóvel. Para viver em sociedade, eles transferem sua consciência para estruturas robóticas ou alugam o corpo de indivíduos saudáveis. A investigação desse assassinato leva agente Shane e sua parceira Vann não apenas a mergulhar no mundo dos hadens, mas a descobrir uma rede de interesses políticos e econômicos envolvendo sua cultura e seus veículos robóticos. Em mais um de seus best-sellers, John Scalzi, ganhador do prêmio Hugo, constrói um mundo futurista plausível e bem explicado. Encarcerados é uma mistura perfeita de ficção científica e romance policial, repleto de intrigas políticas e polêmicas sociais e tecnológicas.

Sobre o autor: John Scalzi é escritor, editor e crítico de cinema. Ex-presidente da Science Fiction and Fantasy Writers of America, já ganhou os prêmios Hugo e Locus, além do prêmio John W. Campbell de Melhor Escritor Estreante com Guerra do Velho, seu primeiro romance. Entre seus livros estão Red Shirts e Lock In. Scalzi mora em Ohio, nos Estados Unidos, com a esposa, a filha e vários animais de estimação.

Sinopse da Editora: Philip K. Dick foi um dos maiores nomes da ficção científica em todo o mundo e encabeça, também, a lista dos autores do gênero mais roteirizados em Hollywood. Os dez contos de sua autoria reunidos nesta edição foram adaptados para a série televisiva britânica Electric Dreams, uma antologia de histórias futurísticas que, ao mesmo tempo, ilustram a visão profética de Dick e celebram o eterno apelo midiático de sua obra. Seguindo o que a literatura de Dick tem de melhor, os contos de Sonhos elétricos apresentam cenários familiares, mas ao mesmo tempo estranhamente distorcidos, e têm o poder de questionar a realidade e tirar o leitor de sua zona de conforto.

Sobre o autor: Philip Kindred Dick nasceu nos Estados Unidos em 1928. Ao longo de sua vida e de sua carreira, nunca deixou de suspeitar do mundo a sua volta, em aparência e essência. O profundo questionamento da condição humana e da verdadeira natureza da realidade tornou-se uma marca indelével de sua obra. Tanto que a ficcionista Ursula K. Le Guin chegou a considerá-lo o Jorge Luis Borges norte-americano. Embora não tenha tido o justo reconhecimento em vida, várias de suas obras tornaram-se conhecidas ao serem roteirizadas e transformadas em grandes sucessos do cinema, como o clássico Blade Runner, baseado no romance Androides sonham com ovelhas elétricas?. O Vingador do Futuro, Minority Report e Os Agentes do Destino, entre outros filmes, foram inspirados em contos de Dick. Autor de mais de 120 contos e 36 romances, entre eles Valis, Ubik, Os Três Estigmas de Palmer Eldritch e os premiados O Homem do Castelo Alto e Fluam, Minhas Lágrimas, Disse o Policial, Philip K. Dick morreu em 1982, aos 53 anos, em decorrência de um acidente vascular cerebral.

Sinopse da Editora: Em um remoto planeta gelado, Breq está prestes a concluir seus planos de vingança. Ex-membro do Radch, o império que domina a galáxia, Breq era a nave Justiça de Toren – uma porta-tropas gigantesca com uma única inteligência artificial que habitava e controlava o corpo de milhares de soldados. Mas um ato de traição destruiu tudo o que Breq conhecia, e agora só lhe resta um único e frágil organismo humano para enfrentar o império.

Sobre o autor: Ann Leckie é autora de Justiça Anciliar, livro de estreia que resultou no prêmio Hugo, Nebula, Arthur C. Clarke e BSFA. As sequências Ancillary Sword e Anciliary Mercy venceu o Locus Award e receberam indicações para o Nebula. Ela também publicou contos nas revistas Subterranean, Strange Horizons e Realms of Fantasy. Sua história “Hesperia and Glory” foi reimpressa pela Science Fiction: The Best of the Year, edição de 2007 editada por Rich Horton. Ann trabalhou como garçonete, recepcionista e engenheira de gravação. Atualmente ela mora em St. Louis, Missouri.

Sinopse da Editora: Após ajudar a Aliança Rebelde na ousada missão de destruir a Estrela da Morte, Han Solo conseguiu o que queria: uma farta recompensa, capaz de pagar sua dívida com Jabba, o Hutt. Mas um imprevisto o fez perder todos os créditos, e agora Han está de novo na mira do vilão de Tatooine. Com estratégias e contatos, ele planeja se livrar da dívida de uma vez por todas ao aceitar um trabalho quase suicida, que envolve se in ltrar em uma fortaleza e roubar os cofres da Sol Negro, a maior organização criminosa da galáxia. Esse é um trabalho para especialistas… ou para loucos. É por isso que Solo reúne uma equipe de ladrões que revelam ser um pouco dos dois. Entre eles estão um especialista em eletrônica, um batedor de carteiras, ladrões e ladras especializados, o indispensável copiloto e contrabandista Chewbacca e o sagaz Lando Calrissian – que se junta à equipe após um mal-entendido e contra a vontade de Han Solo, mas que fará sua parte indispensável nesse grande roubo.

Sobre o autor: Timothy Zahn nasceu nos Estados Unidos em 1928. Mestre em Física pela Universidade de Illinois é autor desde os anos 1970 e já escreveu aproximadamente setenta contos e novelas, além de numerosos romances. Foi vencedor do prêmio Hugo de melhor romance em com o livro Cascade Point e possui mais de 4 milhões de obras impressas em todo mundo. Com mais de 10 livros de STAR WARS publicados, Zahn foi um dos pioneiros e ainda figura entre os principais autores do Universo Expandido da saga.

Sinopse da Editora: Um satélite espacial cai na Terra. Com o objetivo inicial de investigar possíveis vidas alienígenas, o satélite militar acaba saindo de órbita antes do tempo previsto. A 20 quilômetros do local da queda, cadáveres abarrotam as ruas de uma cidadezinha no deserto do Arizona. Equipes de busca, responsáveis por localizar a sonda, encontram apenas dois sobreviventes: um idoso viciado e um bebê recém-nascido. Para investigar o ocorrido, o governo dos Estados Unidos mobiliza o Projeto Wild Fire, um protocolo de emergência ultrassecreto. A fim de encontrar uma solução para o problema das mortes súbitas, quatro dos cientistas mais importantes do país são levados para um laboratório subterrâneo secreto no deserto, equipado com um sistema de autodestruição atômica para o caso de contaminação. Mas o enigma de Andrômeda se revela diferente de tudo o que a ciência já viu – e, se os cientistas não descobrirem rapidamente como agir, uma catástrofe mundial sem antecedentes pode acabar acontecendo.

Sobre o autor: Michael Crichton é escritor, médico, produtor e diretor de televisão. Nascido nos Estados Unidos, cursou medicina na Universidade de Harvard e se formou Doutor em Políticas Públicas. Porém, foi na carreira de escritor que obteve destaque. Seu primeiro best-seller, Enigma de Andrômeda, foi escrito enquanto Crichton ainda estava cursando a faculdade. Seus trabalhos mais conhecidos são os romances da série Jurassic Park, adaptados para o cinema por Steven Spielberg e a série de televisão ER.

Sinopse da Editora: Publicado 9 anos antes do homem chegar a lua, Poeira Lunar, de Arthur C. Clarke, foi indicado para um dos principais prêmios literários da ficção científica: o Hugo. Além disso, foi a primeira história de ficção cientifica publicada pela Reader’s Digest. No futuro, a Lua, esse astro que atraiu e encantou a humanidade desde os primórdios, se torna um destino turístico. Seus mares nunca antes navegados, compostos por um depósito de poeira que permaneceu intocado e imóvel ao longo de milhões de anos, passam a ser desbravados por uma nave de cruzeiro com tecnologia de ponta: a Selene. Mas o espaço, apesar de nossos avanços científicos, continua sendo um ambiente arriscado, indômito e cheio de armadilhas. O que parecia um simples passeio turístico se torna uma perigosa aventura quando a Selene, com vinte passageiros a bordo, naufraga em poeira no Mar da Sede. Sem comunicação ou meios de voltar à superfície, o pequeno grupo fica preso, e os turistas, junto a dois tripulantes e um experiente astronauta, se tornam um microcosmo da sociedade. Enquanto aguarda o resgate, o capitão da Selene precisa lidar com as ansiedades de seus passageiros e, ao mesmo tempo, tomar difíceis decisões que podem significar a vida ou a morte para cada um dos náufragos.

Sobre o autor: Arthur C. Clarke desenvolveu, desde cedo, o interesse pela ciência e pela ficção científica. Após o ensino médio, mudou-se para Londres, onde se tornou membro da Sociedade Interplanetária Britânica e estudou Física e Matemática no King’s College. Em um artigo técnico escrito em 1945 para o periódico inglês Wireless World, ele apresentou os princípios da comunicação por satélite, os quais levariam aos sistemas hoje utilizados. Entre seus trabalhos mais notáveis estão O Fim da Infância, Encontro com Rama e 2001: Uma Odisseia no Espaço. Em 1956, Clarke mudou-se para o Sri Lanka, onde continuou a escrever seus livros e artigos. Lá viveu até sua morte em 19 março de 2008, aos 90 anos. Clarke deixou um legado que ultrapassa os limites da literatura, além dos mais de cem milhões de livros vendidos no mundo inteiro, foi homenageado pela NASA, que nomeou a sonda não tripulada enviada a Marte de 2001 Mars Odyssey. Também em reconhecimento ao trabalho do autor o asteroide 4923 foi batizado com seu nome, assim como uma espécie de dinossauro Ceratopsiano, o Serendipaceratops arthurclarkei.

Sinopse da Editora: Os Executores se preparam para a batalha definitiva. Mas pode ser que suas armas e habilidades não sejam suficientes. Para derrotar os Épicos de uma vez por todas, David e sua equipe precisam descobrir o segredo de Calamidade, a misteriosa estrela vermelha. As respostas podem estar em Ildithia, uma bizarra e perigosa cidade de sal. Com a união e a coragem pelas quais são conhecidos, os Executores vão até lá, e contam com a ajuda de amigos poderosos para tentar pôr fim ao caos. Calamidade é o terceiro e último volume da série Executores, que também conta com Coração de Aço e Tormenta de Fogo.

Sobre o autor: Brandon Sanderson é considerado um dos maiores autores de fantasia da atualidade. Desde 2005, já publicou mais de 20 livros, incluindo os volumes mais recentes da renomada série A Roda do tempo, iniciada pelo falecido Robert Jordan. Suas obras já foram traduzidas para mais de 25 idiomas e chegaram 6 vezes à lista de mais vendidos do The New York Times. Ele já foi indicado para os mais importantes prêmios de literatura especulativa, incluindo o John W. Campbell e o Hugo, o qual o autor venceu na categoria de melhor novela, com The Emperor’s Soul. Entre suas séries mais famosas estão Mistborn, The Stormlight Archive e Elantris, além da série Executores, que se inicia com Coração de Aço. Sanderson também é professor de escrita criativa e cocriador do podcastWriting Excuses, sobre criação e produção de obras literárias e quadrinhos. Ele vive nos Estados Unidos com a esposa e três filhos.

Sinopse da Editora: Entre os temas mais recorrentes da ficção científica, a percepção de múltiplas realidades já abriu margem para narrativas clássicas e questões tão profundas quanto um buraco negro. Afinal, o mundo que sempre percebemos a nossa volta realmente existe? Mas para além dos portais interdimensionais, o autor norte-americano Daniel Keyes manteve os pés no chão dentro do universo scifi e apresentou uma história que explora o conceito, ao mesmo tempo que impacta por sua delicadeza. Publicado originalmente em 1966, Flores para Algernon foi o grande expoente da carreira do escritor, ganhador do prêmio Nebula e inspiração para o filme Os Dois Mundos de Charly (1968) – que garantiu a Cliff Robertson o Oscar de Melhor Ator. E com mais de 5 milhões de exemplares vendidos e referência dentro das escolas dos Estados Unidos, a obra surgiu sobre as palavras de um homem de 32 anos e 68 de QI: Charlie Gordon.

Com excesso de erros no início do romance, os relatos de Charlie revelam sua condição limitada, consequência de uma grave deficiência intelectual, que ao menos o mantém protegido dentro de um “mundo” particular – indiferente às gozações dos colegas de trabalho e intocado por tragédias familiares. Porém, ao participar de uma cirurgia revolucionária que aumenta o seu QI, ele não apenas se torna mais inteligente que os próprios médicos que o operaram, como também vira testemunha de uma nova realidade: ácida, crua e problemática. Se o conhecimento é uma benção, Daniel Keyes constrói um personagem complexo e intrigante, que questiona essa sorte e reflete sobre suas relações sociais e a própria existência. E tudo isso ao lado de Algernon, seu rato de estimação e a primeira cobaia bem-sucedida no processo cirúrgico.

Originalmente um conto publicado em 1959 (ganhador do prêmio Hugo), Flores para Algernon explora a ficção científica através de suas operações pioneiras e superinteligência, mas que trata realidades simultâneas sem ao menos viajar para o espaço desconhecido. Em resumo, Daniel Keyes entra na mente humana e apresenta uma realidade que se torna paralela sob a perspectiva de um homem. Algo a se esperar de um autor que foi influenciado pelos roteiros de quadrinhos que escrevia para Stan Lee e inspirado por artigos acadêmicos e anotações de Aristóteles.

Perturbador e profundo, Flores para Algernon é tão contemporâneo quanto na época de sua primeira publicação, debatendo visões de mundo, relações interpessoais e, claro, a percepção sobre nós mesmos. Assim, se você está preparado para explorar as realidades de Charlie Gordon, também é a chance para perguntar: afinal, o mundo que sempre percebemos a nossa volta realmente existe?

Sobre o autor: Daniel Keyes nasceu no Brooklyn em Nova York, frequentou por um breve período a Brooklyn College, mas desistiu da universidade para entrar na marinha americana. Ele é autor de oito livros, incluindo o clássico Flores para Algernon, publicado pela primeira vez em 1966. Além de trabalhar como marinheiro, Keyes também foi editor de ficção, professor do ensino médio e universitário na Universidade de Ohio, onde foi homenageado como Professor Emérito em 2000. Ele ganhou o Hugo e o Nebula, prêmios por seu trabalho como escritor e foi escolhido como Autor Emérito da Science Fiction e Fantasy Writers of America em 2000.

* Sinopse dos livros e sobre os autores retirados diretamente do site oficial da Editora Aleph. Visite para saber mais sobre seu catálogo e também ler matérias especiais produzidos pela galera da editora.

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