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Prévia (3) | Halo 5 de tanque cheio para a terceira missão!

Eis que chego a terceira missão da campanha de Halo 5 Guardians! Se você está chegando por aqui agora, não se perca! O link da primeira missão é este aqui e a segunda missão você pode ler clicando neste outro link. E é bom reforçar que não estou narrando a história, e sim apenas fazendo pequenos comentários sobre o que estou achando da campanha até então, sem dar spoilers sobre a trama e o que está acontecendo, afinal essa é a grande surpresa do game ao ser jogado pela primeira vez.

Tenho a impressão de que está sendo uma boa ideia jogar uma missão do game de cada vez, dando tempo de absorver a jogabilidade de cada lado de duas histórias que estão sendo contadas. Afinal depois de sair da intensa segunda missão, a terceira tem uma pegada totalmente diferente novamente, mas igualmente icônica da série de games de Halo. Chegou a hora de abastecer o tanque – figurativamente falando – e pegar um Warthog. Porque é o momento de percorrer grandes distâncias e grandes arenas de inimigos em Halo 5!

Eu não me lembro da primeira vez que usei um Warthog em Halo 3, como já comentando o primeiro game da série que joguei anos e anos atrás. Mas tenho a vaga lembrança de estranhar a movimentação do veículo. Indo mais para o presente, durante a minha jornada por Halo Combat Evolved, relembrei que controlar o Warthog é realmente algo bem diferente do que se está acostumado em outros games. Não há botão de acelerador, sendo que você controla o veículo com duas alavancas analógicas, uma que dá o movimento para onde se quer ir e outra como eixo, apontando para onde você quer que o Warthog vá. Descrevendo parece simples, mas acredito que todo mundo estranhe quando joga pela primeira vez. E talvez isso é que faz a jogabilidade ser tão interessante assim, ter que se adaptar a algo incomum.

E o Warthog está de volta em Halo 5, com a mesma jogabilidade de toda a série, mas talvez levemente refinada, mais fácil de ser controlado quando se está na direção? Sim, é uma indagação, pois talvez seja apenas uma falsa impressão de algo que se já acostumou com o veículo. De qualquer forma, estas missões de Halo sempre pedem um bom companheiro, um para atirar e um outro para comandar o Warthog. Estas são missões da campanha que claramente foram pensadas no modo cooperativo, que em Halo 5 comporta 4 jogadores simultaneamente. Porém a testei em single player, já que ainda não há muitas pessoas online jogando-o (apenas a galera da imprensa fazendo a cobertura pré-lançamento).

Sendo assim testei a terceira missão de duas maneiras, uma ficando na metralhadora do Warthog e outra dirigindo. Sem dúvida alguma ficar na metralhado não é exatamente uma boa opção. O NPC que controla o veículo ainda é bem descuidado, partindo para cima dos inimigos, presumindo que eu darei conta de matar tudo que aparece na tela. Impossível. Foi meio engraçado porque fomos de cara com a linha inimiga, o Warthog virou, saímos do veículo e os inimigos vieram e tomaram o Warthog! Caraca! Eu não me lembro deles fazendo isso em games anteriores! Se bem que nesse caso eu quase nunca deixo os NPCs dirigirem, preferindo deixá-los na metralhadora. Mas aí ferrrou, né? Ficamos presos no meio da linha inimiga, com eles vindo em todas as direções e um Warthog maluco nas mãos deles indo pra lá e pra cá tentando nos atropelar. Hahaha.

Rolou algumas quedas, veja sobre isso no texto da missão 2, que é quando a energia do seu personagem acaba e você pede ajuda aos companheiros. Descobri que Locke tem um tempo de recuperação bem mais curto que a do Master Chief, são poucos segundos para alguém do time vir e me levantar e boa parte das vezes que caí, não houve um NPC que conseguisse chegar a tempo para me resgatar, especialmente na parte final da missão 3 onde o bicho realmente pega!

Voltando, depois da cena meio Trapallhões onde deixei o Warthog cai nas mãos dos inimigos, foi meio suado, porém conseguimos (eu e os NPCs) limpar a área de combate. Há muitas armas e munição nas missões do Locke, então não foi um grande problema. Era mais o caso de ter paciência. Mas não se engane, eu tive que explodir o Warthog que estava contra mim, pois não é muito fácil acertar o motorista e quando o fazia, era de longe e já vinha outro inimigo assumir o volante antes que eu pudesse chegar e recuperar o Warthog. Notou como essa é uma experiência totalmente diferente das duas primeiras missões. Isso é muito bom. Diversidade e dinâmicas diferentes, ótimo.

Segunda parte da missão. Por sorte há vários Warthog espalhados pela missão 3, então se você perdeu um, basta pegar outro mais adiante – ou voltar um pouco se preferir! Na segunda área, eu resolvi controlar a direção do Warthog e deixar o NPC atirar. Muito melhor, já adianto! Basta ir com calma, recuar sempre e tudo vai dando certo. Porém houve um momento em que me cansei do Warthog. Não queria apenas dirigir, mas entrar em combate.

Até nisso o desenvolvimento foi planejado, pois há grandes torres, ou áreas verticais na qual você pode subir, encontrar algumas armas e camperar ali para dizimar os inimigos lá embaixo. Apesar de que alguns sobem se você não ficar esperto. Quanto aos NPCs também é possível dar comandos para que eles saiam dos veículos e se concentrem próximo a você, já que nos veículos eles não são tão eficientes assim.

Mas não se engane, foi suado vencer o final da missão 3, lembrando que estou jogando na dificuldade no Heroica. A última parte da terceira missão é complicada, pois são inimigos bem fortes e a pé, tive que me movimentar constantemente e apelar para todas as armas de grande porte espalhadas pela área.

Levei aproximadamente uma hora para vencer a terceira missão. Admito que achei bem mais ágil do que as duas primeiras. E reforço a sensação que tive até agora. As missões de Locke me parecem mais um estilo arcade, munição por toda parte, inimigos aos montes e você entra de cabeça na batalha, enquanto as do Chief me parecem mais missões de assalto e cautela, onde você avança pensando aonde está pisando e o que vem à seguir. Estou ansioso pela próxima missão com o time de Chief.

Entretanto este pequeno diário gamer de Halo 5 Guardians para por aqui. Ao menos até o próximo dia 27, que é quando o embargo do game terminar e todo mundo está livre para comentar qualquer coisa sobre o game, a campanha e sua história. No momento da publicação dessa postagem, o game ainda está sobre embargo e há coisas que não posso revelar, incluindo o que vem à seguir após a terceira missão. Agora vocês terão que esperar mais alguns dias.

O que abre a seguinte questão: gostariam que eu continuasse a escrever sobre as próximas missões da campanha de Halo 5, após o dia 27? Digo, nessa mesma pegada, sem entregar spoilers, apenas narrando o que estou achando da campanha, as novas mecânicas, as minhas trapalhadas em cada missão, etc… esse pequeno diário de jogo! Posso continuar, mas só se houver comentários dizendo que gostariam que esse bate papo continuasse. Combinado?

Pra terminar, agradeço a assessoria da Microsoft no Brasil por ter cedido o game previamente ao Portallos. Com certeza é muito bacana poder fazer esse tipo de matéria antes do game ser oficialmente se lançado, dando um gostinho aos leitores do site do que virá em um super lançamento da temporada.

E já pretendo avisar que o review aqui do site de Halo 5 Guardians vai sair, mas não no dia de lançamento. Eu ainda quero testar o multiplayer – que já está rolando para a imprensa, mas em horários determinados e ele não representa muito bem a experiência depois que o game for lançado, então vou aguardar a semana do lançamento para ver como essa experiência irá ser com os jogadores mesmo. E aí volto para conversar ainda mais sobre Halo 5 Guardians!

É isso!

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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