JogandoReflexões & Opiniões

Brasil dos Games (II): 2º dia do Jogo Justo chegando! ACIGAMES vs República das Bananas! E as mudanças?

Esta matéria é uma continuação direta de um post que fiz aqui no blog em julho do ano passado. Se possível, leia a matéria do ano passado clicando aqui, para entender melhor certas questões que não irei ficar repetindo novamente. Com isso, posso comentar novas questões em torno da polêmica do Jogo Justo, do dia do Jogo Justo e até mesmo das mudanças ocorridas neste 1 ano de projeto, que visa um melhor mercado de games no Brasil.

Irei me esforçar ao máximo para ser o mais sucinto possível, pois como sempre digo, falar de mercado brasileiro de games, impostos e governo é como abrir um vórtice gigantesco, que suga as energias de qualquer um, e muitas vezes não se chega a qualquer conclusão concreta sobre o assunto. Gasta-se muita energia para falar o óbvio, apresentar problemas que existem desde sempre e soluções que nunca são 100% eficazes. Mas apesar de tudo isso, ainda vale a pena de vez em quando voltar a marretar a mesma tecla: de o quanto é ridículo o mercado de games aqui, na República das Bananas.

E falar sobre isso, tornou-se obrigatório falar sobre o projeto Jogo Justo. O projeto que tem as maiores possibilidades de realmente mudar alguma coisa por aqui. Após o continue, a prosa continua…

O que mudou  no Jogo Justo de 2010 para cá?

Aos que se lembram, quando fiz a matéria em julho passado, o Jogo Justo ainda estava com aquela idéia de que iria mudar a tributação dos jogos no Brasil (a tal classificação de “jogos de azar”) apenas conversando com o Secretário da Receita Federal. Na época, eu já tinha 99,99% de certeza de que essa meta não ia dar em nada. Dito e feito. Fez se um tremendo barulho na época e nada aconteceu.

Por mais que fizesse sentido o discurso do Jogo Justo, por mais que seja óbvio que games não são jogos de azar e que a tributação está errada, as coisas no Brasil não mudam na base da conversa e da lógica. Aqui as coisas são burocráticas e burras. Ainda que você prove que está errado, o Governo vem com aquela conversa de que simplesmente não dá pra mudar pois isso cria aquele famoso efeito cascata: se você tira um imposto de um determinado setor, ele destroi um outro que nada tem a ver com a conversa, dada a confusão que funciona o sistema tributário nacional. Enfim, não deu certo. Plano fracassado, mas o projeto não deu o braço a torcer.

O 1º Dia do Jogo Justo…

Depois desse “momento” em 2010, o jeito foi focar as atenções no tal “Dia do Jogo Justo”, que como todos sabem, é um dia onde os jogos seriam vendidos em algumas redes com um considerável desconto. O tal dia iria ocorrer em 2010 mesmo, mas contratempos aconteceram e foi-se adiando o evento até janeiro deste ano, quando ele finalmente aconteceu.

Não foi tudo aquilo que os gamers esperavam, mas para o Jogo Justo, como um plano a longo prazo de melhoria do mercado, parece que surtiu seu efeito. Eu acompanhei o 1º dia do Jogo Justo via twitter, quase que o dia todo. Na única loja online afiliada ao programa, o Walmart, foi um caos. A loja não aguentou os acessos, ficou horas off-line no setor de games, o caos e os xingamentos reinaram no twitter, e a visão de um mero participante, acabou não sendo das melhores.

Mas em tese, funcionou. Eu consegui comprar 2 games que queria no Wallmart: Halo ODST por R$ 67 e Crackdown 2 por R$ 58. Claro que passei o sábado do dia 29/01, em frente ao computador, com o dedo no F5 no navegador, até que conseguisse comprar os benditos games. Quem teve paciência e perseverança, conseguiu comprar alguma coisa.

Apesar do Jogo Justo ter anunciado que no dia apenas 03 games receberiam descontos graças ao projeto (Assassin’s Creed Brotherhood, Castlevania: Lords of Shadow e PES 2011), o Walmart aproveitou e queimou um monte de games com descontos. Eu me aproveitei dessa situação, já que não queria nenhum dos 03 games oficiais no dia (sem mencionar que, ou era um game por R$ 99, ou dois games por R$ 125. Sem arrombar o saldo bancário no começo do ano, claro).

Muitas das críticas em relação ao primeiro dia do Jogo Justo fazem sentido, mas eu vejo que muitos não entenderam o real significado do evento. O que a Jogo Justo queria (na minha visão) não era distribuir milhões de jogos baratos a milhões de gamers. O que o dia estava visando era o barulho que o mesmo causaria. O barulho que chegaria a mídia (Jornal Nacional na Globo, por exemplo) e também o argumento de que games mais baratos vendem e existem muitos consumidores interessados nisso no Brasil. As empresas afiliadas ao projeto, precisavam ter certeza de que esse argumento era verdadeiro, que não estamos apenas falando do típico brasileiro que só sabe reclamar de que nada está bom, mas que na hora do vamos ver, prefere não fazer nada. Os games venderam, apesar da muvuca e dos problemas, as lojas perceberam que tem muita gente querendo jogo original, a ponto de fazer o Walmart sair do ar. As filas nas lojas físicas da UZ Games atrairam a imprensa física. Barulho e receptibilidade, era isso que o Jogo Justo queria, muito mais do que dar de bandeja um game barato para cada gamer. Cada fatia do mercado de games precisava receber algo nesse dia, provar que o mercado existe para vários interessados, do consumidor, a empresa, a mídia e ao governo. Pra mim, o Jogo Justo nunca teve como objetivo, apenas um lado de uma mesma moeda, até porque ao fazer isso, o mercado não muda. Todo mundo tem que se beneficiar.

Ah, mas não teve jogo o suficiente, os títulos eram poucos, a superlotação te impediu de comprar um game… estes argumentos que o pessoal prega pela internet não são pontos negativos, pelo contrário, acredito que por isso o Jogo Justo deu certo, porque era um evento que precisava de muvuca, precisava de revolta, e precisava mostrar também o lado de raiva dos gamers por não conseguirem comprar seus jogos. Se não houvesse nada disso, não teria a repercusão que precisava.

Dito isso, acredito que o 1º dia do Jogo Justo foi um sucesso. Não pra mim ou para você que queria um game, mas para a meta do projeto em si. O contexto geral. O grande plano mestre de mudar alguma coisa na República das Bananas.

O próximo passo evolutivo: ACIGAMES!

Ainda durante a agitação do Dia do Jogo Justo em janeiro, o projeto Jogo Justo ganhou uma identidade real: a ACIGAMES. Uma associação comercial, industrial e cultura em pró da causa do Jogo Justo. Antes da ACIGAMES o Jogo Justo era apenas um site, com apenas um nome, o do Moacyr. Ao criar uma associação, o objetivo do Jogo Justo tornou-se muito mais sério e real do que jamais foi. Ele passou do meio virtual para o físico, deu a seriedade que o projeto precisava para que as empresas se interessassem pelo projeto, da mesma forma que os os gamers já tinham o interesse na meta do programa.

Acho importante a criação da ACIGAMES, eu penso nela como um “Sindicato dos Gamers”. Não é literalmente um sindicado, mas é quase. Para quem não sabe sindicatos no Brasil são uma entidade “isolada” do governo, mas que tem um imenso poder (as vezes mal aproveitado e negativo, mas isso é conversa para outro dia). Um sindicato permite (em tese) a conversa entre o grupo de trabalhadores com o grupo de empresas, é o mediador para que os direitos trabalhistas sejam justo para ambas as partes (o que na vida real não é justa nem pra um e nem pra outro em vários aspectos, e o Governo também tem sua parcela de culpa nisso). A ACIGAMES então chega (em tese) para intermediar essa comunicação entre gamers e empresas, além de pressionar e abrir certas portas no governo brasileiro, para que todos possam mediar um mercado melhor. Por isso é importante a criação da associação.

Lembro que logos nos primeiros dias após o anúncio da criação da ACI, vi uma notícia de que a até mesmo a Fecomércio estava conversando com a assiciação, que queria saber mais sobre o mercado de games e tal. Para quem não conhece, a Fecomércio é uma entidade poderosa no Brasil, que realmente mexe alguns pauzinhos em relação ao mercado interno. Se a mesma viu potencial no mercado brasileiro de games, é porque as coisas estão ganhando seus rumos, mesmo que a passos lentos.

Muita gente ainda critica muito o que o Jogo Justo se tornou, alegando que perdeu o foco original (games baratos), mas eu discordo, acho que finalmente o Jogo Justo percebeu a realidade do Brasil. Não adianta fazer abaixo-assinado, fazer muvuca no twitter e ficar dependende um único lojista para ter jogos baratos. A ferida é muito mais profunda. É preciso mudar a forma de pensar do governo, das empresas e dos próprios brasileiros. É preciso um tapa na cara do Brasil para ele perceber que o mercado existe, é um dos maiores do mundo e por aqui, ele não existe porque está tudo errado.

A meta de se ter jogo a um preço justo está no alto de uma montanha de obstáculos. Não se consegue tal objetivo, sem reestruturar algumas metas no caminho. Chegou a um ponto que não trata-se apenas de reduzir o imposto, mas de uma logística para que o mercado funcione. É por estas razões que hoje sim, eu acredito no Jogo Justo, pois parece que o projeto acordou para os reais obstáculos brasileiros.

Parece que atualmente a meta é associar com a maior quantidade de empresas e distribuidoras possíveis. Porque é da únião que surge meios de pressionar o governo. Não é para esquecer os gamers é claro, e por isso estes eventos do Dia do Jogo Justo acontecem também, para manter esse lado da mesa interessada no programa, enquanto os resultados permanentes não surgem, e também para provar a real necessidade de melhora do mercado.

Os tabus polêmicos…

Uma questão que vejo muita gente marretando no twitter é sobre os representantes do Jogo Justo, em especial o Moacyr, estar ganhando em cima dos gamers, na situação atual do projeto. O Moacyr diz que não ganha nada, e quem sou eu pra afirmar o contrário, mas hipoteticamente, e se ele ganhasse? Isso invalidaria a sua fé no projeto? Quer dizer, ele deveria trabalhar 8 horas por dia, como qualquer brasileiro normal, num emprego medíocre (como todos trabalhamos) e nas horas vagas cuidar da dimensão que chegou o Jogo Justo? Você acha justo isso? Um dos maiores motivos pelo qual os brasileiros não se revoltam sobre a vida que levamos em sociedade é porque o próprio modo de vida em sociedade achou uma forma de prender a população em jaulas chamadas “emprego”, afinal, quem vai parar de trabalhar para brigar por um mundo mais justo? Eu infelizmente não me imagino conseguindo isso. Preciso do meu emprego, do meu salário para viver. Não sei como o Moacyr ganha a vida, mas mesmo que ele ganhasse algo com o Jogo Justo, não veria problema algum. Ou você acha que quem trabalha em sindicados dos empregados (responsáveis pelas convenções coletivas anualmente que determinam o seu aumento de salário anual) trabalham de graça? É claro que não. Não estou dizendo que o Moacyr deve ganhar ou ganha, estou apenas dizendo que se ganha ou não, não é problema de ninguém, contanto que o projeto do Jogo Justo não seja “corrompido” pelo dinheiro, o que parece que não é este o caso. Viver de vento ainda não é algo que o ser humano consiga afinal.

Também vi até grupos de pessoas no twitter alegando que o Jogo Justo “rouba” dinheiro dos gamers ignorantes. Dizendo que “importar os jogos saem mais baratos”, “que as empresas estão vendendo games encalhados”, se aproveitando do nome “Jogo Justo”, enfim, esse tipo de argumento de que não é válido apoiar jogos a R$ 99. Não entendo direito o que se passa na cabeça de certas pessoas. Não está se discutindo que o jogo lá fora é mais caro ou barato, o que se discute é quanto ele custar aqui no Brasil. Não dá para vender um lançamento a R$ 59 só porque lá fora ele custa  U$ 59.  Talvez algum dia isso possa acontecer, mas estamos muito longes de um realidade assim. É preciso colocar os pés no chão.

Se o mercado hoje trabalha com games a R$ 199. Fazer um dia promocional onde eles custem R$ 99 não tem nada de ruim. Os gamers compram, ficam felizes por ter um joguinhos mais em conta, e os dados de vendas são revertidos em argumentos para mostrar como o mercado pode vir a ser próspero. É como o Moacyr vive dizendo no twitter, o dia do jogo justo não é um “dia de promoção”, é um dia para mostrar um realidade que pode acontecer no Brasil.

Seja sincero, você prefere importar um game de U$ 59 lá fora do que comprar o mesmo por aqui por R$ 99? Importanto você precisa esperar o envio internacional, que demora as vezes até mais de 30 dias, tem que pagar frete internacional (o que não é ruim, os envios lá fora anda ridicularmente mais baratos até mesmo do que o Sedex por aqui, mas isso é assunto pra outro dia), e tem o risco de ser taxado na alfândega em 60% (o correto é ser taxado, mas sabemos que nem sempre somos). Agora se você compra o game por R$ 99 aqui, em menos de uma semana já está na sua casa, não tem taxa de importação, o frete em muitas lojas online é grátis (se você esperar um pouco até mesmo descontos em cima do preço é possível), ou seja, é rápido, mais barato e menos burocrático. Sem mencionar os outros efeitos em cascata, diminuição da pirataria, estabilidade do mercado nacional (criando novas empresas e empregos) e mais games vindo para cá de forma oficial. Realmente não entendo como alguém dizer que o Jogo Justo “rouba” e “engana” as pessoas. Não é verdade. O Jogo Justo pode sim aproveitar da carência que o gamer brasileiro tem por jogos originais e baratos, mas as vendas do Dia do Jogo Justo são revertidos para frutos futuros do projeto. E ainda que não sejam, fico feliz em, de vez em quando, comprar um lançamento a R$ 99 por aqui, sem precisar pela chatisse de importar o game lá de fora.

De qualquer forma, vejo que a visão de muitos gamers é de simplesmente querer promoções baratas de games, sem se esforçar um pouco para entender o cenário como um todo do Brasil e como o Jogo Justo é a única coisa que temos realmente organizado por aqui para mudar isso. Não é que o Jogo Justo seja perfeito ou infalível, mas é a única coisa real e verdadeira que temos para nos revoltarmos quanto as injustiças do mercado. Tem muita gente que reclama, mas nunca se levantou do sofá da sala para fazer alguma coisa. E não que qualquer um iria conseguir algo, mas os criadores do Jogo Justo conseguiram algo que poucos fariam melhor, então não vejo porque não ter um pouco de fé, acreditar e participar. Ficar jogando praga e amaldiçoando vai fazer algo de melhor para o cenário brasileiro?

Por fim: O 2º Dia do Jogo Justo será neste final de semana!

Toda essa conversa foi só para mostrar que em 10 meses (de julho de 2010 a maio de 2011) o Jogo Justo cresceu, mudou, criou polêmica, mas ainda está crescendo e expandido sua forma de agir e pensar. Foram 10 meses que realmente rolou muita coisa e se no ano passado eu estava um pouco descrente com o projeto, essa ano, com certeza eu tenho um pouco mais de fé, graças aos rumos que o mesmo tomou de lá pra cá, conforme já apontei acima.

Mas ainda é cedo para dizer o que vai acontecer com o Jogo Justo a seguir. Como a ACIGAMES ainda tem a crescer? Mais lojistas e distribuidoras vão formar parceria? Quando o governo vai cair na real e perceber que o potencial do mercado de games? O que mais os gamers podem fazer para mudar esse cenário? Só não pode estagnar, é preciso continuar crescendo. Vamos ver o que o Brasil reserva ao Jogo Justo até o próximo ano e quais os obstáculos serão vencidos. Para ser sincero, ando sentido um pouco de falta do lado político do projeto. Se falou tanto em apoio de políticos ano passado e esse ano pouco se disse sobre o assunto. Só porque ano passado era ano de eleição que esse assunto era conveniente? Não dá para deixar de pensar nisso. Cadê o apoio dos políticos? Ainda quero ver coisas nesse sentido em relação ao Jogo Justo. Teve até político no twitter ano passado dizendo que apoiava o Jogo Justo e agora estão todos calados.

Mas enfim, está para acontecer neste final de semana, o 2º Dia do Jogo Justo. A programação e os jogos que estarão a venda a preço menor no dia já foram anunciados, veja aqui (programação) e aqui (jogos). Enquanto termino este post só estava faltando mesmo a divugação de todas as lojas, online e físicas, que irão participar no dia. Mas o Walmart.com já é certeza, já que o mesmo já disse isso via twitter.

O clima de euforia parece ser menor do que o primeiro. Até não me surpreende isso. O primeiro era novidade, sem mencionar que frustou muita gente pela muvuca online e por não terem conseguido comprar. A época também do 1º Dia do Jogo Justo era mais favorável, mês após o 13º da galera, depois de meses de outubro e novembro com toneladas de lançamentos e muitos não deram conta de comprar tudo que queriam, sem mencionar que AC: Brotherhood e Castlevania eram “lançamentíssimos”.

O 2º Dia do Jogo Justo chega meio de sopetão, ninguém esperava que fosse em maio. Um mês antes da E3, sendo que já tem muito gamer mais interessado nas novidades que serão reveladas no segundo semestre  deste ano do que nos games que sairam nos últimos meses. E os lançamentos desta vez não são “lançamentíssimos”, por assim dizer. São jogos recentes, mas não tão recentes, como um Mortal Kombat ou Portal 2. A maioria, saiu no final de 2010, no caos dos lançamentos de fim de ano. Exceção ao Marvel vs Capcom 3, lançado em fevereiro deste ano, mas que infelizmente só terá versões para PS3 no dia (e eu como um dono de xisboca só tenho a lamentar). Muitos gamers já possuem estes jogos ou já perderam aquela janela do hype para os mesmo. Eu, por exemplo, nem penso mais em CoD: Black Ops sabendo que Modern Warfare 3 vai aparecer mês que vem na E3 e  que chega neste final de ano, sem falar em Gears of War 3. Nesse quesito “lançamentos quentes a R$ 99”, a lista do segundo dia do Jogo Justo realmente desaponta um pouco.

Mas ainda assim, torço para que venda. Da lista é bem possível que eu compre Naruto Storm 2 para X360, pois é um game difícil de ser ver em promoção por aqui, e comprar lá fora também só se for nos EUA, já que não é um game Região” Free” (os outros da lista são). Sem mencionar que parece interessante acrescentar um game de animê na lista, já que o Brasil tem tantos brasilieros fãs do gênero (será que isso vai se refletir nas vendas do game?). É a forma que encontrei para dar uma força ao projeto. Um game parcelado em um monte de vezes sem juros no cartão não é um rombo enonômico no meu bolso.

O Wii também parece que ganhou o devido reconhecimento desta vez. Com três títulos de peso, Mario Galaxy 2, New Mario Wii e Donkey Kong Returns. Também, depois das críticas que foram feitas pela plataforma ter sido representado pelo PES (futebol, argh!) no primeiro dia do Jogo Justo… bom ver titulos de verdade por R$ 99 no Wii. Se eu não tivesse aposentado meu console (e já debulhados tais games), com certeza me interessaria em comprar. Todos os três são nota 10.

Também fico na expectativa que lojas online queimem mesmo seus estoques. Com jogos mais velhos a 50/70  pratas, assim como o Walmart fez em janeiro. Não vejo problema algum nisso.

No mais é esperar e ver o que vai rolar neste final de semana. Lojas vão travar? Games vão acabar do estoque? O mimimi generalizado no twitter vai imperar? O 2º Dia do Jogo Justo fará o mesmo sucesso que o primeiro? Façam suas apostas. Eu torço que sim, afinal, todo mundo ganha com isso.

Obs: No twitter do Portallos, estarei de olho no final de semana e comentando sobre o 2º Dia do Jogo Justo.

 

 

 

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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