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Burnout Paradise 2! Porque não?!

A morte de uma marca? Ou o nascimento de uma?

Cada vez mais me parece que a EA deixa Burnout lentamente esquecido em algum canto escuro da empresa. Criterion, responsável pelo belo nitro que a série recebeu, e a fez, em minha opinião passar a frente de todos os jogos de corrida desta geração em termos de diversão e durabilidade, em minha opinião.

Quando mostraram o primeiro trailer de Most Wanted, Burnout já me veio a cabeça, e sabendo que a Criterion estava na jogada não era difícil ligar os pontos. A EA vem perdendo dinheiro faz um tempo (agora parece estar recuperando, mas não é nem de longe o que já foi), a série FIFA sempre foi uma bola de segurança da empresa com lucro mais do que certo anualmente, e a Criterion parece ser outra dessas.

É uma questão que se tornou visual, peguem o logo do jogo e percebam que o nome Criterion está maior que o próprio nome Need For Speed. Comparem quanto The Run vendeu com Hot Pirsuit (aqui as versões de PS3 usadas para comparação), coisa de meio milhão de diferença. Agora peguem as vendas de Burnout Paradise que chegaram a se equiparar com The Run. Parece um tanto lógico a geladeira da franquia Burnout, bem só do nome, em prol de juntar o marketing com a qualidade.

Need For Speed construiu um nome que vem perdendo força, ao meu ver, na qualidade de seus jogos e a Criterion deu a Burnout um sopro de vida com uma coisa que sinceramente eu nunca pensei para jogos de carro, um open-world. Eu acho até que talvez algum jogo da série Driver tenha feito isso, mas não sou lá muito entusiasta da mesma, então me perdooem a gafe.

A verdade é que está quase tudo lá: as batidas, as perseguições, até as placas quebráveis estão lá! Será um ótimo jogo, comprarei ASAP, In Criterion We Trust, mas fico com uma pena por achar que fatalmente nunca mais veremos um Burnout, ou não do jeito que estávamos acostumados, talvez reformulado…

 

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Rackor

Gamer de fliperamas aos consoles, passando pelo saudoso GB Color e seu Pokémon Yellow. Leitor de mangás, e dou preferência a estes ao invés de animes. Mais recentemente descobri as HQs, e desde então sou fã da trajetória de Geoff Johns em Laterna Verde, entre outros clássicos como Watchmen.
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